Voce esta se Achando a Dona da Verdade

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Castelo Brilhante vs Dona Grael

Nesse turbilhão de palestras
Abondance e redondo de referências
Filosofia e escrita confessas
Comigo na multidão tantas histórias
Temporada de revolução agradecia
Paisagens fantasias e natureza
Expressão de la Cruz, suave música
Corpos e violino, amor, sonho beija

Inserida por estefaniaDelson

branca como a neve
tua boca me chama
teu olhar encantador
me apaixonei por essa Dona <3

Inserida por allefh

Solitária nesse céu escuro, testemunha de vários apaixonados que dizem 'eu juro'. Linda, bela, dona da noite. Já me peguei pensando se ela era real, essa dúvida permanece na minha mente, não consigo evitar, não é normal. Ao redor dela, uma áurea de mistério, ela é bela, ela é linda, e eu a quero. Mas o que a torna assim diferente, é sua beleza singular, simplicidade atraente em cada noite de luar. Eu tenho pena da Lua! Tanta pena, coitadinha, quando tão branca, na rua a vejo chorar sozinha. Será que em noites assim ela não deseja uma companhia? De uma ou duas estrelas, de uma constelação, ou a minha. Penso que poderia toca-la, faze-la sentir-se menos só, abraça-la. Calma linda lua, tu não estas sozinha, sei que pela noite, na rua, alguém te admira. Assim como eu, toda noite de luar, me sinto como o Romeu. Doido, apaixonado pela mais linda, que mesmo na noite mais escura, ainda brilha. Brilha lua, brilha. Brilha nos olhos da menina, que também apaixonada a admira, achando também que toda noite está sozinha. Coitada, mal sabe ela também, que toda noite, em silêncio, alguém a admira..
- A lua.

Inserida por AndreeNogueira

Pequena,
Dona de um sorriso lindo,
Jeito meigo,
Olhar sincero.
Eu que já sou tímido
Fico mudo do seu lado
Mais envergonhado,
Muito calado.
Pequena se pudesse
Te lembraria todos os dias
O quanto você bela
E o que o de melhor a vida lhe reserva.

Inserida por Tattu

Vou roubar teus olhos e esconder dentro dos meus, que me perdoe, quem pensa ser dona deles.

Inserida por LeoniaTeixeira

O encontro do menino apaixonado com dona morte

Caros colegas de classe
Não sou do sertão nascida
Por isso peço licença aos mestres
Para falar da cultura escolhida
Vou lhes contar sobre uma arte
Que também imita a vida

Essa arte com o tempo
Vem sofrendo mudanças
O cordel da nossa lembrança
Já está nos livros e no computador
E até nas universidades,
Na mesa do professor doutor!

Mas muita gente ainda canta
Muita gente ainda gosta de pendurar
Suas histórias em um varal
Pra o povo poder comprar
E quem duvida pode ir buscar
Na terra de painho que vai encontrar

Em toda minha pesquisa
Pra fazer essa lição, surgiu uma questão
Se o sapo pula não é por boniteza
E sim por precisão
E se o povo ainda canta
É porque não se cala o coração

Se num mundo com tanta tristeza
O sapo continua a pular, tenho algo a declarar
Como diria um grande mestre
Que também é grande artista
Se não acreditássemos num futuro melhor
Ninguém iria ao dentista.

E foi pensando nisso que eu decidi contar
A história de um menino
Que botou dona morte pra correr
Lhe contanto das maravilhas
Que a vida pode ter

Magro, franzinho, briguento e calado
De cara fechada, sozinho e invocado
Vivia no sertão e morava na estrada
Brincava de bola com os meninos da vila
E quando se machucava fingia que não doía.
O menino era forte, corria em disparada
Se a bola ia descendo os barrancos da chapada

Era um menino sozinho, o menino do agreste
Que conhecia todos os passarinhos
Que cantavam nesse nordeste
Ele se exibia dizendo:
Quiriri, Sabiá azulão e maguari
Jaçanã, Tuim, Beija flor e Saí
Bico-chato-de-orelha-preta
Biguá e bem-te-vi
Talhamar , Xexéu, Sacua, Siriri
Pica-pau , Mão da lua, Savacu e Sanhaçu
.
Tinha boa memoria, gostava de lembrar
O nome das belezas da natureza do seu lugar
Ele mesmo não tinha nome
E por ser magro e nanico,
Chamaram o menino
De zézinho tico-tico
Não tinha outro nome
Então ficou assim mesmo
Brincando na estrada,
Andando a esmo
Sonhar enquanto trabalhava a enxada
Era seu jeito de espantar o medo

Não tinha chinelo de dedo
Mas ia pra escola sem ninguém mandar
Achava ruim bronca de professora
Sem saber o que o futuro iria guardar,
Até que o menino sem pai nem mãe
Foi de vez pra roça trabalhar
Acabou-se a brincadeira nessa vida sofrida

Ele trabalhava pra ganhar
Um prato de comida
E um teto pra dormir
Com um buraco pra ver as estrelas
Depois que a noite cair.

Um dia sozinho, andando no mato
Muito cansado pelo dia de trabalho
O menino viu uma dona de preto
E como menino, se viu sozinho e com medo
A dona morte se aproximou
E de espreita ao menino perguntou:

“Ainda não está cansado da vida?
Trabalha, trabalha e quase não tem comida!
O que o mundo tem pra te dar
Se é sozinho sem família e sem lar?
Achei boa hora vir te buscar
Anda, conhecer o lado de lá”

O menino pensou bastante
Não sabia por que vivia,
Porque ir adiante? Se nada de bom acontecia?
Mas então lembrou do céu de estrelas
No buraco em cima da cama
Tinha coisa mais bonita
Do que o céu que a gente ama?

“Dona morte eu não quero
Tem alguém a me esperar
As estrelas em cima da minha cama
Que eu tenho que espiar
E de dia tem os passarinhos e as belezura do sertão
A gente pensa que tá ruim
E depois que olha fica bão


A vida eu vô levando
Acho que tá meio cedo pra eu morre
Quero ver mais um pouquinho
As estrelas e o sol nascer
Tudo tem sido ruim
Mas eu sei que vai miora
Até já me disse um conselheiro
Que o sertão vai virar mar

Parece que hoje em dia
Tá mais pro mar virá sertão
E eu nem sei como ajudar
No meio dessa confusão
Só lhe peço dona morte
Não me leve agora não

Eu ainda tenho que namorar
As estrelas do sertão
Te peço de coração
pois minha vida tem valor
Que ver eu lhe provar?
Posso lhe dizer com amor
As beleza desse lugar”

E o menino pois se a falar
Do pé de laranjeira boa de chupar
Falou do buriti do caju e do sapoti
Do pequi do bacuri do umbu e do oiti
Falou da fruta pão, da manga, do cajá
E também do caju, fruta boa pra amarra

Falou da cana caiana
e da mandioca que dá farinhada
do milho do arroz e da fava
Dos coqueiros e das palmeiras
Onde a sabiá cantava

Contou do babacá e da carnaúba
Do tucum preto e da macaúba
Do voo do bem-te-vi
Que descansa e cantarola
Na palha do miriti
Ao som de sanfona e viola

O menino explicou pra morte
Que tinha muito pra aproveitar
E que nessa terra tinha sim
Uma família para cuidar
E que estava ameaçada
Precisando dele com certeza

Pois sua mãe de verdade era mãe natureza
Que muito tinha o ajudado
Até a mostrar pra Dona Morte
As belezas desse seu lado
“Te peço não me leve embora Dona Morte
Pois amanhã cedo tenho que estar acordado!”

Dona morte foi-se embora
Pois descobriu o menino apaixonado
Pelas riquezas da natureza
E pelas belezas do seu estado
E hoje ele agradece por ser nordestino
E viver seu destino, nesse chão abençoado



Essa foi minha narrativa
De vocês eu me despeço
Como a mensagem positiva
De um menino muito esperto
Espero que a gente
Sempre possa valorizar

O privilégio que é a vida
Amando e cuidando do nosso lugar

Inserida por LucianaMariaTicotico

Dona Margarida.

Uma guerreira,que muitas vezes vi chorar e desfaçava para os filhos não notar.
Pessoa linda,humilde pura de coração que quer levar o mundo nas mãos.
A mulher mais forte que conheço,passou por muitas perdas mas sempre firme rumo a um recomeço.
Minha estrela encantada teu brilho ilumina meus passos,sem ti eu não seria nada.
Dona Margarida tu és tudo na minha vida.
EU TE AMO MÃE.

Inserida por siimoneribeiro

À DERIVA

Desbravei todos os mares
na minha grande embarcação,
minha amada era o meu guia,
dona do meu coração.
Uma longa tempestade
levou meu barco ao fundo.
Poseidon tirou-me a metade:
zarpei perdido no mundo.
Hoje,
quando alvorece o dia,
ancorado na janela,
no mar de gente que passa
em vão procuro por ela...
tão bela..
E quando avança a tarde,
fundeado na janela,
o meu peito ainda arde
no vazio que há dela.
A noite já distancia...
Aportado na janela,
navego a vida vazia
no meu barquinho sem vela.

Inserida por RemissonAniceto

Dona Maria


Maria de Jesus, Maria José, Maria Helena, Maria Caetana, até mesmo eu, Maria. De todas elas, tu és a que possui mais sabedoria.
Seja pelo tempo de vida, seja pelas experiências vividas, por tudo que passou e ultrapassou. Jovem ainda, quis se casar pra se criar na vida. Era o Severino da Maria. Onze sairam de seu ventre, e se criaram com enchada e feijão. Pra ela, era o que tinha mais de precioso, sua família, guardava no coração. Casa grande, pra muita gente. Sempre cabia mais um. Tinha netos, e agora bisnetos. No auge da velhice, sempre forte e resistente, nunca deixou de pegar no batente. Se de todas as coisas que mais gostara que aqui posso citar, era passar a manhã na cozinha, pra mais tarde a família reunida, junto se sentar. O sofá de frente ao jardim, passava horas a apreciar, falava das histórias e do que podia lembrar. Apontava cada planta e pronunciava os seus nomes com amor, observava o céu, e alimentava os pássaros. Com o tempo, a força foi se perdendo. E as plantas não podia mais agoar. Mas Deus sempre foi bom, e a água não deixava faltar. E agora, cadê a tua força, Maria? Há dias não mais cê vê, nem plantas, nem pássaros, nem família. Pra quê? Se a memória também se vai, e a gente que aqui fica, sente também a tua fraqueza. Quem contará as histórias, das quais não me lembro mais. Quem dirá os nomes das plantas, agora, tanto faz. E o sofá, que não abriga mais ninguém e não ouve mais, teus risos. Ninguém pode cobrar, não agora, o teu esforço. Teu corpo pede repouso, da vida tão sofrida. Mas fica tranquila, que os teus tão crescidos. E mesmo os pequeninos, vão ter quem cuidar. Dona Maria, dona da minha vida. Não sei quando será a minha última a benção.

Inserida por poesiademaria

Por mim eu vou viver. Serei mulher de mim. Dona do meu nariz. Senhora de si.

Inserida por poesiademaria

Eu sou dona do meu futuro, eu sou fruto dos meus esforços. Tudo que sou hoje, que conquistei hoje, devo a mim mesma, só a mim! Hoje eu sou oque eu quis ser, oque eu escolhi ser quando crescesse,ou talvez não, eu posso ter mudado meus planos do passado, mas me sinto bem onde estou. Como eu cheguei aqui? Foi muito suor, mas hoje eu tenho, família,marido, filhos,um emprego! Eu ralei pra chegar aqui, não foi fácil, não foi brincando, não foi sempre diversão. Eu me esforcei pra subir cada degrau, cada vez ficava mais difícil,bem mais difícil,faltou até fôlego algumas vezes. Mas eu bato na tecla, e digo, eu conseguir!

Inserida por StefanyAmorim1999

Ela é dona de um sorriso profundo. Sorriso que adentra minhas retinas, chega ao meu cérebro, e faz meu pequeno coração palpitar. Ela nunca saberá disso, talvez porque eu seja muito covarde para dize-la tais palavras. Quem sabe nessa realidade tão insana, de infinitas possibilidades, o destino resolva, doar aquele belo sorriso, ao meu pequeno e palpitante coração!

Inserida por MrLonely

Dona de Mim.

Não aceito meias palavras
Não espero acontecer
Quem pensa que me faz de boba!
Pobre coitado como se engana!
Viro á mesa dobro aposta
E te derroto antes de você perceber.

Não nasci para ser usada
Nem para ser uma opção
Nasci para ser a senhora
E dona do meu coração.

Portanto se quiser me ter
Preste muita atenção
Pois tudo que você me der
Amor respeito e paixão
Devolverei para você
Com carinho e dedicação!

Juce Helena.

Inserida por JuceHelena

Melania Ludwig
15 de janeiro de 2012 · Editado ·

Dona Elza

Dona Elza mulher ribeirinha
com filhos casados já vive sosinha
gatos e cães são sua companhia
do rancho é a cozinheira
ágil sobe e desce a ribanceira
buscando os peixes para a frigideira.

O salário na venda está pendurado
no sorriso um dente falhado
por conta de um marido safado
mas disso não faz alarido
"é pouco pelo que tenho vivido".

Na fala logo se percebe
é feliz com o que da vida recebe
quando a gente vem embora
sussura voltem sem demora...

mel

Inserida por MelaniaLudwig

É ilusão chamar de seu o que já tem dona .

Inserida por MyllenaFigueredo

Revés Obscuro.

Dona da beleza, que destreza.
De tabela é dita bela por todos.
Vende flores como mendiga? Diga-me.
Como suturas a tristeza se anda por ruas escuras?
Em Londres, talvez? Bem longe quem é você? Revés...

Astuta, quem és tu quando ninguém está vendo, menina matuta?
Em busca de uns trocados se faz a noite inteira.
Maldita tua presença nestas noites rotineiras.
Nas noites se conhece, assim como a lua conhece a noite e se escurece.

Faz dupla, sempre culta, sente culpa.
Desculpas sempre são tuas, Quão certa são suas certezas sempre absolutas?
E se em noites desconhece, diz que não conhece um alguém tão culto.
Mas cultiva a mente altiva pra conhecer o oculto.

Incrível tua capacidade de descobrir, cobrir, despir, sentir, mentir.
Meu martírio,
Colírio, aos meus olhos
Coleira, para meu pescoço.

Sadraque? Mesaque? Abednego?
Abstenho-me de tudo e nego, mas pergunto.
Será que és mesa que estendo minha toalha?
Quem será que irá para a fornalha?

Inserida por BrunoBeranger

Dona garota

Nossa, que perfeito
Com esse olhar certeiro
Entrou em meu peito
Um sentimento verdadeiro

Não, não olha assim
Porque assim
Você domina
A mim

Dona de um olhar
Dona de um abraçar
Dona de um amar
Dona garota.

Inserida por Altomar

Não almejo chegar ao topo da montanha, tão pouco ser dona da razão. Sou uma simples aprendiz da vida, para as dores das quedas. fiz uso do remêdio Perseverança. O desamor que me perseguia expulsei-o com a auto-estima, nas trilhas pedregosas plantei margaridas. Com bondade e respeito, venci minhas fobias e medos. Com amor ao próximo, obtive a serenidade para a alma. No grito das palavras, optei pelo silêncio.E foi com as batalhas internas que que reconheci meus erros, cresci como gente e aproximei-me do Pai.

Inserida por RoselyAndreassa

DÁDIVA

Ser mãe e dona de casa...
Conselheira e sofredora
chorar, enxugar as lagrimas
mulher rendeira ou redentora.

Do sertão ou do agreste
da cidade ou pervertida
parceira do cabra da peste
mulher é símbolo da vida.

Mulher é dádiva divina
mãe do único redentor
por Deus, foi escolhida
pára sofrer a sua dor.

Antes que a vida se acabe
não tem ferias nem descanso
se a turbulência te invade
seu chorar ainda é manso.

Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes

Seu amor me deixou sem luz na escuridão.
Tirou minha paz, meu chão,a razão...
Não sou dona dos meus sentimentos,
sofri demais meu coração.
Nao sei se vou conseguir controlar meus anseios,sua voz,seu calor,seu cheiro e
seu carinho carregado de beijos.

Noites vazias quero so você e ninguem mais...
Você nasceu pra mim isso eu ja percebi..
esqueci tudo que aconteceu, estarei sempre aqui.
Se sentir frio,tristeza e dor me procure,sempre
vou estar pronta para te dar amor.

Inserida por LucimarGeorgetti