Voce foi o meu Momento Inesquecivel Amor
...
Tão bom quanto ruim
Saber que sou tanto
Para tão pouco
Tão bom quanto ruim
Saber que meu canto
Vai me deixar rouco
Tão bom quanto ruim
Saber que seu espanto
Vai me deixar louco
Tão bom quanto ruim
Saber que meu acalanto
Embala tampouco
Tão pouco
Tão rouco
Tão louco
Tampouco
Tão poesia quão prosa
Saber que meu pranto
Regou sua rosa
Tão poesia quão prosa
Saber que seu manto
De linho airosa
Tão poesia quão prosa
Saber que, no entanto
Tem mente invejosa
Tão poesia quão prosa
Saber que, entretanto
A inveja é onerosa
Meu pranto
Seu manto
No entanto
Entretanto
Mexe com minha estrutura
Deus meu, Deus de respostas, milagres, restauração.
Mexe com minha estrutura.
Teu poder nas alturas.
Alcance o clamor do meu coração.
Eis me aqui, fraco segundo homem de inclinação.
Aperfeiçoa em mim tua força, teu poder.
És infinito a tua dimensão.
A ti, somente a ti, meu invoco e meu clamor.
Senhor, prostro me com a cara do chão.
Somente o Senhor altíssimo, em nome de Jesus é digno de adoração.
Mexe com minha estrutura.
Sara toda dor, toda chaga, toda fissura.
Restaura por quanto tanta seqüela ficou.
Onde o inimigo tripudiou.
Faz em mim restauração.
Apresento minhas dores.
Por quanto enfermo estive prostrado.
Tanto exausto e cansado.
Não é mentira, estava preso na cela de horrores.
Tal foi o desgosto profundo.
Tragado pelo esgoto desse mundo.
Dores de parto sentiu meu corpo, as dores.
Mexe com minha estrutura.
Penso até que meus ossos se encolheram.
Penso até que meus tecidos envelheceram.
Tamanha a crueldade da força do mal e bruta.
Limpe me desse ódio invejoso lançado.
Mexe Senhor, com minha estrutura.
Creio sim, como Namã a carne de uma criança pura.
Sare toda ferida e todo sangramento.
O Senhor é o Deus maior.
Completa o nascimento.
Giovane Silva Santos.
23/10/2022 21:34hs.
Olá? Desculpa, meu querido livro, mais um dia estou aqui escrevendo e chorando… cada palavra que estou poetizando vai uma sensação amarga, junto com um pedaço da minha alma…
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— Te prometo que essa são as minhas últimas palavras nesse pedaço de papel.
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— Olha meu livro, queria de agradecer todas às vezes que venho-me desabafa, você deixar eu de rabiscar se nenhuma especulação ou muito menos uma reclamação.
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— Pois, você mesmo sabe como estou por dentro; como estou acabado e destroçado pelo tal amor, aonde meu coração foi quebrado.
agora a única coisa que me resta é ficar atrás dos pedaços desse meu coração, que caiu aos meios dos ralos.
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— Livro: acabou de cair uma lágrima aqui…
eu: desculpa não foi minha intenção.
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(Rabiscos, de uma página qualquer).
As vezes queria conversar com o meu eu do passado, falar e explicar…
— “A nossa parece que consegui aquilo que eu mais queria…”
Mais dores e tormentos, nesses últimos anos, nesse mundo governado pelo bem e mal, que andam abraçados.
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Queria também em perguntar se essa minha razão foi a culpa dessa tal solidão…
seria uma conversa que duraria uma imensidão, para entender essa minha mente que parece uma prisão.
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O meu eu do passado, iria chorar junto comigo, lembrando daqueles momentos, sombrios e tristes, aonde eu me sentia frente a frente com a solidão, aonde pessoas viram eu sofre e sequer estenderão as suas mãos… — “Desculpas, acho bom parar!, acabou de cair uma lágrima. Com amor, seu passado.”
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(Doses de dores, criada no passado).
Meu travesseiro vive molhado todas as noites pelas lágrimas que ninguém mais vê porque estão ocupados demais focando em seus próprios problemas
No dia que minh'alma sente falta de sorriso de alma, que minha solidão clama por companhia, que meu meio dia está meia noite... Eu venho e contemplo uma foto tua...
Minha Rosa Branca se Chama Márcia
Minha linda Márcia, minha amada rosa branca, que em todos meus sonhos você se apresenta em meu jardim.
Você é a rosa branca, a mais perfeita, a mais formosa, eu sou a terra, que te abraça, com meu amor você floresce.
Eu estou te amando, me apaixonando, de dia chove, o vento sopra, meus beijos voam, tua boca toca.
Meu coraçao palpita como ondas no rio que batem nas pedras, na tentativa de te beijar, e com a finalidade de nunca te abandonar.
Paixao intensa por minha amada Márcia, rosa branca assombrosa, que em tudo momento lembra de tua existencia depende de mim, que sou a terra que nutre tua alma de amor imenso como o universo.
Como esquecer teus pétalas cair em mim em forma de beijos apaixonados, que é o mais importante de meu passado.
Jornalista Felipe Flores dedicado a Márcia Aparecida Rodrigues. 29/10/202
Senhor JESUS, meu amado, eterno e único Pai. Venho diante da sua face e presença, me prostrar em reverência por tudo o que és; também em forma de humilhação, reconhecendo que não sou nada sem Ti.
Te amo meu Pai e Deus, ao ponto de negar e renunciar a tudo, em obediência a ti como tenho feito. Reconhecimento tenho nos detalhes e nas mínimas coisas que eu deposito em teu altar; para ser guiado e direcionado ao centro da tua vontade, ainda que não entenda muitas coisas, nem o que precisa ser feito ou realizado; muito menos o que tenho que enfrentar e passar com a sua permissão.
Então é aqui neste exato momento que busco, achar não o que quero encontrar e nem o que desejo viver. Por entender que tudo o que fazes e com perfeição e o que permite é por um propósito para que o seu nome venha ser glorificado ainda mais. E outras vidas reconheçam e conheçam que não existe outro Deus igual ou fora de ti que realize qualquer coisa impossível e traga a existência o que não existe.
Te amo por tudo o que fez, faz, ainda a de fazer. Não tenho palavras para querer descrever a fundo tudo o que gostaria. Por hoje enxergar as limitações em tudo e em todas as coisas. Mas, não existe nada que limite ao Senhor meu Pai. Não existe nada que consiga descrever com toda a precisão por ser o Senhor o meu Deus e eu apenas uma simples criação sua, cheia de falhas, erros e pecados; formado antes da criação de tudo em seu coração e escolhido entre milhares no ventre da minha mãe para nascer.
Obrigado por tudo, gratidão por tudo, te amo de todo meu coração e forças existentes em meu ser; te amo.
Ricardo Baeta.
É quando a noite cai que o meu corpo chama pelo teu nome — que é igual ao meu — e lembro a dor e a dádiva de ter tido uma história com você.
A Praia...
A praia se resume no meu trabalho, é lá que me recolho na alegria que eu espalho...A praia é envolvente, fica mais bonita na lua cheia, parece até um tapete resplandecente, que Deus criou prá gente .. É no meio dessa alegoria simétrica de boniteza que ganho a vida de fato, mas também é nela que descarrego a tristeza, e onde as mágoas eu mato... A praia purifica todos os dias minha alma, meu corpo... A praia é um sonho, no qual. eu sonho de dentro prá fora, e de fora prá dentro. A praia é tudo prá mim... O Surf Salva!!
Alde Vieira
Voe se quiser, mas deixe-me caminhar com meus sonhos, do meu jeito, também almejo um porto seguro na vida.
Não sei até onde vai o seu caminhar, o meu pode atravessar até o universo e descansar onde houver poesia.
A Sereia
Ouvi a sereia cantar o meu nome
Entrei no mar com aquela fome
De quem se alimenta de beijos e abraços
Sorri sincero ao ver no horizonte
A fonte de inesgotável espaços
Para serem preenchidos de romance
De um canto apaixonado.
Madrugadas de Lisboa -
Na fria madrugada de Lisboa
meu berço de saudade à beira mar
bebi o cálice do fado, fui à toa
andando p'las vielas sem parar.
Há guitarras a rasgar o coração
esperando de Lisboa num desejo
as colinas são lamento e solidão
nas noites que adormecem sobre o Tejo.
Eu vejo o teu olhar em cada fado
eu sinto-te Lisboa no meu peito
meu corpo como a rua tão pisado
silêncio que adormece no meu leito.
Lisboa porque corres onde vais
à hora de cantar a tradição
que alguém deixou um dia pelo cais
pairando no teu cais de solidão.
Ânsia do meu Corpo -
Numa cama dura, fria, sem sentido
na ânsia do meu corpo a desejar-te
meu peito bate forte ressentido
meus olhos já não sabem procurar-te.
Meus olhos tem tons de pedra rara
num anel de estimação que um dia dei
que dei a um amor de pele clara
amor que já não tenho, já nem sei.
Tu levas-me na mão em esquecimento
horas más que tem vivido um coração
se ouvires por ai este lamento
não voltes meu Amor é ilusão.
Do silêncio que tu fazes faço um grito
faço um grito que me rasga a solidão
meus olhos pedras raras, um gemido,
que levas nesse anel de estimação.
Barco da Vida -
Minha Vida é um barco
à deriva pelo mar
em meu peito desembarco
Senhor vem me salvar.
Há ondas, há lamentos
que afogam minhas mágoas
são velas, são sentimentos
pairando sobre as águas.
Minha Alma é a proa
desta fria embarcação
vou sozinho, vou à toa
neste mar de solidão.
Ato os nós do Coração
às cordas do meu sofrer
uma simples afeição
a Minh'Alma queria ter.
Meu leme a incerteza
levado por minha mão
vou na rota da tristeza
a caminho do Coração.
