Viver em Sociedade
Não importa a sua crença, não importa a sua ideologia, não importa se você não gosta de mim, mas se você é anti-guerra, eu gosto de você!
Quando não se tem paz
numa região ou num país
seja por insegurança pública,
por conflito político,
por guerra ou ocorre uma eclosão
de um processo gritante
de desumanização na sociedade,
para quem sabe observar
são sinais que nestes lugares
há algo precioso
e forças externas
desejam varrer todo o povo.
Na convivência, no amor e na guerra tudo deve ser proporcional. Poesia sempre para clarear a reflexão, porque soluções reais só ocorrem sem batalhas.
Para manter a vida e o coração em paz nunca devemos nos levar pelo primeiro impulso e por notícias sem verificação. A poesia ensina a pensar.
A guerra começa pelas palavras.
A guerra pode ser evitada pelas palavras.
A guerra pode ser terminada pelas palavras.
A palavra pede retidão tal como a poesia nos pede coração.
Quando se desumaniza alguém estamos desumanizando a nós mesmos. Não se retira a dignidade de ninguém. As leis da vida são implacáveis.
Existem coisas que prefiro nem comentar porque sei de gente precisa do nosso aborrecimento para se manter ou se tornar relevante.
Enquanto você não estiver
desconectado dos teus afetos,
do apreço pela beleza
e da sua humanidade
você nunca estará só,
Os verdadeiros sozinhos
no mundo são aqueles
que deixaram tudo aquilo
que os engrandece para trás.
As cobras são menos inofensivas do que as guerras, é só deixar elas no lugar delas. As guerras na maioria das vezes chegam sem a gente procurar.
A boa arte enquanto manifesto deve conter reflexões sociais, filosofias livres, o direito dos esquecidos e a defesa de causas que a sociedade por medo emudece. A boa arte de bons artistas nunca devem se subjugar a interesses políticos de partidos políticos quaisquer pois quando assim acontece deixa de ser arte e passa uma ser uma mera propaganda partidária encomendada espúria no objetivo torpe de popularizar em linguagem artística uma meta para receber em troca posteriormente colocações e pessoais privilégios.
Vivo, luto e falo muito mais pelas necessárias mudanças para a construção paulatina de uma nova sociedade mais justa em vida e em felicidade do que pela tosca, incorreta e pequena vaidade da titularidade de um mudo órfão pensamento.
Meu Deus de justiça e misericórdia, nos livre da selvageria de todos os covardes animais transvestidos em seres humanos que por ignorância e psicopatia acreditam serem donos do mundo e proprietários das leis.
Bem mais que ser diferente do que existe no Brasil de hoje, o mais importante é mostrar que é sim possível tudo mudar e com o coração puro sem nada barganhar, espalhar e semear mudanças.
Fácil é ter medo da vida e das suas múltiplas complexidades emocionais. Afinal agregamos interesses e empatia em direções e reações presumíveis.
