Voce foi meu Pecado

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Ele sorriu e foi um sorriso culposo... ⁠ Ele não tinha intenção de me despertar amor...

Ela foi ali, além do pôr do sol, em breve eu vou encontrá-la...

Foi doce tropeçar em seu sorriso, mas foi minha última vez...

Do Silêncio Não Compreendido
Eis que o bom rapaz foi ao encontro da moça,
levando consigo não só um presente,
mas o que havia de mais sincero em seu peito.
Chamou ao portão.
E não foi ela quem surgiu,
mas outra presença,
silenciosa… e suficiente para que ele entendesse.
E então soube.
Não por palavras,
pois nenhuma lhe foi dada,
mas por aquela dor que fala sem voz.
Baixou a cabeça.
Recolheu o gesto.
Guardou o presente que já tinha destino.
E partiu.
Na praça, sentou-se em silêncio.
E, dentro de si, perguntou:
“Por que aquilo que é verdadeiro não encontra lugar?”
E o mundo… nada respondeu.
Os dias passaram,
e ainda assim seus olhares se cruzavam.
Mas onde antes havia leveza,
agora havia silêncio.
A moça, em sua própria confusão,
não entendia o que se passava.
E, sem saber, afastou o que não soube ver.
Perdeu… sem perceber.
E o rapaz, mesmo ferido, voltou.
Não por orgulho,
nem por certeza,
mas porque o amor ainda vivia nele.
Aproximou-se mais uma vez.
E encontrou… silêncio.
Então compreendeu.
Que o amor não se força.
Não se explica.
Não se pede.
Se não é visto, pesa.
Se não é sentido, se apaga.
E se não é recebido… se vai.
E assim, o rapaz partiu.
Não destruído,
mas mudado.
Pois há dores que não quebram ,
apenas mostram ao homem
o que ele não queria ver:
Que nem todo amor permanece.
E que, às vezes… amar
é saber ir embora.

​O sonho mais perverso que tive foi sonhar com o seu sorriso...
Depois disso, acordei chorando.
Eu só te vejo lá, nas minhas noites escuras.
Você é meu único pesadelo.

"Eu nunca te dei flor, dei amor.
Será que aquela rosa, uma pétala, foi o que faltou?
Eu nunca te dei flor, mas dei amor.
Não lhe recitei, por não ser escritor.
Não lhe cantei, pois não sou cantor.
Fiz-lhe serenata em meus braços, o brilho em meus olhos ao lhe vislumbrar era o trovador.
Cada lágrima, que escorrera quando você se foi, caíram como as pétalas daquela rosa, que jamais lhe encontrou.
O beijo que lhe desnudou a tez foi uma arte abstrata que lhe pintou.
Todo aquele que lhe recita bodas e na noite lhe da flor.
Sinto em dizer-lhe, amor, mas é um enganador.
Sei que Deus me castiga por ser pecador.
Mas o castigo da sua ausência é demais pra alguém que demais amou.
Mas sei o que ao inferno da solidão me condenou.
Por ser extremamente apaixonado por ti, eu falhei, pois lhe dei amor.
Mas nunca te dei flor..."

Foi ao colher os frutos amargos da minha autonomia que compreendi que os 'nãos' do Pai são, em verdade, os limites de uma graça que me protege de mim mesmo.

A Proposital Queda do Império


São Paulo, 5h10 da manhã.


Aquela bolsa da Bolívia
foi o último presente.


Mas não foi a última prova
do homem que eu fui.


Eu levei nome à pele (literalmente).
Passei noites em claro,
delirando de paixão,
fumando madrugadas
como quem pudesse
queimar o medo de perder.


Eu amava assim:
sem medida,
sem contrato,
sem saída.


Amor, amores.
Bares, aeroportos,
trajetos que ainda guardam
algumas cenas em silêncio.


Velho engano:
procurar permanência
onde só existiu passagem.


Eu fui feito de excessos:
de querer ficar,
de fazer questão,
de transformar pequenos gestos
em grandes acontecimentos.


Talvez ninguém tenha pedido
tanto de mim.


Mas eu sempre fui assim:
quando amava,
erguia catedrais
onde os outros deixavam apenas portas.


Eu amava com o coração
em carne viva,
sem pele para proteger
o que quer que viesse depois.


E talvez seja por isso
que hoje eu pareça tão seco.


Não foi falta de sentimento.


Foi sentimento demais.


Até que veio a queda.


Majestosa.


Porque aquilo não era um castelo.


Era um império.


E impérios daquele tamanho
não caem por falta de amor.


Caem pelo excesso.


Eu amei demais.
Entreguei demais.
Acreditei demais.


E foi justamente pela grandeza
que tudo ruiu.


Agora eu corto.


Os sinais.
Os nomes.
As promessas.
A necessidade de entender.


São Paulo, 5h10.


A cidade ainda fuma.


Eu também.


Só que desta vez
não há incêndio.


Há cinzas.


E até as ruínas
carregam o nome
(que está literalmente tatuado no meu peito
e só poderá sair com laser)
de alguém que hoje está
com outro alguém.


A ironia é quase perfeita:


o nome continua no meu peito,
mas a pessoa já não está comigo.


Ontem, uma nova mulher estrangeira
beijava justamente aquela tatuagem
e perguntou o que significava.


Eu poderia ter contado tudo.


Mas respondi apenas:


“Foi só engano.”


Porque hoje já não é ela.


É só um nome.


E talvez essa seja
a forma mais cruel de permanência:


a pessoa foi embora,
o amor virou passado,
mas a tinta ficou.


Ela encontrou outro alguém.
Eu fiquei com o nome dela.


E essa talvez seja
a parte mais sádica do amor:


ela seguiu com outra história,
enquanto eu carrego na pele
o nome de uma história
que já não existe.


E quando perguntarem
o que aquele nome significa,
talvez eu nem precise explicar:


foi só engano.

A Operação Lava-jato foi uma farsa executada pelo juiz marionete (Moro) e armada pelo manipulador, Temer, que puxava as cordas!

O preconceito contra a abundância só existe na cabeça de quem foi treinado para a escassez; a Visão Trilionária ultrapassa o dinheiro e se consolida na pureza do caráter.

O nosso amor não foi feito para pressas. Ele foi construído no silêncio dos nossos abraços, na calmaria das conversas de fim de tarde e na certeza de que a vida fica mais leve com você.


DeBrunoParaCarla

A tristeza sorriu de alegria
e foi ser feliz!

⁠Ontem foi passado
hoje já é presente
o amanhã futuro
junto com o absoluto tempo.
Mas, a história quem constrói somos nós que estamos passando pelo magnífico espaço tempo... Mas,logo deixaremos de existir e o tempo continuará levando nossa história, então viva a vida.

Por: Edilma Azevedo

⁠O maior erro de quem julga os outros por sonhar grande é acreditar que o que nunca foi feito é o mesmo que ser impossível, esquecendo que todas as maiores conquistas da humanidade um dia foram vistas como loucura antes de se tornarem realidade.

O amor ao próximo foi sufocado pelo egoísmo de uma humanidade doente, que prefere pisar em quem estende a mão a reconhecer o valor do afeto.

Choro não pela violência do mundo, mas por ver que o amor ao próximo foi esquecido em um canto, coberto pelo poeira do egoísmo e da crueldade.

O coração chora ao ver que a pureza virou motivo de ataque, e que a compaixão foi banida de um mundo que prefere a sombra à luz.

Deus escolhe justamente quem foi desprezado para mostrar que o amor, a humildade e a persistência superam qualquer limitação imposta pelos homens.

⁠Podemos classificar o Amor de varias formas: Uma delas é o pólen que foi lançado ao vento assim como as flores que se multiplicam no campo, alguns se perdem por não encontrar um ambiente propício para florescer e outras crescem e se multiplicam, se caso o pólen do Amor cair no seu coração que encontre um terreno fértil e deixe florescer e se multiplicar. O mundo precisa de Amor para viver.
Deus é Amor.

POA está ficando boa!
A periferia foi abandonada à própria sorte! O povo não tem voz com o prefeito das elites!
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