Viver de Verdade
Não cobre demais de você,coma doces ,sinta o sabor de viver ...cante ,dance, sorria e nunca esqueça da inocente época que vivia...
Lá não existia maldade, tudo era puro e com verdade... O mundo pode girar ,o tempo passar,mas nunca deixe de um dia acreditar ,que o amor ,ainda poderá ,muitas coisas curar. <3
Depois da morte?
xiii, não fale disso...
Quero estar em paz
Doí viver para morrer
Mas precisamos morrer para ter vivido
Dolorosa e cruel morte, de ti serei uma vitima
Vagueando pelo mundo, vouuuuu
Espero o tal dia.
Quem escolhe parar de ofender descobre a beleza de viver em harmonia, pois o Criador se alegra com corações que praticam o bem.
A Palavra de Deus é a minha sabedoria, a minha proteção e a minha alegria de viver sempre com Jesus pela fé.
Não escreva em sua nova agenda aquilo que fez você viver uma velha vida de sofrimentos e derrotas, de planos e propósitos errados.
Qualquer obstrução política à livre iniciativa do povo viver, trabalhar e produzir rendimentos à família, ao estado e à nação, é motivo de oposição, retaliação e impedimento ao crescimento nacional.
Faça as pazes com o tempo: envelhecer com sabedoria é viver dias sábios, enquanto a maioria se preocupa com o futuro da desconstrução corporal.
Evitar xingamentos é um ato de respeito à vida e uma forma sincera de viver o mandamento de amar uns aos outros como Ele nos amou.
"Cada lindo dia é uma oportunidade rara de viver em paz, cultivar virtudes e florescer no amor; quando o coração se abre ao pleno, a vida se torna digna da eternidade."
Roberto Ikeda
Ler é viver muitas vidas em uma só.
E viver muitas vidas é a forma mais bela de se tornar eterno.
Roberto Ikeda
"O verdadeiro sentido da eternidade não está em durar para sempre, mas em viver de tal forma que cada instante se torne infinito na memória do mundo."
Roberto Ikeda
“O Presságio de Ainda Viver”
A vida é breve, e sabemos disso. Talvez seja justamente essa consciência do efêmero que torne tão urgente a vontade de viver. Não quero atravessar meus dias como quem apenas cumpre uma obrigação silenciosa com o tempo; quero habitá-los, senti-los, experimentá-los até onde minhas possibilidades me permitirem. Trago comigo expectativas, algumas necessárias, outras talvez impossíveis, mas todas nascidas dessa inquietação de quem ainda deseja descobrir o que existe depois da próxima curva.
Hoje trago à vida todas as minhas vontades. Não como exigência arrogante diante do destino, mas como afirmação daquilo que ainda pulsa dentro de mim. Que seja a minha vontade que prevaleça sobre o medo, sobre a hesitação, sobre as conveniências que tantas vezes nos ensinam a desistir antes mesmo de tentar. Durante muito tempo aprendemos a aceitar o inevitável; talvez seja chegada a hora de também aprender a desejar o improvável.
Há em mim pressentimentos que não sei explicar, intuições que aparecem silenciosamente e certos presságios que encontro pelo caminho. Talvez sejam apenas devaneios; talvez sejam o prenúncio de alguma transformação. Não importa. Já não preciso compreender todos os enigmas para continuar caminhando. Algumas respostas somente aparecem depois que temos coragem de viver as perguntas.
A existência é um paradoxo extraordinário: sabemos que somos passageiros e, ainda assim, construímos sonhos como se tivéssemos a eternidade. Amamos sabendo que podemos perder. Começamos sabendo que tudo um dia termina. Guardamos lembranças de momentos efêmeros e descobrimos, com perplexidade, que justamente aquilo que durou tão pouco pode permanecer conosco para sempre.
Por isso não quero desperdiçar meus dias tentando domesticar o inusitado. Quero deixar algum espaço para o acaso, para a surpresa, para aquilo que ainda não possui nome. Quero contemplar uma manhã sem precisar saber como terminará a noite. Quero permitir que a vida me surpreenda e, sobretudo, conservar dentro de mim a capacidade de surpreender a própria vida.
Não desejo uma existência sem melancolia, porque até ela possui sua beleza e sua verdade. Não quero apagar a nostalgia, pois algumas saudades são testemunhas de que verdadeiramente estivemos vivos. Quero apenas que nenhuma delas seja maior que minha vontade de continuar. O passado merece sua morada na memória, mas não lhe darei as chaves do meu futuro.
Há algo de indizível nessa vontade de viver. Talvez porque viver plenamente não possa ser explicado apenas com palavras. É necessário tocar o instante, reconhecer sua sutileza e compreender que cada manhã pode trazer consigo um prenúncio, mas nunca uma garantia. O amanhã continuará sendo um enigma e aceito isso.
Se a vida é breve, que minha presença nela seja intensa. Se o tempo é inevitável, que não encontre em mim apenas resignação. Que encontre curiosidade, desejo, coragem e vontade. Não quero pedir licença ao futuro para desejar aquilo que ainda posso viver.
Hoje, portanto, não faço promessas à eternidade. Faço uma promessa ao instante: enquanto houver caminho, caminharei; enquanto houver desejo, desejarei; enquanto houver alguma coisa capaz de despertar minha perplexidade diante do mundo, continuarei procurando.
E se existir algum presságio nesta manhã, que seja este: ainda há vida diante de mim.
E enquanto houver vida, que prevaleça a minha vontade de vivê-la.
Trabalhar pelo dinheiro e viver a vida vazia, para mostrar aos outros que tem, é engordar a sua alma nos pecados
e deixar herança para os vivos repudiados por ele.
Viver dói quando se vive em ordem e se sustenta a ilusão do auto-ódio. Não existe odiar-se: existe insatisfação com a própria linha do tempo. É preciso separar o todo do tudo para conseguir não se amar. Já que explicar dói, então é micro.
