Viver Sem Dependência
A ignorância é o pior inimigo ou o melhor amigo daqueles que não querem conhecer a verdade ou que não desejam ser libertos de seus sofrimentos, escravizando suas almas pela dependência gratuita do governo ou preferem ser mantidos como necessitados sociais através das doações de seu próximos.
Deus permite que passemos pelas crises e dificuldades, para sabermos se as nossas decisões dependem da nossa autossuficiência ou da Sua dependencia.
Os principais passos rumo à fuga dos vícios são aqueles acompanhados, amparados e disciplinados pelas pessoas que nos desejam o bem.
Um dos temas mais sombrios que temos, ainda hoje em todas as sociedades é quanto aos tratamentos alternativos na recuperação de dependentes químicos e drogas. O interesse só existe quando um ente querido está as voltas com este pesadelo que se arrasta para toda a família, em outros momentos esquecemos que ele existe. Tenho particular interesse sobre o tema, as literaturas, que conheço são todas experimentais mas a que me pareceu mais prospera apesar dos erros, foi a de Synanon, em Santa Monica, U.S.A. iniciada em 1958 e fechada em 1971, na forma original.
Na terra de natureza abundante e horizontes vastos, a mulher brasileira dança sob céus nebulosos, contrastantes e nefastos.
Nas sombras do cotidiano, uma dura realidade, ela foge do espectro da violência, sem descanso, sem piedade.
No lar, onde deveria encontrar abrigo e amor, é onde muitas vezes enfrenta um mar de odio, violência e temor.
Entre paredes que testemunham silêncios amargos, a mulher brasileira busca forças e se contenta com migalhas e desprezíveis afagos.
No tecer de seus dias, entre laços e desvãos, enfrenta o desconhecido, sem medo de seus grilhões.
Em um sistema que às vezes parece não notá-la, ela ergue sua voz, desafia a injustiça, mas a maioria se cala.
Com a coragem de quem tece os fios do destino,a mulher brasileira é luz em meio ao seu futuro escuro em desalinho.
Quando dependemos de alguém em qualquer coisa temos que aturar as dificuldades que ela coloca sobre nós, principalmente seus gostos de como querem as coisas e suas palavras. Aturar, aturar, aturar. Nos tornamos meio servos de pessoas que dependemos. E não é ingratidão. O outro se acha detentor do poder sobre você e por isso te humilha sistematicamente.
As religiões e o dinheiro não são o mau do mundo, mas a subserviência, ignorância e carência humanas que submetem o ser a eles, de forma cega.
As coisas nos circundam e não nós a elas.
Sim, eu sei, é difícil acreditar que essa cara feia, jeito arrogante, falta de ânimo e atitudes vis, a mentira em pessoa, ar de deboche e pouca fé, sejam no que se transformou aquela bela flor, broto da vida, olhos de lua, sorriso de arco-íris e extrema dependência para se manter vivo e saudável. Onde é que essa beleza foi deixada, perdida, arrancada de ti?
Não existe nada mais desolador que assitir alguém extraordinário perecer, desperdiçando tempo e talento, em um inglório esforço para tornar se medíocre.
Pior que a Inteligência Artificial é a Desinteligência do Ser Humano, totalmente dependente de uma máquina, sem usar mais seu cérebro!!!
Independente e dependente.
Quem cria os filhos para serem independentes, ao fazerem 18 anos não usam o automóvel dos pais, e ao fazer 19, namoram e não moram na casa dos pais.
Mas, o automóvel precisa de combustível, o automóvel elétrico precisa de eletricidade, a empresa precisa de funcionários e os funcionários da empresa, mas Deus não precisa de nós, mas nos criou e nós dependemos dele. Como o ar que respiramos. Criamos coisas para serem dependentes de nós.
