Voce a Luz do meu Viver
Meu Jardim
Num dia excessivamente nítido e claro ao raiar de uma manhã amada, dia em que dava a vontade de ter trabalhado muito para nele não trabalhar nada, e me entrevi, como uma estrada por entre as árvores, como por galhos de galhadas que nos tocam o rosto e ao meio de um arbusto perdido em meio ao tudo e no meio do jardim terrestre, no meio mundo do mato terreno, oque talvez seja o grande segredo, aquele grande mistério de que os poetas falsos falam. Mas que não há um todo a que isso pertença e que um conjunto real e verdadeiro é uma doença das nossas ideias.
Digo de mim, sou eu
E não digo mais nada.
Que mais há a dizer?
Pelo Olhar da Vidraça
Pelo vidro
Da vidraça
De
Meu canto
De espiar
Noitinha
Baixando
Lua
De
Meia curva
Vespertina
A pontuar
Miríades
De
Outras tantas
Pouco
A pouco...
Livre para pensar.
Ao meu ver, o budismo tibetano é o menos contraditório (mais filosófico). As outras ramas são propensas a religiosidade , assim como o islamismo, cristianismo, judaísmo e demais. Talvez, tenhamos que matar Deus, não que ele esteja morto e distante de uma morte aparentemente inevitávele premeditada.
Niesztche, tem uma capacidade incrível de enxergar e verbalizar a sociedade moderna. Essa capacidade, porém, tem um lado muito pesado para um ser humano carregar. Niesztche, foi amaldiçoado com essa capacidade de ver nossa real situação e sente como quem procura Deus e o mata.
Essa crítica que faço à Nietzche, se refere mais à cultura do Ocidente, correto? Porque no Budismo, por exemplo, não existe a figura de Deus, de um Criador. A mente humana (consciência) é o ponto central. Somos (com nossa consciência), segundo os ensinamentos de Buda (como revelador, por observação, da mente), os únicos responsáveis por nosso destino (pela via do carma).
Meu corpo deitado na realidade
Sem palavras-chave. A chave da vida, do bem viveremos, sabemos e pensamos demasiadamente, e sentimos muito pouco.
OFF SINA
Cabeça vazia
Espaço
Pra se criar
Deixo
De ser
Real
Passo
A ser
Virtual
Crio
Meu
Avatar
Oficina
Do diabo?
O diabo
Que
Me carregue!
Despertar de Passageiro
Em meu despertar espiritual, arde em mim há tempos. Mas a ansiedade, a pressa e essa busca por satisfações rápidas, insipientes e que agarram em nosso eu maior, me afastaram de quem sou.
Para trilhar esse caminho, hoje inicio a busca da cura de toda angústia e os conflitos dentro de mim, em busca do eu maior.
Quando Buda, atingiu, alguém lhe perguntou: O que você atingiu?
Ele riu e disse: "Não atingi nada, pois o que atingi sempre esteve comigo. Pelo contrário, perdi muitas coisas, perdi meu ego, meus pensamentos, minha mente, perdi tudo o que costumava sentir que possuía, perdi meu corpo, pois costumava achar que era o corpo. Perdi tudo isso e agora existo como puro nada. Mas essa é a minha aquisição."
Para definir o que entendo por Meditação Profunda: é experienciar este estado de Buda.
No Meu Passo
Caminha
Caminhano
Pois que deve
Caminhá
Lhe acompanha
Fielmente
Sua pedra
De assuntá
Vez por outra
Paradinha
Tamem tem
Que folegá
Puxa fundo
Pigarreia
Já pensano
Em levantá
Segue em frente
Passo lento
Sua sina
Caminhá
Houve um tempo
De corrê
De caminhá
Apressado
Hoje
Mais sussegado
Andando
Mais divagá
Ora caminha
Ora sussega
Sempre um tempo
De pensá
Olhando
Fotos
De outros
Tempos
De quando
Havia fotos
Pra se
Olhar
Sorriu
Meu Deus!
Mudaram-se
Um pouco
Talvez até
Um pouco
Demais
O que
Nenhuma
Diferença fez
Ou faz
Meu silêncio que agride e a sua ausência que lhe matará. Quando alguém me agride, eu absorvo e devolvo para ele a reflexão.
Queria agradecer a mim mesmo, por não ter jogado fogo em ninguém e nem ter perdido meu réu primário.
Meu fado
É o de não saber
quase tudo
Sobre o nada
Tenho profundidades.
Não tenho conexões
Com arealidade
Poderoso para mim
Não é aquele que descobre ouro
Dei um passo
E
O mundo saiu do lugar
Dei um passo
E
Meu mundo sai do lugar
Toda vez que dou um passo
O mundo sai do lugar
Afinal,
A melhor maneira de viajar
É sentir
Não sei
Amuleto preto
Onde Deus guarda no escuro
Se meu caminho
Me perdia
Ou me encaminhava
Embotava a bota
E botava o chão
Brotado em rocha
De tanta graça
De leveza tanta
Que
Meu próprio suspiro
Me levanta
Exaustão de gozo
Que tal seja a regra
E longa é a vida
Que aguardo ansioso
O tempo nos parques
Gera o silêncio
Do piar dos pássaros
Das vistas destas araucárias
Na mesa
Do mundo
Meu imaginário
Sentam-se muitos
Desesperados
No corredor atento
No andar desatento
Sem um desalento
Sou todos eles
Nem razão
Tão pequena
Nem amplitude
Tão pura
A tua razão sensata
Se estendeis ao propor
A imitação
Pura do ser
No ascender de ir
Da imaginação
No propósito
Da Imagem em ação
Enquanto
De manhã escureço
E
De dia tardo
Lá longe
É quando
E
Onde há Cansaço
É onde meu tempo é quando
Entre tantos
Um dia
Me descubro
Entretanto
Que
O tempo nos parques
Cisma no olhar cego dos lagos
Sei de um bom lugar
Onde compreender
Que tal amanhã
Quando você voltar
Inelutavel Modalidade do Visível
Se tem uma coisa
Que
Acaba com o meu dia
É a noite
Não aguento mais a ânsia de ter
Bendita seja a ultima gota
Que transbordou
E fez você sair
De onde não merecia ficar
A existência
Agora, um eco vazio
Onde a nostalgia pinta
O céu de ausência
Em labirintos
De
Memórias e silêncio
A noite
Antes palco de sua presença
Agora
Um espelho que reflete imagem
Onde
Seu reflexo
Dança
Em cada sombra
E o tempo
Cruel
Insiste em não voltar
E a existência
Enfim
Encontrará sentido
Agora
O silêncio ecoa
Não mais o som
Da sua voz
Do arrastar de pés casados
Nem a sombra da sua presença
Apenas
O vazio que nos deixou
A sombra do que foi, memória vã
Na alma, um eco que jamais se finda
A saudade, um rio que não deságua
Em margens onde o tempo não se abriga
Aquela garota, ah, aquele olhar , meu coração frágil palpitou rapidinho quando ela me deu aquela encarada, foi um amor a primeira vista
Me desculpa ser um ser tão insensível, meu coração está em pedaços, estou me sentindo tão vazio, parece que tem um buraco cheio de angústias, me perdi em meio as dores e não consigo me encontrar, cheguei ao meu limite pois nem chorar eu consigo mais.
Escravo do sistema
Segunda-feira, obrigação de ter que ir trabalhar.
O sono ainda reside em meu corpo, me sinto cansado,
o relógio já despertou, e me vejo novamente atrasado,
ainda há estrelas no céu, mas tenho que levantar...
Tomar banho, escovar dentes, enfim me arrumar...
Acelerando meu próprio ritmo ainda que contrariado,
rumo ao ponto de ônibus rezando que não venha lotado,
esquecendo o café da manhã; sem tempo para tomar.
Mero detalhe diante de tantas outras adversidades,
que durante a semana inteira irão me aborrecer...
No fim de semana o cansaço esgotará as possibilidades.
Trabalhar, trabalhar; trabalhar... E não viver.
Escravo do sistema, encurralado por minhas próprias necessidades,
não tenho direito a nada que me dê prazer.
Meu filho Pedro.
Filho melhor que brinquei, que eu posso brincar, que amo sem dúvidas, que protejo sem pensar.
Mas como não cuidar se a mim foi confiado, pelo paí dos pais; que confiou em mim para educar, cuidar e proteger com toda garra do mundo. Filho meu e de meu pai.
Te amo
Lucaia eu te amo.
Hoje nessa manhã de sol radiantes, meu peito palpita te de tanta felicidade só pelo falto de te amar você.
Como te amar e bom melhor ainda e pode te ver saber que está bem, escutar sua voz como a mais bela sinfonia já composta por um maestro.
Só sei te dizer que eu amo você.
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