Vivendo

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"Quem fala mal do Capitalismo, vivendo e usufruindo do Capitalismo, é o quê? Digam vocês!"
Texto Meu No.1067, Criado em 2022

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

Eu sigo vivendo


Todo mundo diz que já passou,
Que esse amor não era pra ser.
Mas eu ainda acordo pensando em você,
Tentando entender onde foi que eu errei.


Me pedem pra superar, mas não sabem como dói,
Tem ferida aberta que o tempo não fecha.
Eu sigo vivendo, mas você ainda é nós,
Superar você tá mais difícil do que parece.


Não foi falta de vontade, nem falta de tentar,
Foi excesso de sentimento sem lugar pra ficar.
Ficou saudade demais pra pouco final,
E um amor inteiro sem poder amar.


Me pedem pra superar, mas meu peito não vai,
Tem lembrança que insiste em ficar.
Eu tô indo, eu sei…
mas dói demais,
Porque superar você não é só deixar passar.

"Vivendo apenas para o instante passageiro, as pessoas esqueceram que um dia prestarão contas à eternidade que decidiram ignorar."

⁠⁠Sonhando, vivendo e agindo como se fossem ricos, a classe média tornou-se, com o passar do tempo, uma fonte inesgotável para os donos do mundo aumentarem suas fortunas.

⁠Sonhando, vivendo e agindo como se fossem ricos, a classe média transformou-se, ao longo do tempo, em uma fonte inesgotável para os magnatas aumentarem suas fortunas.

Situada entre os ricos e os pobres, trabalham aspirando enriquecer e temendo empobrecer.Como resultado, acabam pagando cada vez mais impostos.

Quanto mais tributos pagam, mais se esforçam para compensar as perdas, tornando-se uma fonte abundante e interminável de arrecadação

Somos uma família humana, vivendo todos juntos no mesmo planeta, entre conflitos e harmonias, sofrimentos e alegrias, destruições e construções, mortes e nascimentos, evoluindo sempre...

"A maior maravilha dessa vida é você seguir vivendo, na certeza de que Deus tudo ouve, tudo vê, tudo sabe, tudo sente, principalmente a Conversa Fiada dos 'Profetas' e 'Evangelizadores' (entre aspas, naturalmente)!"
Texto Meu 0876, Criado em 2017


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

“Psiu...

Vivendo em tempos truculentos e de ódio, o silêncio e a poesia muitos não tem paciência de escutar, e o coração revolta-se. Pare! Amigo meu ou você será enclausurado e a vida lhe passará”

"Se algumas pessoas estivessem vivendo bem, não teriam tempo de falar da vida dos outros! O maior sinal de uma vida medíocre é medir a vida alheia"

Poema: Vivendo e aprendendo


Vivendo e aprendendo
Desenhando e escrevendo
Pintando por mais cores
E um mundo com mais flores
Passo nas mensagens
Todas as aprendizagens
Do dia a dia
Transformadas em poesia.


Ninguém é mais do que ninguém
A resposta logo vem
Cuidado com o tombo
O mundo é redondo
Igual roda gigante
Gira todo instante
Em questão de segundos
Pode girar o mundo.


Transforma o erro
Em acerto
Tenta outra vez
Algo que já fez
E não aprendeu
Você ainda não perdeu
É praticando
Que você vai melhorando.

Vivendo e aprendendo
Desenhando e escrevendo
Pintando por mais cores
E um mundo com mais flores
Passo nas mensagens
Todas as aprendizagens
Do dia a dia
Transformadas em poesia.

Vivendo um sonho


Depois da nossa primeira troca de olhares, bastou uma ligação para os nossos votos de amor eterno se sentirem confiantes e prósperos,


Um dia após o outro as coisas foram acontecendo como se estivéssemos num conto de fadas, a magia tomava conta dos nossos dias e a noite tínhamos o apoio incondicional da lua e das estrelas,


Os jantares na sogra volta e meia, os almoços de domingo com aquela macarronada de peso com bifes acebolados, os nossos passeios no shopping e o champanhe do natal e das viradas de ano, quantos momentos primorosos,


A lua de mel em Bariloche na argentina não aconteceu, mas vimos o sol se pôr nas belas praia de Natal, RN. e região,


Meu porto seguro sempre foi estar ao teu lado, os teus olhos verdes oceânicos sabiam interpretar até as batidas do meu coração,


Entre um latido e outro o nosso herói peludo se tornava a peça central do fortalecimento da nossa relação,


Sabe-se que viver juntos é um aprendizado diário, agora só eu sei o quanto viver com você é saber sonhar acordado por toda vida.

“A distância não mede quilômetros, mede o quanto dói ver tudo o que você ama seguir vivendo sem você.”

“Eu falando de liberdade financeira… e vivendo de wi-fi grátis.”

Quem faz prints dos seus momentos, gostaria de está vivendo dentro deles.

Sentiu daí, toda essa intensidade e conexão.
Pra quem está vivendo essa conexão gostosa com uma única pessoa, e não precisa procurar fora, atingiu o ápice da relação..

⁠Se expor aos riscos vivendo é muito menos arriscado do que não se expor somente existindo.


Viver é aceitar os riscos como parte da caminhada.


É se expor ao erro, à queda, à dúvida e, ainda assim, seguir adiante.


Existir sem se arriscar pode até parecer seguro, mas cobra um preço silencioso: o da estagnação.


Quem apenas existe se protege das feridas, mas também se priva dos encontros, das descobertas e das transformações que só a vida em movimento oferece.


No fim, viver — com todos os seus riscos — é muito menos perigoso do que atravessar o tempo intacto, porém vazio, assistindo à própria vida passar sem nunca ter realmente vivido tudo que se tem para viver.

⁠Passamos tanto tempo vivendo como se a vida fosse infinita, que morremos sem ter vivido quase nada.


Adiamo-nos.


Depois viajamos, depois amamos, depois perdoamos, depois dizemos o que sentimos, depois fazemos aquilo que realmente desejamos.


E, enquanto esperamos pelo momento certo, a vida vai acontecendo sem pedir licença — silenciosa, irreversível, indiferente aos nossos planos.


Talvez o maior engano não seja acreditar que nunca vamos morrer, mas agir como se ainda tivéssemos tempo para tudo.


Como se houvesse uma reserva infinita de amanhãs, abraços, conversas, encontros e recomeços esperando por nós.


Passamos anos acumulando coisas e adiando experiências; preocupados em garantir o futuro, esquecemos de habitar o presente.


Construímos agendas tão cheias que já não sabemos onde colocar a própria vida.


E o tempo, que parecia tão abundante, começa a revelar sua verdadeira face: ele não guarda nada.


Cada dia que passa não fica à nossa espera.


Vai embora.


Talvez viver seja, antes de tudo, compreender que não precisamos esperar algo de extraordinário para perceber o valor de um dia comum.


Há uma urgência muito discreta em estar vivo.


Urgência de olhar demoradamente para quem amamos, de dizer aquilo que sentimos, de rir sem culpa, de abandonar algumas prisões, de fazer as pazes com o que não podemos mudar.


Porque, no fim, ninguém lamenta ter vivido demais.


O que pesa é descobrir que poderia ter vivido mais — não necessariamente mais anos, mas mais presença nos anos tidos.


A morte não é apenas o fim da vida.


Às vezes, ela é também o resultado de uma vida que foi sendo adiada até que já não houvesse mais o que adiar.


Por isso, talvez a pergunta mais importante não seja quanto tempo ainda temos, mas o que estamos fazendo com o tempo que já nos foi dado.


A vida pode não ser infinita.


Mas pode ser inteira.


E talvez isso seja o suficiente.

⁠Se expor aos riscos vivendo é muito menos arriscado do que não se expor, somente existindo.


Porque há uma forma silenciosa de perder a vida sem que o coração deixe de bater: é quando, por medo de cair, deixamos de caminhar; por medo da dor, deixamos de amar; por medo da rejeição, escondemos quem somos; e, por medo do desconhecido, nos aprisionamos àquilo que já conhecemos, mesmo quando esse conhecido deixou de nos fazer felizes.


Existir é, muitas vezes, aprender a sobreviver dentro dos limites que o medo nos impõe.


Viver, porém, exige a coragem de atravessá-los.


Exige-se compreender que a segurança absoluta é uma ilusão e que, na tentativa de evitar todas as feridas, podemos acabar construindo uma existência tão protegida que já não haja espaço para o extraordinário.


A vida não nos promete que tudo dará certo.


Não há garantias de reciprocidade nos afetos, de sucesso nas escolhas ou de permanência nas coisas que amamos.


Há encontros que terminam, sonhos que se desfazem e caminhos que nos levam a lugares diferentes daqueles que imaginávamos.


Mas há também descobertas que jamais aconteceriam se permanecêssemos imóveis, amores que jamais conheceríamos se não nos permitíssemos sentir e versões de nós mesmos que jamais nasceriam se continuássemos fiéis demais às nossas antigas limitações.


Talvez a maior imprudência não seja arriscar-se a viver, mas acreditar que podemos atravessar a existência sem nos colocar em jogo.


Afinal, também há riscos em permanecer: o risco de se acostumar com a própria infelicidade, de transformar a prudência em covardia, de confundir tranquilidade com plenitude.


E, de um dia, olhar para trás e perceber que passamos tanto tempo tentando não perder que acabamos não vivendo o suficiente para ganhar.


O medo costuma se apresentar como conselheiro, mas nem sempre deseja nos proteger; às vezes, deseja apenas nos manter onde estamos.


Ele nos convence de que amanhã será mais seguro, de que ainda não estamos preparados, de que é melhor esperar o momento perfeito.


E, enquanto esperamos, o tempo continua passando, indiferente às nossas hesitações.


A vida não interrompe seu curso para que nos sintamos prontos.


Ela acontece no intervalo entre a dúvida e a decisão, entre o receio e o primeiro passo.


Isso não significa viver inconsequentemente, ignorar os perigos ou transformar toda incerteza em aventura.


Coragem não é ausência de discernimento, tampouco a necessidade de provar algo ao mundo.


Coragem é reconhecer os riscos, compreender as consequências e, ainda assim, perceber quando algo vale o suficiente para não ser abandonado apenas por medo.


É saber que nem toda queda é derrota, nem toda perda é fracasso e nem todo caminho errado é inútil — alguns desvios nos apresentam verdades que a rota mais segura jamais nos revelaria.


Há uma beleza profundamente humana em quem se permite tentar outra vez, em quem recomeça sem garantias, em quem ama mesmo sabendo que a permanência não pode ser exigida, em quem sustenta seus sonhos sem a certeza de realizá-los.


Essas pessoas não são invulneráveis; são apenas conscientes de que a vulnerabilidade faz parte do preço de estar verdadeiramente presente na própria vida.


Porque viver é aceitar que não temos controle sobre tudo, mas ainda temos responsabilidade sobre aquilo que fazemos com o tempo que nos cabe.


É compreender que não escolhemos todas as circunstâncias, mas podemos escolher não transformar cada obstáculo em uma sentença definitiva.


É abandonar a fantasia de que um dia estaremos completamente livres do medo e começar a agir apesar dele.


No fim, talvez a pergunta mais importante não seja quantos riscos estamos dispostos a correr, mas quantas possibilidades estamos dispostos a sacrificar para evitar qualquer sofrimento.


Quantas palavras deixaremos de dizer, quantas portas deixaremos de abrir, quantos sentimentos enterraremos e quantos sonhos condenaremos ao silêncio para preservar uma paz que, muitas vezes, não passa de ausência de movimento.


A existência pode ser longa e, ainda assim, pequena.


Podemos atravessar décadas sem nos afastarmos das mesmas certezas, sem questionarmos as mesmas verdades, sem permitirmos que o mundo nos transforme.


E podemos viver intensamente em breves instantes, quando uma escolha nos exige coragem, um encontro nos revela algo novo ou uma despedida nos ensina a reconhecer o valor daquilo que, até então, julgávamos eterno.


Talvez seja isso que nos torne tão frágeis e, ao mesmo tempo, tão extraordinários: sabemos que tudo pode mudar, que nada nos pertence para sempre e que até a nossa própria presença neste mundo é provisória.


Ainda assim, construímos, desejamos, amamos, acreditamos e recomeçamos.


Plantamos árvores cuja sombra talvez não nos alcance.


Fazemos planos mesmo sem possuir a garantia do amanhã.


Entregamos o coração a experiências que não podemos controlar.


E, de alguma maneira, é justamente nessa contradição que a vida revela sua grandeza.


Não viemos ao mundo para eliminar todos os riscos, mas para aprender quais deles merecem ser enfrentados em nome daquilo que faz a vida valer a pena.


Porque o tempo que gastamos tentando evitar a dor também é o tempo em que deixamos de experimentar a alegria.


E a vida que preservamos de todas as quedas pode ser a mesma vida que privamos de todas as alturas.


Que tenhamos, portanto, a sabedoria de reconhecer os perigos reais, mas também a coragem de não inventar prisões onde existem portas.


Que não confundamos cautela com imobilidade, maturidade com resignação ou paz com desistência.


Que saibamos proteger o que importa sem sufocar aquilo que deseja florescer.


E que, quando o tempo nos convidar a revisitar a história que construímos, não encontremos apenas uma coleção de riscos evitados, de sentimentos contidos e de oportunidades adiadas.


Que encontremos marcas de quem fomos, cicatrizes do que enfrentamos, memórias do que ousamos e a serenidade de compreender que nem tudo saiu como planejávamos — mas que, apesar das incertezas, tivemos a coragem de participar da própria existência.


Afinal, o maior risco talvez não seja viver e descobrir que algumas coisas podem dar errado.


É chegar ao fim sem descobrir quantas coisas extraordinárias poderiam ter dado certo se tivéssemos simplesmente ousado viver.

"Vou vivendo como um rei temporário no meu castelinho de areia até a onda chegar."