Viver Nao e Tarefa Facil e ser Feliz menos ainda

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Amor masoquista é aquele que já acabou faz tempo, foi embora e te deixou mas que você ainda teima em guardar no coração e em sentir sua falta e deixa de seguir em frente por conta de um amor frustrado, que não merece nem a sua saudade.

O tempo está passando tão rápido que tenho a sensação, de que ainda nada vivi.

Para um tanto que quase tudo de mim quiseres, dou-te ainda a plenitude do que de tudo de mim completa: amor. É lá que estão contidos o meu mais puro olhar, o meu mais sincero gostar, o meu mais profundo sentimento, o toque suave da minha esperança por dias que valem a pena ter. É exatamente nele que Deus habita em mim e me faz ser imortal, eternizado na simplicidade dos que gostam de andar descalço, descamisar orgulho e sentir a liberdade de ser um ser, verdadeiramente, humano. Assim, que todo amor que existe em ti, possa fundir-se em todo amor que existe em mim. Seremos imbatíveis e, humanamente, inesquecíveis!

Desejo que a forte energia de renovação que o dia de hoje nos oferece derretam as defesas que ainda impedem o despertar para o mais puro amor Crístico.
Perdoe, releve, liberte-se de tudo que não te nutre, que não ilumina o seu caminho.
Transforme-se, renasça!

Ainda que eu tenha caído no caminho da escuridão, você sempre será a luz em minhas memórias

Unir forças ainda será a salvação do mundo

Ela sabe fingir, mesmo chorando por dentro, ela ainda assim sorrir.

A mulher da minha vida

Ouço sua voz quando ela ainda nem chegou.
Seu perfume a brisa traz, anunciando sua chegada.
Ela tem um sorriso único, meu maior refúgio é seu colo, nos entendemos pelo olhar...
Ao redor, todos a amam, porque ela é verdadeira.
É um presente perfeito estar em sua companhia!
Maravilhosa! Quando nasci já sabia que ela seria a mulher da minha vida.
Amo-a com todas as minhas forças!
Amo, amo e amo!
Amarei por toda vida...

Eclipse...
E quem sabe antes do dia acabar será tempo de inspiração ainda...
Antes de meia noite então, estarei com meu caderno em mãos.

Mesmo que seja tarde e frio,
Ainda vou insistir e ficar com você.
Mesmo que tivesse um infinito de opções,
Eu ainda escolheria você.
E se o tempo parasse,
Ia querer estar na sua companhia.
E se fosse infinito,
Seria inteiramente sua.
E quando se tornasse difícil,
Lutaria por nós;
Mas se fosse fácil,
Obrigada meu Deus.

Um pouco de calma resta em mim.
Aquele sentimento ainda me deixa ruim.
Os dias naquele lugar, um dia pareceram não ter fim.

e então aquele pequeno guerreiro ainda esta em pé empunhando aquela espada e aquele livro mas quem ele quer defender não é a ele mesmo é a quem ele ama!

Para pensarmos...Quantos Tiradentes ainda morrerão por descaso da justiça?
A água daqui transformou-se em sangue!
O verde agora é só nas entrelinhas...
A lama daqui, agora é a sua preocupação dai...
A água que falta aqui! amanhã o seu filho de lá, não terá para matar a sede!
A lama daqui! lembrará o sangue que sempre foi derramado!
SE TIRADENTES AINDA ESTIVESSE VIVO, ELE SERIA MORTO NOVAMENTE!

Alguns arranhões nunca serão sinais que perdemos a luta e sim que o adversário valorizou ainda mais nossa vitória.

Se tem uma coisa que abomino nas pessoas, é a arrogância e ainda se acham " O CARA"

O que importa é que ainda estamos aqui,

o diálogo é a porta para o entendimento.

Tempestades cessam, o frio passa,

o calor se vai, a chuva se despede,

as flores morrem, as folhas caem…

Mas o amor, ah o amor…

Esse permanece!!

Eu odeio aquele cara, e isso faz com que me apaixone ainda mais por ele.

Eu ainda acredito que ...
O dia em que a humanidade for nossa raça ;
E o amor a nossa religião ;
O mundo haverá salvação

As estrelas brilham no céu, o amor alarga ao coração e a sinceridade, ainda que forçada, faz bem a essência da alma.
Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)

NINGUÉM AGUENTA MAIS

E agora? Para quem vou falar de nós? Sua camisa ainda está no armário, seu cheiro sempre impregna o edredom, seu fantasma ronda minha aura e nunca sei qual vai ser a próxima reviravolta. Você enche o meu baú de interrogatórios incessantes e deixa a necessidade de desabafos que o silêncio não dá conta de administrar. Treino as cenas dos próximos capítulos no espelho, na sala, nos intervalos entre uma esquina e outra, e ainda assim os receios dos diálogos manarem para outros rumos ou de não mais acontecerem, matam o meu resquício de sossego.

Ninguém entende. E sei que nada é completamente compreensível para quem está do outro lado de uma linha tão tortuosa, que inda que fosse linear, não anularia o fato de que só os personagens de um livro podem falar veridicamente sobre a sinopse, mais do que o narrador ou o leitor. Mas preciso dizer, sabe? É isso o que você faz comigo, planta um tumulto que não sei aclarar no isolamento. Ninguém enxerga o que você deixa nas minhas entranhas, no tapete do corredor e em cada cílio que cai, então não posso exigir que concordem com as sandices que tenho cometido nesta história. Mas é que, ao menos, antes eles me escutavam.

Nas primeiras vezes disseram que eu estava esquecendo dos outros focos da minha vida e que era para parar de rebobinar a nossa fita, afinal, nem mais existe videocassete. Então, eles ouviam seu nome enquanto eu dormia, matavam baratas na minha frente e o sangue delas já não me incomodava, qualquer outra dor e tortura era irrelevante. Tudo o que importava eram as questões que você fez de semente e a falta da nossa dimensão. Eles desistiram de mandar-me parar, apenas deixaram que eu me martirizasse pelas caóticas valas que fizemos.

Nas últimas vezes, falei para olhos desviados e mentes exaustas de descrições sobre o nosso caso perdido. Talvez porque eles soubessem que nunca era tão perdido assim, talvez porque estivessem conscientes de que nenhum conselho dito iria ser seguido. Você é minha impulsividade, e meu talvez.

Parei de falar por um tempo. Sim, eu consegui. Nos últimos meses contive as exacerbações em prol do nosso teste, estava esgotada. Não queria mais acidentar a sua imagem, mesmo que em alguns casos fosse algo merecido. Queria somente dar a chance para excluir os pontos nebulosos caso fossemos finalmente alcançar uma quietude nesta desordem. E, depois, você não fez por onde. Não me espantei. Nem eles.

Mas, e agora? Quem vai aguentar ouvir de novo o mesmo nome escandalizado na minha voz tristonha? Não há mais quem fique surpreso com a sua falta de cuidado e verdade. Mas ainda assim preciso entender e gritar, porque você faz bolas de pelos na minha garganta e sei que nenhum de nós quer que seja este o desfecho. Sei o quanto você me dói e isso é fácil de enumerar, no entanto, como explicar o quanto você me restaura? Quem vai querer emprestar os ouvidos para passar por todo esse processo outra vez?

Todos já desistiram de nós. A fé contínua é apenas nas nossas voltas confusas, mas nunca em uma permanência. E estou passando a acreditar neles, estou passando a não aguentar ouvir seu nome exalando nos meus neurônios para noticiar os mesmos plantões. O caso é que não posso falar sobre nós com você, que é com quem mais deveria... Porque sei que nossos debates findam em uma trágica visão de beijos, lágrimas e silêncios. Você explica o que nunca é suficiente, e eu canso de perguntar. Contudo, nunca a última vez é bastante para ser fim. Até que em algum momento será. Em algum ponto não serei o porém e você não terá mais poder de reformular uma vírgula, porque, meu bem, a sua camisa vai indo cada vez mais pro fundo do armário, o seu cheiro vai esvaindo-se na máquina de lavar e seu fantasma vai ficando invisível. Não são as palavras, são os atos que podem nos salvar. E já repeti este clichê mil vezes, tanto, tanto e tanto, que nem mais ele tenho forças para recolocar. Um choro e a sua volta não vão pendurar sua camisa na frente das outras e nem fazer o edredom deixar de ser lavado, mas se você fizer direito, se tiver equilíbrio e maturidade, se souber ficar, sim, aí todo o resto ficará também.

Para quem vou falar de nós se sei que falar não basta? Se sei que não há mais paciência. Se sei que nem mesmo eu suporto mais. Se sei que agora entregarei em suas mãos cada chance que vier para que tentemos uma última vez.

Pela primeira vez, estou em mudez. Não há mais para quem discorrer e nem novidades chocantes a serem ditas. Tudo está repetitivo, você concede previsibilidade. Silenciei, e quando nos calamos sobre o que está no centro do nosso peito... Bom, significa que já não está mais tão no núcleo assim. É, agora sim, pode se preocupar, com razão. Se o vício passa a não ser cometido da maneira de sempre, já não é mais tão vicioso. Porque este é o primeiro passo para determinar uma sequência de outros, de que na próxima vez já não vou cheirar, até depois já não tocar, para depois já não olhar, não procurar saber... De passo em passo fluindo e deixando, até não sobrar nada que me faça desejar o sol batendo no seu rosto numa manhã de domingo, enquanto começamos tudo outra vez.