Viver Nao e Tarefa Facil e ser Feliz menos ainda

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O ato de escrever consiste em ser sucinto ao leitor, escrever de forma clara, objetiva e não perder a erudição é uma arte rara.

'Amor'
Existe um centro de gravidade na vida, ele se desloca rumo ao outro, o ser não habita só nele, mas também na realidade do ser amado, descentraliza o seu eu, pois o "outro" está nele.

Ser antissocial não é deixar de ir às festas.
Eu só não me prendo aos padrões sociais e às regras que "disseram" serem amigáveis, ou politicamente corretas, de convivência.

Um dia você descobre
que a vida não foi à toa
e que, apesar de não ser tão boa
não há dor que não se cure
não há dor que pra sempre dure
e que, infelizmente
não existe dor que não doa
o que existe realmente
é dor que se sente à toa
tem a dor que te consome
e a dor que sem pena te rói
mas a dor menos amena
é a dor que apesar de ser dor
você nunca sabe onde dói.

Ser ou não ser?
Veja a cor da cereja
Não importa
a tonalidade do vermelho
a rosa também nasce branca
Nem sempre a cereja é vermelha
Nem sempre tudo é somente
aquilo a que se assemelha
Os espelhos também mentem
Melhor confiar na intuição
Entre o Céu e o chão
É sempre aconselhável
conhecer o que se quer
Antes de querer
Eis a questão!

⁠"Não é a escola que deixa o ser inteligente, a escola ensina a usar o interesse pelo conhecimento, quem não tem interesse e sabedoria, sempre estuda e nunca aprende."

"O mundo não deixará de ser redondo só porque você pensa que ele é quadrado, ou o mundo não deixará de ser quadrado só porque você pensa que ele é redondo; ou você se adapta, ou passa a vida sem se encaixar em nenhum lugar."

"O ladrão acha certo roubar, mas acha errado ser roubado. Quem não analisa o próprio comportamento, corre o risco de roubar o espaço, a paz e o direito do outro."

"O livre-arbítrio não lhe impede de ser um ignorante."

⁠Nenhum cristão pode evitar a teologia. Todo cristão é um teólogo. Ele pode não ser um teólogo no sentido técnico ou profissional, mas ainda é um teólogo. A questão não é ser ou não ser um teólogo, mas se somos bons ou maus teólogos.

Ser diferente em um mundo que copia tem um custo que não aparece na etiqueta, mas pesa na rotina. A sociedade opera em modo reprodução automática: tendências são replicadas, opiniões são recicladas, personalidades viram moldes prontos para consumo rápido. Quem rompe esse script deixa de ser confortável. E tudo que desafia o padrão primeiro é questionado, depois criticado, às vezes isolado. A diferença incomoda porque expõe a fragilidade da cópia; ela revela que é possível pensar sem manual e agir sem plateia.
O preço começa na solidão estratégica. Nem todo mundo acompanha quem decide sair do piloto automático. Há olhares atravessados, comentários disfarçados de conselho e tentativas sutis de enquadramento. Ser original exige sustentar a própria identidade quando o algoritmo social empurra para a homogeneidade. É mais fácil repetir do que criar; repetir gera aprovação instantânea, criar gera resistência inicial. E é justamente nesse intervalo entre a estranheza e o reconhecimento que muitos desistem.
Mas há um outro lado desse custo: autonomia. Quem aceita pagar o preço da diferença conquista algo que a cópia nunca entrega; Autenticidade. Não é sobre rebeldia vazia, é sobre coerência interna. É alinhar discurso e prática, mesmo que isso reduza aplausos. No fim, o mundo que copia pode até rir primeiro, mas inevitavelmente observa depois. Porque toda transformação começa com alguém que suportou ser estranho antes de ser referência.

O meu ciúme tem destruído tudo que poderia ser bom. Triste é que não é sem motivo. E mesmo quando não há, paira no ar a dor causada naqueles outros dias.

Eu não sei sentir sem sentir muito.
Não sei querer se não for por inteiro.
Não sei ser, se for para ser pela metade.


Carrego intensidade até no silêncio, verdade até no que calo, entrega até no que temo.


Por isso me pergunto: por que me invades?
Se sabes que, quando entras, nada em mim permanece raso.
Tudo transborda. Tudo ganha nome. Tudo pede permanência.


Porque em mim, o pouco nunca soube morar.

Um cara que tem de ser respeitado é o tal do Sentir. Sobre ele não temos controle: é atemporal, doido, desaforado e vive nos extremos — ou odiamos, ou amamos, sem meio-termo. Não se explica nem se entende. Agora, convenhamos: não dá pra viver sem ele.

As pessoas não precisam ser do jeito que a gente quer. E a gente também não precisa ser do jeito que elas querem.
A gente precisa se sentir bem sozinho. Quando escolhemos estar com alguém, tem que ser porque gostamos da companhia, porque queremos e porque nos faz bem. Nunca por obrigação ou carência.
As pessoas não se precisam uma da outra. Elas se completam, mas não como duas metades. E sim como duas pessoas inteiras que resolvem dividir sonhos, alegrias e a vida juntas.

Não se preocupe em ser uma estrela, se preocupe em fazer um bom trabalho e isso acontecerá.

Leveza não é fraqueza


Demorei a entender...
que ser leve não é ser frágil...
e morrer todos os dias e renascer em flor...
é ser firme o suficiente para soltar o que pesa.


Carrego dores com delicadeza...
para que elas não arranhem quem passa por mim.
Faço do silêncio, abrigo.
Falo pouco, mas sinto muito.


A leveza é resistência...
Já fui tempestade sem sentido...
hoje sou garoa persistente...
molho devagar...
mas alcanço fundo.


Quem acha que minha calma é passividade,
não viu as guerras que venci por dentro.
A leveza que carrego foi esculpida em silêncio,
entre perdas que calei...
e recomeços que ninguém viu.

⁠Pessoas gostam de ser ouvidas, mas não gostam de ouvir...

Se dinheiro fosse tão poderoso não poderia ser tão facilmente destruído! O verdadeiro poder é indestrutível e deveria ser o mais venerado!

Não encare o problema como uma problema. Encare como um novo desafio a ser superado.