Voar como um Passaro Ate seu Coracao
''E que dia você volta ? Eu sei que pássaro voa, mas às vezes a gente tem que prendê-lo numa gaiola, que é pra perceber a exuberâncioa das suas plumas. Às vezes temos que cortar as asas, que é pra não perdê-lo. Mas pássaro, bonito de verdade, nunca é nosso.. é sempre de olhares alheios. Sempre de outras pessoas. E quando menos esperamos, está ele, o pássaro bonito, indo embora de novo. Mas o que é bom e sincero fica com toda força. Fica com um gás de explosão. Volta, novamente, e trás todo o seu sorriso. Toda sua cor, sua tinta, sua expressão. Porque é disso que a gente precisa.''
(Volta)
Fico muito feliz quando oiço o cantar do sabiá pois, o cantar deste pássaro faz-se sentir em toda parte do meu corpo, como se eu estivesse totalmente excitado.
Permita que o pássaro voe,permita que a chuva caia,permita que o sol brilhe e que o tempo cure a ferida
O presságio é uma sensação latente , que me acompnha des-
de desde sempre. Com o passaro dos anos , com a maturidade -
se fortaleceu , tornando-se mais vívido.
""Amizade é gostar de alguém, dando-lhe total liberdade.Somente a amizade faria o pássaro voltar para a gaiola ainda que por carinho e amor a porta estivesse sempre aberta...""
"" Acredito que a essência do amor está na liberdade...Quem ama mais o pássaro? Quem o liberta ou quem o aprisiona para admirar...""
A inflamação do cântico do pássaro sabiá, é mais convencente do que a reunião dos homens bonitos com motivo errado.
O pássaro preto assobia de per si com sua garganta gregoriana a regência do cântico das aves, à traição do sol desfacelado em sombras pois já se avista o cume da Catedral, Catedral de Pássaros, a Catedral dos Pássaros, aves de asas cadenciadas.
O pássaro depende do galho para se sustentar, a árvore precisa do tempo para sobreviver. As estrelas precisam do céu para se intensificar e brilhar. Eu preciso do amor para sobreviver neste mundo de ilusões.
Hoje o pássaro da felicidade veio me visitar. Desceu do céu e se "sentou" na grama do jardim, feito dono de tudo e querendo um dedo de prosa comigo.
Cantou que estava feliz em me ver, parecia sorrir com o bico.
Hoje o pássaro da felicidade veio me visitar e retocou minha alma com o bálsamo da fé e foi.
Nildinha Freitas
O grilo
Cantava pra Lua de noite
E fugia do pássaro
Quando o dia amanhecia
Tem coisas que não se alcança
Por mais suaves
Sejam as palmas das mãos
Elas passam despercebidas
Há lugares pra se olhar de longe
E outros que se sabe
Mas nem ao longe se vê
Só não há como prender o tempo
Nem quando a gente o quiser
Nem mesmo sem o querer
O toque das mãos
Um dia deixa de ser tão suave
O canto do grilo
A Lua não alcança
O tempo troca a noite pelo dia
Correndo suavemente
Qual toque das mãos
Um dia deixam de ser tão leves
Porém são tão breves
Quanto a queda num precipício
A vida, tão linda que era
Até mesmo um encontro ela tinha
E passava toda a si mesma
A cuidar da sua própria beleza
Pois a beleza da vida
Quando a vida era bela
Jamais envelhecia
E passava sem pressa
Na certeza dessa espera.
Edson Ricardo Paiva.
O pássaro pulou
Voou de galho em galho
cantarolou bem baixinho
Meu amor, a minha flor-de-maio
dormia ainda
Não viu esta parte linda do meu dia
Tomara que ao menos sonhe comigo
Vai ganhar café na cama
Meu amigo passarinho vai pro chão
Pegar bichinhos nas flores que cairam
de vez em quando ele pia
depois voa
Todo voo é poesia
Voar à toa
Creio que seja
A coisa mais boa que existe
Eu não voo
e nem por isso sou sempre triste
mas me pergunto:
Passarinho, por que sumiste?
Mesmo assim meu dia é bom
Pois eu sei que você e ela
Existem.
Hoje amanheceu chovendo
O pássaro dormia, ele partiu
Meu dia amanheceu calor
Olhando o mesmo mundo
O vejo mais distante
Desejo ao pássaro
Uma boa viajem somente
Não tem como sentir
A dor de fazer tudo igual, diferente
Meu dia amanheceu
Tão quente
Sem motivo pra calar
Não faz mal estar tudo bem
Quando estar tudo bem
Não é, nem de longe, importante
O ar quente do balão
O vento forte contra a asa do avião
O tempo breve, cuja vida abrange
A grandeza do anjo
A beleza do jardim lá fora
O pássaro que há muito adormecido
Fez uma curva no céu
Acenou-me um adeus
Era a hora de partir
A corda do violão
Arrebentou, quando eu não estava perto
Se fez algum ruído ou não
Não sei
Somente o anjo, coração deserto
Decerto estava lá pra ouvir.
Edson Ricardo Paiva.
O pássaro foi preso porque ele tem asas.
A tarde vai
Noite cai depressa
Parece que não faz sentido
Vai-se como o pensamento
Uma vontade que, apesar de enorme
Sucumbiu, perante o tempo
Em frente da verdade
Te vejo chegando e pergunto
Meu Deus, o que foi que te trouxe?
Quisera fugir de desejo tão doce
Quem dera se ao menos tão breve não fosse.
Tudo são peças
De todos os quebra-cabeças
Mas a vida é toda feita tardes e manhãs
E tortas de maçãs
Esfriando, nas janelas do passado
Aquelas que, de vez em quando
A gente se recorda
Nunca ouvi falar de orgulho que não perecesse
No mais, tudo se ajeita
A tarde passa depressa
De maneira que foi só desejo
Que se põe pra sempre
Lá no fim da linha
Todo fim de tarde é uma visão perfeita
Onde um mundo de horizontes
Se enfileira bem diante
de todos os olhos do mundo
Quando finda o dia e a luz do sol se aninha
Mas a vida toda, ela consiste
De manhãs e tardes
Onde existe a pressa e o vice-versa
E nuvens que não passam por aqui
Se uma só, triste, passasse
Juro como eu lhe pedia
Que me ensine levitar
Que eu revelo a ela
O peso de pisar em brasas
O pássaro foi preso porque ele tem asas
Os pássaros são livres por estarem presos...às próprias asas
Eis a nossa natureza
Hoje eu olho para o céu, nada se move
Todo dia é todo feito de manhãs e tardes
E janelas a se abrirem pra jardins de flores mortas
Portas, donde agora estamos. Ah, se elas se abrissem!
Tardes passam, sem fazer sentido
Algodões que não se movem, que não chovem, que não nuvens
que não nevam, que não levam nada
Vão vivendo a vida, sem ligar se faz sentido
São borrões no céu, apesar de parecer felizes
Se passassem por aqui
Pedia pelo menos pra que ouvissem meu pedido.
Edson Ricardo Paiva.
Quando o pássaro tem asas
A gaiola impede o voo
Estando lanosa a ovelha
O homem vem e lhe tosa
Às vezes
devorado, desarvorado
e arrependido
Não me perdoo
Por ter estado aqui
Cantando para quem
Jamais me quis ouvir
Doando minha carne, meu sangue
o que me restava de paciência
Além de toda uma vida
Vida ingrata
Deus me colocou aqui
Sob a reles condição de primata
No país das maravilhas
Covarde como o leão
Sem coração qual o Homem de lata
Agora não me resta nada
Na noite fria
Qual ovelha tosada
Minhas asas agora cansadas
Me relegam à mercê de predadores
E eles não são tantos
Enormes são suas maldades
Porém, nem precisavam sê-las
Quase nada mais me resta
Uma janela,
luz de estrelas no Céu,
Luz de velas cá na Terra,
vontade de fazer o certo
Um coração ausente, que erra
e o diabo sempre perto
tentando que eu desista
Cuspindo em meus poemas
aumentando meus problemas
Rindo da minha alma de artista
Um dia tudo se acaba
Exceto essas verdades
Que me invadem e orientam
Cada um carrega sua cruz
A minha me orienta a direção
da Fonte Universal de Toda Luz
Que haverá de confortar-me
e dar-me um coração
E um anjo de verdade
Pra fazer companhia
Se ainda persisto
E porque eu acredito
Na existência desse dia.
O meu olhar meu olhar
feito passaro
pousaste no meu caminho,roubando todos os meus silêncios.
Ao pousar, respirei fundo e meio tonto, quase não lhe respondi, ia te procurar e te via passar e seu olhar me transpassava o coração como uma flecha do cupido, sua voz invadia minha alma e acelerava minha respiração, e cada vez que você me chamava, flutuava até você, e quando tinha a oportunidade de te tocar.
Provei do teu gosto e guardei, o teu hálito,
todos os teus sabores.
Misturou-se , ao meu sal, o teu suor.
Bailei nos versos que a tua boca preferiu falar.
E cantei as tuas cores todas,bebi todos os teus segredos,
arrepiei todos os teus poros e fiz eriçar
todos os teus desejos.
E depois de tudo, como uma roda viva , o mundo virou, e vc foi e eu fiquei, não sei a onde, e fui atrás de vc, contar o que aconteceu, Eu queria te falar, mas não sabia como falar!!!?
Como não sabia falar !!!
Eu só mostrava o
Meu olhar, meu olhar, o meu olhar!
Autor desconhecido.
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