Viver em Sociedade
É triste viver em uma sociedade composta por uma imensa maioria de covardes alienados que nada fazem para mudar a vida...
Os amigos, os conhecidos, gente que a gente encontra por aí e os outros.
Viver em sociedade é fundamental.
A convivência faz a vida mais rica, é impossível viver só, manter-se afastado das pessoas e ainda assim crescer como ser humano.
Somos ajudados desde a hora do nascimento. Sobrevivemos na infância mercê dos cuidados dos pais e parentes, aprendemos na escola desde os conhecimentos fundamentais até as últimas descobertas feitas, por quem passa a vida pesquisando a ciência, a física, a química, a astrologia etc.
A gente nasce, cresce,vive, convive e aprende, que é preciso diferenciar os conhecidos, os amigos e os outros.
A tarefa não é fácil, e quem não consegue avaliar o que cada pessoa representa na própria vida, tem maior chance de ficar decepcionada, aprender errado ao transformar o que deve ser simples convivência em relacionamento, amizade em amor e amor em ódio.
Não é nada fácil separar a razão do coração, mas ninguém morre de razão, a gente morre é do coração.
É agonizante
viver
na sociedade
atrasada
tolos querem ouro
sábios
querem nada
É tolice
dizer
na frequência
errada
todos querem pouco
poucos
querem nada
É sábio
ouvir
na inteligência
dada
todos querem tolos
tolos
querem nada.
Viver em Liberdade Igualdade e Fraternidade é preciso uma Sociedade com boa Educação, Saúde e Justiça.
*"Viver em sociedade não é suficiente ter inteligência e sabedoria, é necessário ter caráter e amor ao próximo"*
As crianças devem viver o momento presente aprendendo, por meio de educadores e da sociedade, valores para a vida. Aprender com o presente! Ser feliz hoje, ser feliz para sempre!
As convecções tradicionais da sociedade são para os fracos. Eu em meu momento, prefiro ser e viver em total liberdade e ser feliz.
Viver com Afantasia em uma Sociedade de Fantasias
Imaginar o mundo ao nosso redor é algo que a maioria das pessoas faz naturalmente, mas para mim, isso é uma impossibilidade. Vivo com afantasia, uma condição onde o ato de visualizar imagens mentais simplesmente não acontece. Enquanto outros conseguem projetar lembranças, cenários e sonhos com vivacidade, minha mente opera em um plano puramente conectado à realidade objetiva. Minha realidade é feita de informações (memórias semânticas), sem o colorido de imagens mentais. Isso já cria uma distância imensa entre como eu experiencio o mundo e como os outros parecem vivê-lo.
Além disso, existe outra camada de complexidade. Vivo também com autismo e outras neurodivergências, condições que moldam ainda mais minha percepção e interação com o mundo. E uma parte fundamental dessa vivência é o fato de que, objetivamente, só consigo experienciar o sentimento do agora. Não tenho uma herança sentimental que me ajude a filtrar o valor das coisas. Vivo de forma intensa e imediata, cada momento sem referências do passado, sem scripts mentais, não importa quantas experiências eu tenha tido. As decisões importantes que tomo são baseadas nesse único sentimento presente e na frieza do conhecimento semântico, porque não consigo conectar essas decisões a uma compreensão emocional do passado ou do futuro.
Essa ausência de uma herança emocional faz com que eu não entenda o valor das pessoas da forma como a sociedade espera. Sentimentos como gratidão me escapam, assim como os comportamentos sociais derivados disso. Eu não sei o que é "puxar saco", não faz sentido para mim, e nunca vou participar de padrões de comportamento que considero desprezíveis, apenas porque as pessoas rotuladas como "normais" dizem que isso é uma fórmula para o sucesso – sendo que é claramente parte da trajetória que levou a humanidade a construir um sistema podre.
Para mim, o que chamam de "sucesso" e "meritocracia" são lendas urbanas. A realidade é outra: é uma sociedade movida por aprovações sociais e fantasias, onde o que importa é a adequação a normas, expectativas e imagens mentais compartilhadas – algo que, na minha experiência, não faz sentido e nunca fará. Vivo desconectado desses padrões, porque, para mim, eles simplesmente não se aplicam.
Essa desconexão se torna ainda mais intensa em uma sociedade que insiste em vender a ilusão de que todos têm as mesmas oportunidades e opções. O positivismo, com sua insistência na superação individual, ignora as limitações reais que muitas pessoas, como eu, enfrentam diariamente. Para mim, que sou misantropo por questões cognitivas, o positivismo soa vazio. Ele ignora as limitações reais da vivência de grande parte da população, que sofre por ignorância e miséria, sem oportunidades reais – e de uma minoria de neurodivergentes que sequer compreende as regras sociais forjadas para manter a ilusão.
No final, o que resta é a busca por um espaço onde minha existência, sem fantasias e sem ilusões, seja reconhecida. Não me interessa seguir roteiros sociais que só reforçam comportamentos vazios. Vivo em um mundo que valoriza essas fantasias, mas para mim, o presente, com toda a sua objetividade e limitações, é tudo o que eu conheço. E nesse espaço, eu não encontro sentido nos padrões sociais que outros consideram normais.
Estar adaptado a uma sociedade que valoriza indivíduos com transtorno de conduta não é um bom sinal de saúde mental.
O cotidiano de nossas vidas se assemelha com o teatro. Tudo porque, para viver em sociedade, o ser humano precisa criar e representar diariamente, vários personagens.
Ao viver em sociedade, não busque com ansiedade o êxito; não cometer erros já um mérito.
Ao tratar os outros com humanismo, não espere gratidão em troca; se eles não virarem seus inimigos, isso já é gratidão.
Nao tenha medo de viver do seu jeito, de não ser igual a todos, de não se encaixar na sociedade ou em alguns grupos
Tenha medo de a vida passar e você não realizar aquilo que você mais almejava
Não faça da sua vida um arrependimento futuro
Hoje podemos querer viver de maneira diferente na sociedade, porém não podemos esquecer que nos tornamos escravos dela diariamente.
