Viver sem Risco
O risco desgasta a ponta, que marca a fibra, expressando a alma, transmitindo os sentimentos do acontecer
Quando escrevemos nunca sabemos de que modo seremos lidos, e mora exatamente aí o risco da beleza de se perder pelo corpo da poesia.
Não ser modesto demais para não correr o risco de ser espezinhado, nem imenso a ponto de atemorizar pessoas. Importante é a grandeza de caráter.
"Tenha cuidado para não correr o risco de magoar as pessoas que você tanto ama. Pense muito bem antes de dizer, ou fazer algo. Se estiver de cabeça quente, respire, se isole e espere a poeira abaixar antes de tomar uma decisão por impulso, a qual possa se arrepender mais tarde."
Vem, segura a minha mão
e me leva junto com você.
Quero correr o risco de ser feliz
por toda minha vida.
Ficar no "e se?" não resolve nada. Ao arriscar corremos o risco de quebrar a cara, mas é um bom risco à se correr quando o objetivo é ser feliz!
A vida é um grande contrato de risco. Quem tem medo de sair do casulo por causa dos riscos corre outro maior, o de sepultar a sua própria consciência.
O perigo existe. O risco existe. Mas o medo é uma escolha. O medo é apenas um produto da nossa imaginação.
Cuidado com as tempestades que você cria e depois correr o risco de não saber como se salvar de suas próprias inundações.
Chega um momento na vida, que você fala o que pensa, abre seu coração, seus sentimentos, com risco de magoar amigos e familiares, ou se cala para sempre, e continua sendo aquele cara bacana, sempre aberto concordando com todos para agradar, e sempre com um sorriso no rosto, intimamente triste e infeliz.
Não pegue atalhos, correrá o risco de perder-se. O caminho para o meu coração é único, reto, direto e não faz curva.
Tente...erre...acerte...continue!!!
Corra um risco por dia. Mesmo que no começo ele seja bem pequeno.
Quem tem medo de se arriscar corre o risco de perder, perde tempo por não tentar e perde a chance de vencer.
Teoria do Risco criado
Quando te vi,
Foi encantador demais...
Ainda não te conhecia,
Mas era tudo previsível...
Seu charme estridente,
Seu sorriso indecente,
Seu corpo reverente...
Mostravam que você tinha
Risco inerente!
Quando me envolvi,
Foi tarde demais...
Em você eu me conhecia
Apesar de ser imprevisível...
Seu carinho devido,
Seu beijo exibido,
Seu prazer deferido...
Faziam a gente apresentar
Risco adquirido!
A culpa então foi concorrente,
O grau de culpabilidade era evidente,
Só não sei quem foi a vítima
E quem foi o agente.
E naquela consumação,
Não existia prevenção
Ou contra-indicação.
Era para acontecer
Conforme o nosso dever-ser,
Queríamos que fosse assim
E deveria-ser assim.
Pois quando se ama
Não se dá importância
Ao perigo que está ao nosso lado,
Só depois a gente percebe
A Teoria do Risco criado.
E foi tudo mesmo arriscado,
Mas assumimos os riscos
E os danos causados
Pela periculosidade
Adquirida e inerente,
E fica assim combinado:
Você responde pelo amor procedente
E eu respondo pela felicidade da gente.
