Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Tudo que eu preciso saber é como
devo lidar com o que sinto... porque esses
sentimentos estão ficando mas forte do que eu!
Quem sabe...
Pulsando perfura-me o íntimo como que tal adaga outrora posta em minhas próprias mãos frias. Eu o sentia próximo, corpo a corpo, mas de minhas mãos longe; no côncavo das mesmas não permanecia. Ele apenas feria-me o dorso e ali deixava sua marca, – mesmo sabendo que meu corpo era dele, insistia em minutar suas iniciais na minha pele - ali eu o reconhecia, mas era fora do meu alcance. Minhas madeixas já não mais na curva dos ombros, logo seu perfume se ausentava das minhas noites gélidas. Queria-o por perto, dormir abraçado e no calor do mês de fevereiro, transpirar o mesmo suor que meu amor, quiçá pelo próprio ar cáustico de verão, quiçá por junto a ele por em prática nossa literatura tão delineada há tempos atrás por versos meus.
Assim como mentira não deixa de ser mentira quando proferido por alguém que é verdadeiro, a verdade não deixa de ser verdade ao ser proferido por um mentiroso.
As pessoas se vão assim como as folhas caem no outono, assim como o sol nasce a cada manhã. - A última despedida
CIRCUNFLEXO
Quando me chegas colada a mim
Eu te afianço os cuidados das minhas mãos
Como se fora uma ode para ti
E me esguicho frente aos teus olhos
Tornando-me rio de águas de cristais.
Para o meu infortúnio
Tu pouco me abraças
E neste desejo calado
É que eu te amo amordaçado.
Me ponho a olhar para o meu jeito
Nma postura bem comum e torturada.
Entregues a ti, os meus braços me castigam
Refreio em minha boca algum gesto
E me perguntas: como vais comer
Como vais beber do que tu gostas
Como, depois, desta besteira
Vais acariciar novos amores?
Recostado em mim na posição de escora
Um anjo dorme seu sono do céu
E quando acordas da premonição acertada
Falas o meu nome e me dá-me
Tudo o que tinha apagado de mim
E tudo o que me fazia falta.
GOLFINHOS
Não é uma por nos festejar
Que os golfinhos de Fernando de Noronha
Nos assediam, como brincam
Neles tem o medo de que nós
Desejamos num relato de bordo
Seguir como conquistaram e se impuseram
Nossa nobreza falida
Eles temem por eles por que já sabem de nós
E de nossa visão direcionada do arpão
E assim, um batalhão nos segue
Como quem quer que os desocupemos
E nos aportemos fora de suas famílias
Enquanto o mar não se findar
Já noutras terras.
Aqui é o encanto deles
A lua sorri pra eles e já são cativos
Também das estrelas
Que continuam pelas águas descobertas.
E quem protege o coração contra o feitiço
Da liberdade de bater bem como quer
Esses peixinhos são por Deus também pessoas
E por isso lutam
A ver o mar entregue.
Ali eles nasceram se amaram
Como gente comprometido
Com o amor de fazer tantos alaridos.
Chega a noite e com a mesma visão líquida
Eles se aportam na calma do mesmo mar.
As palavras mesmo por impulso podem doer, podem chegar como facas muito bem afiadas e nos atingir com toda a força.
Até uma coisa normal como seu proprio nome pode-se tornar desconfortante, com o poder de marejar os olhos.
A sede pelo saber esta sumindo, não vejo mais curiosidade nas coisas, não vejo mais as coisas como elas deveriam ser.
É tudo esta se tornando mais negativo e dificil.
Em nossa vida há muitas coisas que vem e vão como a poeira espelhada pelo vendo. Amizades, amores, ilusões, paixões... e trazem tanto a paz e o conforto pra alma, como também decepções, frustações, sensações terriveis que parecem que irão nos sucumbir. Mas, é no meio dessas turbulentas mudanças que precisamos passar e superar durante a tragetória de nossas vidas, que testificamos quem são as verdadeiras amizades e os verdadeiros amores e só assim após essa dolorosa provação que passamos é avaliamos o que realmente vale a pena e que podemos colher os bons frutos das sementes que foram lançadas no meio do caminho de nossas vidas e que vinheram a permanecer e trouxeram bons frutos!
"Tenho desejo de viver ao lado das pessoas, como são e/ ou estão. Papéis me soam consideráveis, contudo sempre secundários."
Voce é como uma musica, que toca no meu gravador, esse gravador é como se fosse minha mente, e parece que a musica parou no replay do meu gravador!
MUNDOS
Porque me perguntastes
Que beleza eu abraço como minha
E por igual que se sugere
São da generosidade de dois mundos
Que valem o mesmo peso
E a mesma medida.
Um onde eu passo triste
Como uma árvore
Que derrama todas as suas folhas
Na estação diferente ou pelo tempo
É o mundo em que acolho
E passo dias me desviando
Das correntes de ar
Que batem em minha pele fina.
Passo para outro mundo
O mundo que em tudo muda
E me acoberto de flores amarelas
Este tempo eu fico na alegria dos ventos
Que encarecem os meus dias
E eu cultivo outros brotos
Como um pai natural
Alguém que se atém a espera da beleza
Como um tempo sorridente e próprio.
Tu és a flor mais bela que colhi no meu jardim de solidão,mas,como todas as outras,te vi murchar e morrer em minhas mãos
Sabe oque é amor, é que por mais que eu te ame, felicidade pra mim é como beber água, é uma necessidade Física.
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