Voar como um Passaro Ate seu Coracao
"Sabe quando um pombo fica procurando migalha de arroz? Você tá parecendo um pombo procurando migalha de arroz"
A tristeza pode ser transformadora, mas a depressão paralisa, fazendo-nos sentir um misto de medo da vida e da morte.
Na pós-modernidade, houve um colapso das instituições e valores tradicionais, com a ciência e a fé perdendo sua autoridade.
O questionamento generalizado intensificou o individualismo, resultando na relativização da moral e no surgimento da pós-verdade.
Na sociedade pós-moderna, a pressão constante para se tornar um empreendedor de si mesmo gera uma cultura de busca incessante por sucesso e felicidade, promovendo uma visão extremamente individualista e egoísta.
você já sabe
porque já descobrimos isso juntos
que não pertencemos um ao outro
isso não é nenhum tipo de burocracia
ou alguma razão para te manter distante
juntos, as almas pulsam forte
mas não é pelo o que meu coração
bate.
Quando estavam um distante do outro, ele a seduzia com palavras, a tocava de uma forma viril e ao mesmo tempo delicada. Ele sabia usar as palavras como se tivesse usando as mãos, e deixava que delas exalasse toda a sua sensibilidade, sensualidade e lirismo. De uma forma totalmente surreal, ela sentia-se possuída por ele, alcançando um prazer que somente os amantes mais apaixonados puderam lhe dar
ARTISTA PLÁSTICO ARNÓBIO VERDE
Arnóbio Verde é um importante artista plástico Maranhense com um estilo inspirado na arte renascentista e que retrata o cotidiano, a fé e a espiritualidade, com suas obras sacras.
Foi reconhecido, com alguns prêmios e participou de diversos concursos em São Luís-MA, quando ganhou o prêmio com a arte e cujo tema (A razão fragmentada), no concurso de arte para a semana filosófica.
Além da pintura, Arnóbio Verde também se dedicou à ilustração, gravura e à docência, sendo professor de artes nas escolas da sua terra natal.
BIOGRAFIA DE ARNÓBIO VERDE
O pintor Antônio Arnóbio Ribeiro Verde nasceu no dia 01 de abril de 1979, em governador Newton Bello-MA, e desde menino já fazia seus desenhos, tudo o que ele via pela frente rabiscava em seu caderno de escrever.
Aos 15 anos já retrava a realidade da sua cidade em telas, pintava os moradores, homens trabalhando na roça, homens arando as terras, pintura dos santos como como a Santa Ceia. E uma de suas pinturas de destaque na região do alto-Turí, foi a pintura da Santa Ceia, na igreja de São Pedro em Maranhãozinho.
O artista com maestria tem contribuído com seu talento artístico retratando nas telas o cotidiano da cultura na cidade, onde percebemos que o mesmo deixou cravado nas paredes da igreja Nossa Senhora Da Conceição: o Cristo Pantocrator, que significa o Cristo todo poderoso e que alimenta a fé e fortalece a vida de um povo.
Em 1999, o artista Arnóbio Verde, entrou para o Seminário Diocesano em São Luís e estando lá fez cursos para aprimorar suas pinturas no atelier Hilton Japiaçu, com as técnica: lápis carvão, aquarela e óleo em tela.
O pintor Arnóbio Verde, é um artista que tem contribuído para a valorização da cultura local, focando os aspetos da vida e da realidade. Sua arte em 2023, viralizou nas redes sociais com a arte do rabisco nas plataformas digitais se expandindo para outros estados e ficou reconhecido como: o artista do Rabisco.
Portanto, para o artista Arnóbio Verde, as artes são sinais para podermos lembrar por onde o homem andou. E no seio da cultura a arte existe para que não morramos sem a verdade.
Hoje é um novo dia, uma nova chance, para fazer tudo diferente, e fazer melhor. Sem ressentimentos, sem culpa, sem amarras. Apenas fazer, lutar, realizar, comemorar. E acima de tudo, se satisfazer!
"E aconteceu que, indo eles falando entre si e fazendo perguntas um ao outro, o mesmo Jesus se aproximou e ia com eles." Lucas 24:15
Dois discípulos saíram de Jerusalém e no Caminho de Emaus, comentavam sobre o Acontecimento da Cruz, as palavras e o teor desta conversa atraiu a atenção do Mestre!
Refletir faz bem demais...
QUE TIPO DE CONVERSA TEMOS TIDO ?
Em um mundo de sorrisos, há quem tropece em risos. Para algumas pessoas, a felicidade alheia se torna uma fonte de incômodo, levando a sentimentos de inveja, frustração ou desconforto ao verem a alegria nos outros. Talvez o segredo seja aprender a dançar com a felicidade alheia.
Na contemporaneidade, há muitas pessoas perdidas, entristecidas e deprimidas devido a um mundo carente de referenciais, sem esperança e permeado por inseguranças e incertezas.
Vivemos tempos de sombras densas, onde o silêncio se faz refúgio e a palavra, um risco. A polarização ergue muros invisíveis, transformando o espaço comum num campo minado, onde cada sílaba pode desencadear tempestades. A liberdade de dizer torna-se miragem, ofuscada pela luz cortante da ofensa fácil.
Já não se pode abrir a boca sem que o ar se torne pesado, sem que as palavras sejam distorcidas, mal entendidas, censuradas. O diálogo, esse fio frágil que nos liga, estica-se até quase romper, ameaçado pela intolerância travestida de zelo. A palavra "tolerância" soa como uma piada amarga, dissipada no vento.
Onde antes floresciam debates, agora restam trincheiras. Cada opinião, uma bandeira; cada silêncio, uma suspeita. O medo de falar cala, sufoca, e a liberdade de expressão definha, encurralada pela vigilância implacável da hipersensibilidade. Escolhem-se as vias do ódio e da vitimização, em vez do entendimento.
A revolução necessária não brotará dos campos férteis; precisa de um terreno mais árido, onde as mentalidades sejam forçadas a mudar. Promessas de liberdade, por vezes, tornam-se prisões de benevolência, incapazes de curar as feridas que se agravam nas sombras do ressentimento.
No entanto, é preciso lembrar: a verdadeira mudança exige sacrifícios além das escolhas fáceis. É preciso confrontar a feiura que evitamos, a dureza das verdades que recusamos. Precisamos de uma revolução de mentalidades, um despertar que não virá sem dor, sem ruptura.
Nas fissuras da polarização, o ódio e a vitimização germinam, sufocando a esperança. Mas talvez, nas ruínas do diálogo, possamos encontrar a semente de uma nova compreensão, forjada no fogo da necessidade.
A liberdade, essa ave ferida, não alçará voo sem luta. E nós, perdidos entre sombras, devemos decidir: permanecer na escuridão confortável ou enfrentar a revolução que os tempos exigem.
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