Viver Nao e Tarefa Facil e ser Feliz menos ainda

Cerca de 798768 frases e pensamentos: Viver Nao e Tarefa Facil e ser Feliz menos ainda

... pensamentos
concebidos para difamar,
e não para enaltecer, não
deveriam ser sequer pensados, por
evidenciarem não as insuficiências
do outro, senão a nossa precária
cognição!

Decidindo não ser mais degrau a ninguém,
Decidindo não mim Importa mais, já vi, presenciei que não sou mais importante aliás nunca fui.

Não veja a dor como punição e sim como preparação, pois a semente para crescer precisa ser partida, a luz para iluminar precisa ser quebrada, a ave para voar precisa das quedas, o bebê para viver precisa romper.

O amor é pra ser vivido e não reprimido!

E no instante em que tudo for bom, algo não se fará mais presente dentro do ser!

Pensar diferente não significa ser preconceituoso; ter liberdade de opinião é relevante e não sinal de preconceito.

Ser forte não significa nunca ter medo, incertezas ou momentos de dúvida. Ser forte é olhar para as próprias vulnerabilidades, reconhecer suas marcas e, mesmo assim, escolher caminhar com integridade e honestidade. O respeito mais valioso que você pode conquistar na vida não é o aplauso dos outros, mas aquele momento em que você se olha no espelho e sente orgulho da pessoa que se tornou.Siga firme,respeitando o seu próprio tempo. A caminhada é sua e cada passo conta...
*Bora pra cima*

O primeiro som que sucede o silêncio não deve ser um estrondo, mas uma pulsação. A verdadeira paz não exige a imobilidade de quem respira; ela apenas pede que o movimento não seja uma fuga, mas um ancorar contínuo. Ao atravessar as cortinas recém-abertas, o cenário que se revela não nos apressa. Ele exige presença. É na cadência minuciosa dos passos, no atrito suave da sola contra o cascalho da própria jornada, que a identidade deixa de ser uma ideia no espelho e passa a ser o chão que pisamos. O silêncio nos ensinou a olhar para o centro; agora, o ritmo nos ensinará a caminhar a partir dele.

[Verso 1]


Olhar-se no espelho deveria ser
o mais simples gesto de amor,
não o altar secreto do ego,
nem um julgamento sobre a cor,
sobre o corpo, o rosto ou a idade,
sobre tudo o que o tempo tocou.


O espelho não conhece a alma,
só devolve aquilo que encontrou.
Mas existe um rosto atrás do rosto,
uma história atrás do que restou,
uma criança pedindo cuidado
e um adulto dizendo: “Eu aqui estou”.

Mente Calma
Uma mente calma não corre atrás de vento.
Não grita pra ser ouvida,
não empurra o rio pra ele correr mais rápido.

Ela entende que provar cansa,
que controlar machuca,
e que paz não se conquista na força.

A mente calma é como água:
se adapta, contorna a pedra,
mas não perde a essência.

Ela sabe que o mundo lá fora pode gritar,
mas por dentro... por dentro escolhe silêncio.
Escolhe limite.
Escolhe leveza.

Porque quem está em paz com si,
não precisa vencer discussão.
Precisa só continuar inteira.

Viva para ser livre e errar, não para fingir que o seu amor é perfeito. Dê a si mesmo o tempo que você tanto chora para pedir. Um tempo para respirar, juntar os seus pedaços e parar de carregar sozinho a culpa de um amor que só machuca. A vida muda de fase, e deixar ir quem não te faz bem traz paz ao coração.

A Inteligência de Perguntar

Ser inteligente não é ter todas as respostas. Talvez seja justamente o contrário: é compreender que nenhuma resposta consegue encerrar completamente uma pergunta.
Há pessoas que passam a vida procurando certezas. Querem saber onde pisar, o que pensar, em quem acreditar e qual caminho seguir. Outras, porém, aprendem que viver também significa caminhar por territórios onde ainda não existem respostas. E são essas pessoas que descobrem que a dúvida, quando nasce da curiosidade, não é sinal de fraqueza. É sinal de uma mente que continua viva.
A verdadeira inteligência talvez comece quando temos coragem de dizer: “Eu não sei, mas quero entender.”
Porque quem acredita que já sabe tudo fecha as portas do próprio pensamento. Quem pergunta deixa uma janela aberta para aquilo que ainda pode aprender.
E aprender não acontece apenas nos livros, nas escolas ou nas grandes conversas. Existe conhecimento escondido na simplicidade dos dias. Na mesma rua percorrida todas as manhãs. No silêncio de alguém que amamos. Na conversa aparentemente sem importância. Nos nossos erros. Nas escolhas que deram certo e, principalmente, naquelas que nos obrigaram a recomeçar.
O curioso vê profundidade onde muitos enxergam apenas repetição.
Talvez por isso duas pessoas possam atravessar exatamente o mesmo dia e voltar para casa carregando experiências completamente diferentes. Uma apenas cumpriu sua rotina. A outra observou, perguntou, sentiu, comparou, duvidou e descobriu alguma coisa que ainda não sabia sobre o mundo ou sobre si mesma.
Existe uma espécie de envelhecimento que não acontece no corpo. Acontece quando deixamos de ter curiosidade. Quando já não perguntamos “por quê?”, “e se?”, “como seria?”, “o que existe depois daqui?”. Nesse momento, mesmo cercados de novidades, começamos a viver apenas daquilo que já conhecemos.
Por isso, talvez a pergunta mais importante não seja o quanto sabemos, mas o quanto ainda desejamos descobrir.
Porque conhecimento não é acumular respostas como quem coleciona objetos. É permitir que cada resposta nos conduza a uma pergunta maior.
No fim, a inteligência não está naquele que chegou ao último ponto da estrada. Talvez esteja naquele que, depois de caminhar tanto, ainda consegue olhar para o horizonte com os mesmos olhos curiosos de quem está começando.
E então fica uma pergunta dessas que não precisam ser respondidas depressa:
O quanto você tem se permitido descobrir?

Fingir que não sente parece ser o melhor remédio para a dor,
mas é um truque enganoso,
que só envenena a alma.
A dor não desaparece quando escondemos o que sentimos.
Ela precisa ser acolhida, compreendida
e, aos poucos, transformada em força.
Não permita que a mágoa faça morada no coração.
Perdoar não significa esquecer o que aconteceu,
significa escolher não carregar para sempre
aquilo que um dia tentou destruir você.
Helaine Machado

Eu não pedi que você ficasse.
Há um momento exato em que o amor deixa de ser tragédia
e passa a ser apenas clima.
Como garoa em roupa esquecida no varal.
Como cheiro de cigarro preso no banco de um carro antigo.
Como aquela dor de cabeça que já não preocupa ninguém
porque aprendeu a morar no corpo.
Você arrumava as coisas lentamente
e eu pensei, com uma serenidade quase ofensiva:
ela finalmente cansou de mim.
Não de mim inteiro —
isso seria grandioso demais —
mas desse homem pela metade
que chega do hospital cheirando antisséptico e cidade,
que fala de literatura latino-americana
como quem tenta salvar alguma dignidade do mundo,
que coleciona moedas estrangeiras
porque nunca conseguiu pertencer completamente ao próprio país.
Escorei no Renault noventa e um.
O carro estalava baixo, esfriando o motor,
como um animal velho respirando durante o sono.
Acendi um tabaco ruim.
Misturei mate uruguaio no fumo.
Não por boemia.
Nem estética.
Por superstição.
Alguns homens rezam.
Outros adulteram o cigarro.
Você passou por mim sem dizer nada
e eu gostei disso.
As grandes despedidas são profundamente constrangedoras.
Ninguém deveria transformar amor falido em espetáculo.
Pensei em Manuel Bandeira olhando janela de pensão barata.
Pensei em Benedetti entendendo tarde demais
que Montevidéu sempre foi uma maneira elegante de sofrer.
Pensei em Clarice,
naquela coisa terrível dela de perceber a alma das coisas
até quando elas já estavam mortas.
E então percebi uma coisa pequena,
quase ridícula:
eu tinha sobrevivido tempo demais.
Sobrevivi aos problemas.
Às cobranças que pareciam ser infinitas.
À vergonha de pedir ajuda.
À escola sugando meus últimos gestos humanos.
À fumaça.
À exaustão.
À sensação humilhante de fracassar devagar.
Sobrevivi até mesmo à esperança,
o que talvez seja a forma mais adulta de tristeza.
Você abriu o portão.
O barulho do ferro ecoou na rua vazia
como ecoam certas decisões irreversíveis:
sem dramaticidade,
apenas definitivas.
Eu poderia dizer que ainda te amava.
Mas seria inútil.
O amor, às vezes, não acaba.
Ele apenas perde utilidade prática.
Então fiquei ali,
encostado naquele Renault cansado,
fumando um cigarro adulterado com erva estrangeira,
olhando você ir embora
como quem observa um país desaparecer pelo retrovisor.
Sem raiva.
Sem poesia suficiente.
Sem salvação.
Só aquela melancolia fronteiriça
dos homens que aprenderam tarde
que viver também é perder território.

Em um mundo de valores invertidos, a liberdade precisa ser conquistada. Não à toa, muitos escolhem voluntariamente uma prisão confortável, desde que o risco fique por conta dos outros.

Ser cristão não é ostentar um nome, mas carregar uma cruz. Não é proclamar com os lábios o que a vida se recusa a confirmar. O verdadeiro discípulo é reconhecido não pelo que diz crer, mas por quanto de Cristo transparece em seus passos, pois quem segue a Cristo de fato, O imita em tudo.

"Não há fato mais miserável do que o ser que não tem brilho ou sombra própria e precisa eclipsar o brilho do outro. Ter uma sombra exige profundidade. Quem só sabe copiar é tão oco que nem sombra consegue projetar sozinho — precisa da luz alheia até para existir."

- Leandra Pinheiro

Até quando você vai permitir ser humilhado por aqueles que não sabem comer nem de garfo e faca?

“Quando a liberdade é ameaçada, ser preso por permanecer fiel à verdade não é vergonha; é testemunho, como aconteceu com José, Daniel, Paulo e Silas, que mostraram que a fidelidade a Deus vale mais do que qualquer cadeia humana.”

A justiça não pergunta apenas quem venceu a luta; pergunta por que alguém precisou lutar para ser reconhecido.