Viver Nao e Tarefa Facil e ser Feliz menos ainda
Entre o que foi e o que é
Eu tô com alguém bom, alguém que me faz bem.
Mas ainda carrego ecos de quem me feriu.
Não porque eu queira voltar,
mas porque certas lembranças não sabem ir embora.
Meu corpo já entende o novo toque,
mas minha alma, às vezes, ainda procura o antigo.
E isso me confunde — me parte.
Ele me fez mal, eu sei.
Mas há pedaços de mim presos nas memórias que ele deixou.
E o amor, mesmo quando dói,
tem um jeito cruel de se fazer presente.
Talvez um dia eu acorde e o passado não pese mais.
Talvez um dia o novo amor ocupe todo o espaço.
Mas, por enquanto,
vivo nesse meio-termo —
entre o que me destruiu
e o que tenta me reconstruir.
---
São seres humildes que tornam a sua sensibilidade ainda mais bonita.
Muitas vezes, quem se sente "pequenino" é quem tem a maior capacidade de acolher o mundo e tocar os outros com palavras sinceras.
Seja como a soca do arroz:
Se ainda está válida, aproveitamos ele, né? Então, se dá com o arroz, dá para o que é postivo na vida também, né? Fica a dica.
Eu acredito ainda que as pessoas especiais, assim como eu sou especial ainda conseguem ver seus avós que estiveram presentes na vida deles ou delas, assim como eu tenho contato com meus avós por parte de pai e mãe, a Leny e a Claudina com meu avô Odilon também falecido nisso até hoje me dizendo coisas positivas na mente, parecendo a novela Quem Ama Cuida da Globo, mas para um foco diferente para meu caso: fazer a vida andar nos momentos mais pesados dela.
Senhor, é madrugada ainda!
A noite está fria e silenciosa!
Meus pensamentos se misturam... meus pensamentos vagueiam!
A Tua presença me abraça!
O calor de Teu amor me aquece!
Senhor, enquanto muitos dormem tranquilos, outros se reviram nas calçadas entorpecidos pelo frio!
Envia Teus anjos, Senhor!
Coloca Tuas mãos sobre cada um deles, transmita-lhes o calor da esperança e confiança em Ti, Senhor!
Fortalecidos na vossa presença, com certeza terão força suficiente para enfrentar as agruras da vida e caminhar confiante de que dias melhores virão! Assim seja!
15 de Junho 2016
Khirbat al-Zababida
O vento ainda canta a antiga
canção beduína,
Cestos com cereais e frutas
cítricas e a poesia
de Khirbat al-Zababida,
O direito de regresso
é uma das leis da vida.
Estou nas flores de Jenipapo
desabrochadas em novembro,
Percebo que sem pedir licença
ainda ocupo o seu pensamento.
Passei a ser todo aysú na sua
mente, alma, corpo e coração,
Não conhece mais na vida
na visa nenhuma outra direção.
Versos Intimistas que ainda
hei de declarar para celebrar
a tua amorosa e doce vinda
sob a Sapucaia toda florida.
...
Versos Intimistas sob o Ingá
e eu olhando nos teus olhos,
É assim que dois boas-vindas
para você que mora nos sonhos.
...
Versos Intimistas sobre nós dois
sem clichês, sem mistérios
e sem deixar nada para depois,
declamações sob o Jequitibá-branco.
...
Versos Intimistas como buquê
eterno presenteado bem debaixo
do Jequitibá-rosa e uma história
surgindo entre nós toda venturosa.
A sua silhueta que foi feita sob
medida ainda que enigmática,
surpreende com beijos potentes,
que pouco a pouco vem sendo
capturados, raptados e sem devolução,
Deixando na minha que é sua
geografia incontáveis rastros
sensuais em adoráveis formatos,
Teus apelos que viram poemas totais
e labaredas plenas e inapagáveis.
Um abandono tem provocado
da minha própria consciência,
não tenho mais noção de nada,
sem noção da essência real se é
ou não é de fato para nós pecado,
nutro a imagem e sensação
como se aqui já tivesse chegado.
Um mistério crescente, envolvente
uma fantasia total e evidente,
exposta publicamente para dizer
que estou pronta para viver a gente.
Quando as sapucaias florescerem
ou derem frutos sou eu a sua poetisa
que estará de alma e coração presente
lembrando que se é para vir que venha,
romântico, indecoroso e avassaladoramente.
É perceptível que o apego ao valores da Ditadura por parte de uns aqui no Brasil ainda é contemporâneo que eles censuram com desqualificação os filmes premiados e o carinho a sociedade que manifestam alegria pelas premiações.
O espírito de Paineira-rosa
ainda se conserva nesta
terra que só pode contar
com os próprios olhos
para o nosso céu vigiar.
O desamparo austral é
um fato que ninguém mais
pode fingir que não há,
Não é de hoje que tem
gente fingindo que não
tem sido da própria conta,
este mal de ponta a ponta.
Aperte forte a minha mão,
que aos poucos vou te contar
sobre estes tempos que são
próprios para moldar o ter e o ser,
para ninguém -- nos derrubar.
Se o apelo é erótico sob a luz
do dia, das auroras e da noite,
digo as respostas conhecidas,
Porque em aspectos internos,
temos muitas coisas parecidas.
Somos feitos de terra, água e ar,
e o poder de fogo para o jogo,
é preciso por contar conosco
mesmos para unidos forjar,
para do que distrai nos preservar;
A glória inextricável pertence
somente a quem busca se alinhar.
Nada retira a autoridade
de ter visto ou vivido,
Ainda é bem vívido
como se tivesse ido
agora para encontrar um
povo gentil que sabia
receber a qualquer hora,
Sem marcar parecia
estar esperando desde
a aurora matutina.
Ali lado a lado de nós,
sem questionar --
e sem importar da onde
veio ou para você onde vai,
olhar para o relógio
não estava em questão.
Nostalgia de Ardósia
bruta ou em placa --
de quem tem memória
estradeira até chegar
de longe em Paraobepa,
Sem mesmo atentar
que ía pavimentando-se
o tempo naquela terra,
e trazer à tona a poeta.
Folia de Carnaval
anunciada no silêncio
citadino de Rodeio,
Antecipando do que
ainda para nós não veio,
e que não pede freio.
Do teu amor não
terei nenhum receio,
E o seu coração
com o meu terá jeito.
Sob a Lua de Neve
por dois escrevo,
O sutil encanto que
ilumina o romance
bonito que preludia
com gala e magia.
Se você procurar por aqui ainda
se encontra alguma Festa Julina,
enquanto alguns escrevem poesia.
Recordar que no mês de julho
aqui na Rodeio tranquila que fica
no abençoado Médio Vale do Itajaí
a tranquilidade e muita alegria
têm endereço certos até neste inverno.
Muitos se preparam para dançar
e se encontrar no Baile do Vinho,
enquanto uns são escritos pela poesia.
Com toda a tradição a festa se faz
para o colono e o motorista,
que desfilam com muito orgulho
os seus carros e tratores pela cidade,
e sem saber que eles também
escrevem a poesia dos dias na realidade.
Agosto acenou para mim
com pétalas de Ipê-amarelo
logo que saí de casa cedo,
o quanto ainda te espero
foi o que carreguei comigo.
Não nego que aos quatro
ventos sussurei o meu desejo,
Mesmo sentindo a mudança
de estação no corpo
a cada cinco minutos;
Do jeito que você virá não
tenho nenhum receio,
porque virá para mim inteiro.
O Sol que ainda estava
meio desgosto por aqui
na minha cidade de Rodeio,
fiz dele o meu intercessor
para que me guie pelo teu
bonito caminho de amor.
Cai serena a tarde nublada
com a sua luz acetinada,
O meu coração ainda
que tímido encosta
no seu para cabermos
num objetivo ainda maior
que só o futuro dirá
se o seu amor é todo meu.
Eu ainda prefiro as fofocas das vidas dos artistas do que saber das fofocas dos políticos. Nestes últimos anos desfrutamos quase nada de fofocas das vidas dos artistas.
Ainda que silenciosos
no campo das carícias
nas nossas emoções,
e das mútuas intenções:
Embalamos tentações.
Iluminados pela Lua,
sou a tua amada Cantuta,
És tu o meu Beija-flor
em meio a brisa noturna.
Com dulçor tudo ao redor
nos coloca para dançar Huayno
com ritmo, ventura e fervor:
Não duvido que existe amor.
Inacreditável… A pessoa enxerga o próprio erro, sabe que está errada, mas ainda assim escolhe continuar no mesmo caminho. Chega um momento em que não faltam palavras… sobra apenas a decepção.
@ivomendesmorais
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