Voar como um Passaro Ate seu Coracao
SALGADO MAR
Era um pensamento
Uma doce carícia
Era um doce sentir
Um beijo já dado
Mas com sentimento
Tornou-se silêncio
Dado a paixão
Ao nosso amor
Como o mar
Que bate na costa
Com as ondas
Ardentemente
De tantos beijos
De salgado mar
Com toques calmos
Dados na nossa alma.
O ser humano tem um grande problema: não quer uma evolução própria, mas sim uma evolução demonstrativa!
Desisti de chorar torto
por um amor louco, pirado
desisti de dá abrigo a minha loucura
que se dane,
que se molhe na chuva
que queime no sol,
que grite aos ventos...
desisti de me machucar
de mendigar risos,
palavras.
Se é para doer que doa
se é para engasgar
engasgue,
não vou dá mais guarida
não vou mais alimentar,
dá agua, comida...
que morra esse amor doente.
Leônia Teixeira
Libertou-me
Estava Sozinho
No meio de um grande vazio
Muitos me olhavam e adoravam me julgar
Mas no meio do escuro, dentro da Lágrima
Vi algo brilhar, era seu sorriso
Eram os seu olhos
Era o seu Brilho
Então na estrada da vida achei o caminho
E se em algum momento lembrar-me
Daquela Amarga Solidão
Meu coração me lembrará
De quem me tirou de lá
Vivemos em um mundo solúvel, um mundo feito para essa geração que enxerga literatura densa e profunda em 140 caracteres, que mal tem paciência para um vídeo de três minutos, ou que pula músicas por só ter interesse em um único momento.
É importante compreendermos a missão de um líder. O sucesso de um time está em enxergar os pontos cegos da equipe.
Cada mente humana é um mundo
particular, repleto de imagens,
expectativas e sonhos...
Deixe a mente fluir, transforme
os sonhos em possibilidades,
a vontade em oportunidade,
tudo o que você precisa,
reside aí, dentro de você...
Faça acontecer!
"Sob o clarão veemente da lua,
eu sigo por essa rua deserta.
Há um bosque solitário em meu caminho,
no qual habita um anjo de asas douradas,
cujo poder é arrebatar corações.
O brilho de suas asas,
era maior que de pedras preciosas,
a lua e as estrelas..
E naquele momento,
eu era mais uma vitima do seu encanto.
Então, o anjo se aproxima,
e sussura em meu ouvido:
A magia do amor com a qual te envolvi,
acaba de se tornar parte de mim.
Antes que raptasse teu coração
o meu já era seu."
(Inspirado na música infantil "Se essa rua fosse minha")
Taciturno
Intimo esmorecido
por aquilo que as temporadas
não suscita a mim.
Um lapso forasteiro
nas entranhas do meu ser.
Coração terno
carente de amplexos.
Silêncio afligido,
solitário, poupando
de narrativas de si.
Então recolho-me
no misterioso silêncio noturno,
sem conhecimento
do enigmático mistério da vida.
E de forma singular,
basta prender esses olhos claros a mim,
de tal modo que ,
ao descortinar meu espirito atônito,
o incompreensível torna-se
um brando travesseiro
onde recostamos nossas cabeças.
E olhamos através dos empecilhos,
rompendo o intransponível,
contamos as estrelas dos céus
como as bençãos dos nossos dias.
E intrepidamente desafiamos
o inimigo dos corações que se amam.
E esses quilômetros, querido,
tornar-se-ão apenas o destino cruzado
pelo qual andamos em direção ao outro.
E eu, desembarcarei no teu coração.
Nas notas da canção abandonada,
Vivencio os dias que não virão.
Dedilho nas notas feridas
De um amor rasgado ao meio
Onde guardei a parte que me pertenceu.
Canto o sussurro na madrugada silenciosa
Num sofá solitário.
E noutra noite tortuosa,
Perambulo por ruas distantes
Procurando o que não é meu...
mas estou só
"seguindo em frente" como me pediu pra ser.
E nesse escuro e chuvoso momento
As goticulas respingam sobre
Minha pele e toda minha roupa.
E mais do que a chuva,
Chovo eu por dentro
Rios de lágrimas por saber que tudo acaba.
Tudo aquilo que significa, acaba,
Se desgasta,
não aguenta mais uma chance,
mais uma conversa,
mais uma tentativa
E acaba.
Sinto o frio me abraçando
E o inferno gritando meu nome
Chamando-me de cima pra baixo
E só o peço pra ser uma pedra
Ao invés de coração
E transformar a melodia
que já foi de amor
Em uma canção funebre.
O Senhor Debaixo
No metrô de SP
Lá vai o senhor
E sua bagagem.
Às 6 da tarde
Com um envelope na mão,
Desce ele desse trem.
O senhor debaixo da neblina,
Acende o abajur no parque infantil,
Tornando visiveis
Os fantasmas que o rodeiam.
Envolto na nevola,
Um sussurro se faz ouvir:
"O pendulo da morte,
É a seta apontada pro peito do homem
Que vaga sem definir seu destino."
À caminho da catedral,
Avista o tempo transbordando
No peso de megafones,
O grito de desespero
Das almas que não partiram.
Exala do perfume funebre
E corre para a catedral.
Esta se encontra a meia luz vermelha
E o Cristo crucificado
No centro do altar
Chorando pelas almas perdidas.
Vermes circulam as velas
Que adornam o ambiente sagrado
E o Cristo desapontado
Com os homens,
Se retira do templo.
O senhor debaixo
Da sagrada escritura,
Resgata o bilhete do Cristo:
"A vós vim com o amor
E tudo que presenciei,
Foi a repulsa as minhas palavras.
Portanto, Aviso-te
O amor não habita
Em corações fechados."
Ouve-se o som bizarro
Da ambulancia a circular.
Sob o comando do palhaço
A gargalhar dos homens,
Incapazes apenas de praticar
As palavras do seu Cristo.
Ao abrir da porta traseira,
O paciente na verdade
É o próprio Cristo.
Não com marcas da salvação,
E sim feridas no peito
Fruto do abandono ao seu semelhante,
Jogando pelo ralo,
Toda a pregação .
Então o senhor debaixo
Do misterio que o cercava,
Apenas abriu sua mala
E levou o tal bilhete.
As pistas agora se encontravam
Como mais uma lembrança
Do descaso.
O Cristo se foi, mas o homem,
Ah o homem...
Nem sabe o que faz.
Quando chegamos à conclusão que começamos a nos amar é o início de um romance que vai durar pra sempre.
A cada passo, uma virtude,um sorriso, um pensamento, um bom dia sem vergonha, uma noite sem afeto e meses de ilusões.
Pode ser a vida te ensinando que castelos devem ser feitos de concreto e tijolo.
Um ladrão não é menos digno do que qualquer um de nós. Podemos roubar outras coisas do próximo sem nem ao menos sentir: a alegria poderia ser um exemplo não acham?
"As vezes precisamos apenas de um gesto, uma ação ou uma palavra.
Existem momentos em nossas vidas, que um simples olhar, um abraço sincero ou qualquer demonstração de afeto, é suficiente para nos confortar, nos alegrar.
Ninguém é 100% capaz de ser feliz sozinho ou tão auto-suficiente que nunca vá precisar de alguém.
Todos nos sentimos só, todos choramos, todos sentimos dor.
Por isto existimos, para nos ajudar, nos apoiar, "Para amarmos uns aos outros".
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