Viver em Sociedade

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Conto da vida real - 1

Dalila deixou a sua vida segura para ir viver com Augusto. Partiu sem olhar para trás, fascinada em conhecer o que havia de interessante do outro lado do atlântico, culturas, novos lugares e estar com a sua paixão, o Augusto.
Não se passou muito tempo e Dalila estava encantada com tudo que vivia. Mas, em uma ocasião, sem que ela tivesse astúcia para perceber, lá também tinham as suas coisas esquisitas.
Depois de viver muitos anos por lá e desistir de tudo, Dalila começou a recordar de muitas dessas coisas, situações que a paixão não permitia que enxergasse. Foi então que Dalila me contou uma delas, dentre tantas outras que veio a contar mais tarde. Vou relatar a primeira, deixando as outras para adiante.
Era uma noite fria, ela não se lembra bem se já era inverno, poderia ser uma noite de outono. Augusto ainda não se tinha deixado conhecer plenamente por Dalila, aliás, nunca se deixou conhecer, mas sempre a tratava com muito carinho e desvelo. Os dois saíram naquela noite e foram à Nazaré, um sítio de praias bonitas e turísticas, lugar que Augusto conhecida muito bem, pois passou a sua infância, adolescência e continuou a frequentar freneticamente na vida adulta, conhecia cada ruela de casas antigas e bem conservadas, muitas ruelas não se entrava com o carro.
Dalila já não muito jovem, estava entrando na idade dos seus 40 anos, mas ainda tinha lá um charme que encantava e, em sua cegueira por Augusto, lhe confiava a sua proteção diante do novo. Tanto Augusto quanto Dalila gostavam da boêmia e bebiam uns copos para se divertirem.
Naquela noite, depois de não beberem muito, estavam alegres e sorridentes, quando Augusto encontrou três pessoas, uma mulher e um senhor, ambos de meia idade, e um terceiro senhor mais jovem e de boa aparência, usava um sobretudo, talvez de cor preta ou cinza escuro, na luz da noite não se fazia possível perceber bem. Foi então que algo muito estranho aconteceu.
Dalila não compreendeu o que Augusto conversou com eles, estava mais para sussurros do que para uma conversa descontraída. Augusto pega na mão de Dalila e a puxa, quanto ela pergunta para onde iriam, ele responde, vamos até um lugar com essas pessoas, pessoas mesmo, que ela nunca soube os seus nomes.
Caminharam um pouco pelas ruas estranhas da Nazaré e o senhor mais velho abriu uma porta, vagamente Dalila se lembra que mais parecia estarem entrando em um porão. O ambiente era mesmo muito estranho com algumas mesas e bancos de madeira, e também algumas cadeiras, não havia muita coisa lá dentro, e com pouca iluminação, era como se estivessem num mausoléu de tamanho maior, tudo muito fúnebre.
Dalila se lembra que serviram uma bebida que continha álcool, não sabe que tipo de bebida, também não sabe o que adicionaram na bebida, porque ela se sentiu diferente depois de ingerir alguns goles, e parou imediatamente de beber. Augusto ficou conversando com o senhor e senhora mais idosos e deixou Dalila sem muito ambiente e a solta. Dalila são sabe dizer se Augusto estava a fazer tudo com algum propósito, com certeza Dalila sabe que Augusto, homem da vida e bem vivido, de inocência não tinha nada.
Passado alguns minutos, o senhor de sobretudo e mais bem aparentado, começou um diálogo com Dalila, conversa estranha de gente esquisita, ao ponto de dar uma cantada na Dalila como se ela fosse uma mulher da vida. Ela percebeu que tudo aquilo era extremamente novo para ela, era o submundo que nunca havia conhecido e, sutilmente se achegou a Augusto e disse para irem embora que a conversa não era agradável. Mais estranho foi a atitude de Augusto, sem titubear e nem pegar na mão dela, saiu muito furioso e a andar depressa sem esperar por Dalila, que saiu correndo atrás de Augusto que já se retirava do recinto.
Caminhando apressadamente, Augusto na frente e Dalila atrás sem entender nada, foram até o carro e se dirigiram para casa e, nunca mais falaram sobre o ocorrido.
Dalila e Augusto voltaram muitas vezes na Nazaré e, Dalila se lembra em ter visto o tal senhor do sobretudo, mais de uma vez, ele fingia que não a conhecia e ela também. Dalila nunca comentava nada com Augusto.
Passaram-se alguns meses e Augusto falou para Dalila que o tal senhor mais velho havia falecido. Dalila pensou... estranho Augusto se interessar sobre a vida e a morte de uma pessoa tão esquisita... Teria Augusto mais conhecimento naquelas pessoas que ela não percebia? Seria Augusto tão estranho quando eles? Queria Augusto em conluio com aquelas pessoas testá-la, por não a conhecer bem e não ter certeza de quem ela realmente era? Queria Augusto que Dalila fosse uma mulher da vida para conseguir proveitos financeiros? Era Augusto um atravessador de prostitutas e se deu muito mal com Dalila?
Hoje Dalila sabe o quanto foi míope durante alguns anos. Sim, o homem que ela prezava tem como resposta, para todas as perguntas mais negativas que ela se fez e faz sobre ele, positiva. Augusto é do submundo.

Inserida por MariadaPenhaBoina

⁠Desvia meus olhos das
coisas inúteis faz-me
viver no caminho que
traçaste.

Inserida por Sthefanymonteiro

⁠Viver de incertezas,é viver de ilusões.

Inserida por VagnerSousa30

⁠Desacreditar da capacidade do inimigo,é o mesmo que viver de falsas expectativas,apenas com uma vitória imaginaria.

Inserida por VagnerSousa30

⁠Aguardar
sem escolhas
viver a recolhas
sem prazos
Esperar nos cabe em todos os tempos verbais.

Inserida por jofariash

⁠Ser escritor
Não é ter muito que escrever,
É viver tirando o poder
Das emoções, alegria e dor.

Inserida por be2murder_1106744

Na Democracia você é feliz porque tem a liberdade de viver como um verdadeiro idiota, pode pagar impostos e obedecer pacificamente ao governo.

Inserida por LicinioFM

A melhor coisa de viver no limbo é a certeza de que nada vai piorar.

Inserida por LicinioFM

⁠Hoje
Está um belo dia para se viver cada momento com gostinho de quero mais!

Marlene Ramos Martins 23/01/2024

Inserida por MarleneRamosMartins

⁠Acabaram-se os sóis dos meus dias, eu aprendi a viver na escuridão.

Inserida por Souza-Gabriel

Viver é adorável e maravilhoso, mas nesse mundo em que vivemos, existem muitas pessoas ruins e cruéis!

Inserida por CauaOliveira

Os jovens que desistem de viver para não sofrer, são zumbis no vazio que criam em seu entorno.
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Inserida por NayaneQueiroz

“⁠Não importa se a estação do ano muda. Conserva a vontade de viver, não se vai a parte alguma sem ela. “

Inserida por santahfe

Nesse teatro chamado Cunha, vamos viver a mentira esperando que algum dia a verdade aconteça. Estamos apenas atuando, afinal somos os personagens dessa comédia chamada Terra do nunca...!

Nenê Policia

Inserida por nenepolicia

"Oi passado, tô te deixando para trás de vez , agora vou e quero viver exclusivamente para meu presente e meu futuro, quanto a vocês fiquem quietinhos ai, com seus egoismo, INVEJA, mesquinhes, sua vez já passou, já não fazem mais parte do meu presente(Politica, politicos, amigos falsos, povo traíra, etc, etc) e muito menos do futuro, porque vocês não foram bons o suficiente para minha vida, se contentem somente com as lembranças de quem eu já fui um dia pra vocês, e " vê se não vem mais bagunçar minha vida e nem encher o saco com picuinhas". Boa sorte a todos aqueles que me destestam e muitas felicidades aos que me odeiam, que vocês possam possuir tudo o que desejam, e por favor me esqueçam que existo porque eu já nem me lembro mais de vocês... eu já encontrei o que mais preciso..."DEUS EM MINHA VIDA".
nene policia

Inserida por nenepolicia

Eu, meu cachimbo e a minha convicção, prefiro viver só, do que no meio de supostos amigos hienas oportunistas...
nenepolicia

Inserida por nenepolicia

Desejo viver os planos de Deus para minha vida,quero ser o que ele idealizou para mim. Quero estar além dos traumas e coisas que fizeram sair da rota.

Inserida por DalilaMaite

As coisas só acontecem quando deixamos de esperar por elas, e viver em funções de esperas não é viver de verdade.

Inserida por DalilaMaite

Depois de tanto cair, a gente aprende que é besteira viver em turbulência. É tudo tão passageiro. A gente dorme pensando em morrer e quando acorda já pode sorrir outra vez. A gente chora, lamenta, ouve aquela música que faz a ferida reabrir, escreve pra ver se de alguma forma a dor escorre pelos dedos e fica só no papel. Parece pra sempre, mas não é. Nunca é. No fim a gente vê que nem vale a dor de cabeça, o embrulho no estômago. Não anula a dor, mas se aprende a lidar melhor com isso. Depois das turbulências, juro, a gente aprende. Hoje, enfim, meu coração re(pousa).

Inserida por DalilaMaite

⁠Não te esqueças de viver enquanto anseias pelas suas metas , a vida não tem intervalos, é uma contagem constante e decrescente dos seus dias, não se assuste nem com a reflexão, viva muito enquanto morres aos poucos 😺

Inserida por RespektKhoza