Voar como um Passaro Ate seu Coracao
ꔛ୭͓ꦿ݉ᐧᨗ🍒 ⃝༘🍒´݈{raiva incessante} 𝐏𝐨𝐞𝐦𝐚 𝐗𝐗𝐈𝐗
Como é engraçado ver você tão indiferente
Como você consegue ser tão inconveniente?
Tão irritante ver você sendo insolente
É lamentável demais ver que eu me submeti a alguém assim
Quando eu sabia que merecia uma pessoa melhor para mim.
[A COMUNIDADE HISTORIOGRÁFICA E SUA INFLUÊNCIA SOBRE OS HISTORIADORES]
Como em todo campo de saber – da Física à Biologia ou à Antropologia – os praticantes deste campo que é a História também precisam de seus pares, não se achando deles descolados, ainda que conservando a sua evidente autonomia. Esta comunidade invisível e indefinida, mas bem real, pressiona cada historiador de muitas formas, impedindo que ele se afaste significativamente da matriz disciplinar da História sob pena de que seu trabalho perca a legitimidade entre os praticantes reconhecidos da área. A comunidade historiográfica – formada por todos os historiadores atuantes no campo – pressiona cada um dos seus pares conforme o seu lugar na rede humana configurada pela totalidade de historiadores. Estes enfrentam os limites que o campo lhes oferece em cada época: podem desafiá-lo, inovar, introduzir desenvolvimentos inesperados, propor novos temas, mas sempre enfrentando pressões para que não se afastem muito daquilo que se espera de um historiador em cada momento da história da historiografia. Obviamente que, se não tivessem coragem ou vontade para desafiar em alguma medida o campo, ainda que respeitando os limites implícitos, os historiadores sempre escreveriam as mesmas coisas e do mesmo jeito, e a historiografia como um todo se modificaria muito pouco. Mas não é isto o que ocorre, como sabemos, pois existe uma relação dialética entre cada historiador e a comunidade historiográfica como um todo. Se a comunidade historiográfica pressiona cada historiador a observar os seus limites , níveis de reconhecimento e interditos, também cada historiador que faz parte do campo – e todos eles em combinações diversas – são capazes de exercer pequenas ou grandes pressões na comunidade historiográfica como um todo e com vistas às mudanças que vão ocorrendo na historiografia de cada época.
[BARROS, José D'Assunção. "História e Historiografia – todas as interações possíveis" In A Historiografia como fonte histórica. Petrópolis: Editora Vozes, 2022, p.29].
⿻🌹๋ོ࣭ꦿ❫ཱི{desabafos} 𝐏𝐨𝐞𝐦𝐚 𝐗𝐗𝐗𝐈𝐕
Eu estou cansada de mentir
Como é difícil fingir que está tudo bem
Quando está tudo se desmoronando
O que isso está se tornando?
Estou dando razão ao monstro que se esconde dentro do meu ser
Que ao meu ver irá me me destruir cedo ou tarde.
𓏲❛❛ .̇𖥨֗🍓ꩻ๋໊̈́{verdades que devem ser ditas} 𝐏𝐨𝐞𝐦𝐚 𝐗𝐗𝐗𝐕
Como eu gostaria que você acreditasse
Toda vez que eu dissesse que você é aquele com quem desejo ficar pela eternidade
Como eu gostaria que você acreditasse
Toda vez que dissesse que eu faria tudo que estivesse ao meu alcance para te fazer feliz
Nem que tudo esteja por um triz
Como eu gostaria que você acreditasse
Toda vez que eu dissesse amo tudo o que há em você
E o tanto que me enche de orgulho por você ser quem é.
✹◎்۫۫◦۪۪̥ ◎۫۫⁝🐻᜔᜔໋࣪˖᜔݊ ִֶָ ꐑ𖦆 ꧇{ᴄʜᴏʀᴏ ᴄᴏɴɢᴇʟᴀᴅᴏ} 𝐏𝐨𝐞𝐦𝐚 𝐗𝐗𝐗𝐕𝐈
É incrível como algumas coisas não mudam
Algumas se tornam fáceis
Outras se tornam difíceis
E há aquelas que são eternas
Espero que o que sinto não seja uma mera mentira
E tudo que eu sei é que meu coração irá chorar
Quando você decidir me deixar.
࿂ꦿ๋͚☀ᭂ꙰꙰꙰꙰ ᭼̣☃۪۪⭏ 𖥔 ׅ۬ ˖{ᴄᴏʀᴀᴄ̧ᴀ̃ᴏ ɪᴍᴘᴀᴄɪᴇɴᴛᴇ} 𝐏𝐨𝐞𝐦𝐚 𝐗𝐗𝐗𝐕𝐈𝐈
Como te desejo loucamente
Você vem à minha mente nos momentos mais inusitados
E meu coração fica inconformado de não te ter do meu lado
Eu sinto os seus lábios mesmo sem ter te beijado
Eu sinto o seu olhar em mim mesmo depois de tanto tempo
Mesmo estando afastados.
Meu coração está emaranhado
Amarrado à você.
🏵༄₊်⸼̥꒰ ཻུ۪۪۪۫⁞.ຳ›{insônia} 𝐏𝐨𝐞𝐦𝐚 𝐗𝐋𝐕
Como eu odeio essa ansiedade
A intensidade do medo que eu tenho de te perder todos os dias
Sempre vivi sem esse medo
Mas agora se tornou um tormento constante
Você não entende?
Tudo o que eu desejo é um amor que dure até depois da morte
Que expanda os horizontes de minha vida
Por favor veja o que eu fiz por ti até agora
Se em algum momento for duvidar de meu amor
Lembre de todos os eventos que nos levaram ao dia em que nossas almas se cruzaram
Se algum momento for duvidar de meu amor
Lembre de todas as vezes em que desmoronei em sua presença sem temer nada
Pois foi nesses momentos que eu concluí que te amava.
O amor, dura quando a confiança se apresenta como o prato de cada dia e a amizade, a sobremesa em cada refeição.
Às vezes procrastinamos o inevitável desejando sempre que o melhor flua, mas como saber o que é melhor se sempre nos esquivamos sem nem se quer explorarmos?
É incrível como o ser humano torna-se instável diante de situações que lhe impõe algum tipo de responsabilidade.
A graça e a santidade de Deus, é como o ar que respiramos a cada instante. Quanto mais nos entronizamos ela em nós, mais ela nos alimenta e produz vida em todos os sentidos.
O ódio aparecia do nada, insano.. Como uma pessoa saudável poderia ter tanta angústia dentro de si?
O grito preso o estômago suplicando para que descesse algo que comprimia a sua garganta.
O esforço é inútil sua cabeça é nefanda e estúpida.
Não se compara aos moradores de ruas, eles perderam o sentido, não me compare aos doentes acamados... A alma suplica a vida, mas qual vida?
Um corpo vivo e sem nenhum espirito.
Sonhos... grandes sonhos, todos padecendo.
O ódio me persegue, a frustração se fez uma amiga que não me deixa em paz.
Quisera eu ter minha mente sã, livres dos mais execrado pensamentos. Não há riqueza que os compre ou proposta de felicidades que sejam realista.
Vestir de livros
Eu era menina inquieta
Travessa como uma pipa no ar
Eu era bola de ping-pong
A mercê de um rumo a tomar
Eu fui adolescente irreverente
Sem travas a me parar
Eu fui adolescente angustiante
Sem um caminho a focar
Eu fui adulto intrigante
Com vários caminhos a percorrer
Eu queria tudo ao mesmo tempo
Com o tempo a me perder
Eu fui adulto interessado
Com muita façanha a fazer
Me interessava por tudo
Depois que
Me dediquei a ler
Hoje sou madura tranquila
Aquela que sabe o que querer
Porque me vesti de bons livros
E viajo pra longe ao ler.
Lupaganini
O HERÓI QUE CAIU DA TARDE
.
.
Morreu o herói,
Como morria a tarde.
Para ele, o silêncio estendeu seu manto
Sem o feroz fulgor das festas; sem fazer alarde
.
Ah, tu,
Que tantas lutas vingaste
Contra as tiranias que derrubaste.
Agora já não há glória; já não queimam fogos.
Somente o último calor suave: apenas o calar dos pássaros
.
Como é possível, a um herói,
Morrer sem fogos, sem a luz que arde?
Como é possível este pôr dos olhos, como um cair da tarde?
.
Os pássaros, à sombra, não respondem,
O riacho murmura e cala:
Morreu o Herói
Ao cair
da
Tarde
Real por Saik
Eu te amei com tudo ou nada
Voce me amou como sou
Quem foi que disse que amor não acaba?
Parece que o nosso acabou
Foi real e intenso
Do primeiro oi até a última despedida
Quero esquecer mas ainda penso
Que te quero por perto o resto da minha vida
Se amor fosse escolha, decisão
Iríamos escolher um ao outro
Mas não
Amor é a sorte do encontro
É se permitir queimar de paixão
E talvez, eu não esteja pronto
É estranho ter vontade de fazer muitas coisas como correr cantar gritar chora, mais ao mesmo tempo não ter vontade de fazer nada.
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