Vivendo em Sociedade
"Casa de vidro"
Vivemos numa sociedade onde as mulheres sempre foram engessadas e mantidas dentro de casas de vidros construídas para serem "cuidadas" por homens machistas e senhores do café. Mas na construção história do machismo e deste tal cuidado para com a mulher, que foram se moldando conforme a sociedade evoluía e mantinha algumas característicasdeslumbradas por alguns e sofridas por outras, somos senhoritas e senhoras abusadas pela masculinidade alheia, sempre fomos educadas para manter os bons modos, servir o chá aos grandes senhores, pentear os cabelos da filha tão amada pela mãe e odiada pelo pai por não ter nascido um grande homem. Sociedade que massacra a mulher de forma a tentar tirar/tampar sua visibilidade.
No entanto, nossa visibilidade é potente, somos mulheres guerreiras, mediante todas as surras e sangues, estamos unidas, conquistamos nosso espaço na lei, na política, em todos os cantos do "universo". Ocupamos as ruas com os movimentos sociais, lutamos de frente com a sociedade machista e conservadora, aprendemos que não somos de vidro e somos além de mães, mulheres possantes.
Sabemos que nossas lutas não param por aqui, somente um breve resumo danossa capacidade de sermos resistentes a todas as pressões existentes e torturantes. Somos mulheres negras, brancas, indígenas,quilombolas, lésbicas, humanas e somos capazes e sólidas pra ocupar e fazer mudar os contextos históricos e fazer dos senhores dos cafés, os grandes senhores das mulheres. Mesmo sendo colocadas a prova desde o instante em que nascemos e mantidas no decorrer de todo nosso trajeto, somos capazes de ocupar nossos espaços e usufruir de forma integral da nossa sociedade.
Infelizmente vivemos em uma sociedade onde pobre não é gente, ser negro não é humano ter opiniões própria é ser animal, louco, insano! O melhor tudo é que Todos somos iguais independente de cor, raça, etnias ou de nossa própria maneira de escolher viver a vida da maneira em quê queremos viver más Infelizmente vivemos em uma sociedade onde nosso valor está no que temos!
Ainda vivemos numa sociedade hipócrita.
Que nós julgam pelo que nos mostramos SER e não pelo que você realmente SOMOS!
E ainda precisamos das pessoas que nos lêem, elas nos dão empregos,
respeito, quando SE fazemos respeitar..
(By Eliane Rosa)
Vivemos em uma sociedade em que a opinião dos outros vale mais que a sua, onde a vida dos outros é mais importante que a sua. Onde a educação já não é uma questão de dignidade.
Somos mulheres que vivem em uma sociedade pós-moderna, mas não podemos esquecer de transformar este mundo pela renovação de nossa mente segundo a palavra de Deus. Tem princípios que soam inegociáveis e inquestionáveis. Pense nisso!
Vivenciamos uma crise moral e ética na sociedade, onde estão querendo subverter o certo, tornando o errado correto.
Acredito que ninguém é perfeito
Para eu viver nessa sociedade
Preciso ser mais um hipócrita
O que está errado?
O mundo, o ser humano?
Ou os dois?
Vivemos em uma sociedade que nos pressiona para sermos o que não somos. Mas, com o passar do tempo nos acostumamos a agir para buscar afirmação, independente daquilo que o nosso coração acusa constantemente: dor, angústia, tristeza...
Quando vivemos EM SOCIEDADE (seja entre amigos, família, bairro, cidade, país ou o próprio planeta), a preocupação primária deve ser sempre o "RESPEITO ao PRÓXIMO, à INDIVIDUALIDADE e DIGNIDADE de todos", nossas diferenças vão de raça, crença, gastronomia... NINGUÉM É IGUAL!
NENHUM ser humano é obrigado a viver EM SOCIEDADE, mas se optar em viver está OBRIGADO a saber lidar com estas diferenças, esta DIVERSIDADE, necessitamos APRENDER E PRATICAR o respeito a nós mesmos e ao próximo, pois que nossas ações AFETAM diretamente a sociedade que ESCOLHEMOS para viver, trago comigo este ensinamento desde criança na seguinte expressão: “nosso direito COMEÇA QUANDO O DOS OUTROS TERMINA, da mesma forma que TERMINA QUANDO O DOS OUTROS COMEÇA”!
SOS – misericórdia para as crianças
A sociedade vive sobressaltada, de cabelo em pé, com o resultado do seu próprio estilo de vida. É muito barulho pra todo lado. Aí, a própria família, essa que reclama tanto do incômodo, basta alguém comemorar o aniversário e o barulho é o primeiro convidado a chegar. Nas festas de casamento então, o barulho chega de fraque e cartola. Os convidados, coitados, que imaginavam rever amigos e botar o assunto em dia, nem pensar. Ninguém consegue falar, só se gritar para saber, pelo menos, como o outro vai. Aliás, na primeira chance as pessoas vão saindo, estressadas e frustradas. É para economizar o consumo? É chic? É moda? É claro que um fundo musical na festa é maravilhoso! Mas, por que tanto volume? E não adianta pedir para baixar o som, o profissional contratado, o dj, tem poder; manda na festa e você pode morrer fuzilado com uma guitarra apontada para o seu ouvido que ninguém socorre ninguém.
Por onde anda a educação?
As crianças não escapam dessa maluquice de botar o som em último volume nas comemorações, pasmem, a partir de um ano de vida! Mas reparem como os pimpolhos homenageados se comportam na festa: desesperados, choram, querem tirar a roupa, os sapatos, os penduricalhos do cabelo, e geralmente os avós ou algum voluntário bom samaritano sai com a vítima aos farrapos, para dar uma volta lá fora, onde o aniversariante acaba dormindo, aliviado, longe dessa zoeira horrorosa! É um caos! Enquanto isso, uma nuvem de sofredores de tenra idade se esforçam para ficar na festa, anestesiados pela esperança de ganhar os brindes. Ufa! Que sacrifício! A maioria chega a casa e haja mecanismos para baixar a overdose de adrenalina.
A Escola não pode de maneira nenhuma se omitir na educação sobre o uso inteligente do som.
Os profissionais têm também que baixar o volume dos equipamentos utilizados nas aulas. É um horror! Os professores devem reduzir o volume da voz. Por que gritar tanto assim? Numa conversa normal, com pessoas educadas falando, o decibelímetro marca 30, 35 decibeis! Imagina o incomodo de quem é obrigado a participar de uma aula com 60 decibéis ou mais dos professores que só gritam? O resultado é este que se registra: de cada cinco crianças, nas três primeiras séries do ensino fundamental, somente uma é capaz de ler e entender uma frase escrita! É só porque o professor grita? Não! Claro que não, mas que a gritaria interfere, ah! Interfere, sim.
“O excesso de ruído causa na massa cinzenta um estímulo desnecessário, que a deixa acelerada, sem motivo. Ficamos em alerta, como se estivéssemos em perigo", explica Fernando Pimentel de Souza, neurofisiologista da Universidade Federal de Minas Gerais. Isso significa produção em excesso de cortisol, o hormônio do estresse, em picos estratosféricos, no organismo. "É uma estratégia de defesa, que o próprio cérebro, agredido, articula", justifica o psicólogo Esdras Vasconcellos, da Universidade de São Paulo. Faz sentido, por se tratar de uma reação que prepara o corpo para se proteger de um possível problema”.
“O ouvido é o único sentido que jamais descansa, sequer durante o sono. Com isso, os ruídos urbanos são motivos a que, durante o sono, o cérebro não descanse como as leis da natureza exigem. Desta forma, o problema dos ruídos excessivos não é apenas de gostar ou não, é, nos dias que correm, uma questão de saúde, a que o Direito não pode ficar indiferente”.
Leia mais: http://jus.com.br/artigos/5261/poluicao-sonora-como-crime-ambiental#ixzz3niGlnwid
.
Excesso de som altera a química cerebral: barulho excessivo das indústrias, canteiros de obras, meios de transporte, áreas de recreação, recreio da escola, festas, reuniões, etc. “A Escola localizada no centro nervoso das cidades tem o ensino prejudicado. Pesquisadores da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, ao avaliar os efeitos do som do trânsito diurno em alunos do 7º ano, chegaram à conclusão que alunos que estudam em escolas localizadas em áreas de tráfego intenso tiveram pior resultado nos testes de leitura - uma defasagem de sete meses - em relação às turmas de instituições situadas em áreas mais silenciosas”.
Então, mãos à obra: família, escola, igrejas, amigos, todo mundo; baixem o volume do som! Use-o, com inteligência!
A sociedade em geral vive em termo do dinheiro, O Mundo é dinheiro! E uma propriedade que ninguém consegue vive sem ele...
Assusta-me o sentimento de não conseguir viver em sociedade, mas não tanto como deveria assustar a cada indivíduo da sociedade, o sentimento de não conseguir viver sozinho.
Na minha breve existência, um dilema: como viver numa sociedade onde a definição de "ser alguém na vida" é sinônimo de ter dinheiro?
Por que tal definição não se principia do fato de ser feliz? Ah, fulano é alguém na vida, pois é feliz. Ou de ser aquilo que você queria ser, no sentido estrito da coisa? Ele ali também é feliz pois se tornou exatamente o que queria ser.
Ao fim constato: ser alguém na vida é tão fútil!
A sociedade vive um momento em que as pessoas sofrem internamente,estão tao próximos mas distantes em relacao aos relacionamentos.A vida online é uma tendencia,mas os vínculos pessoais estão acabando e sabemos que o crescimentos interno precisa da interação humana.
