Vivendo
Um dia você vai sentir saudade do instante que está vivendo agora, e não vai saber que era a última vez.
Estamos vivendo em uma era onde o sentimento se tornou refém da mente, e a mente, por sua vez, está refém de outras mentes que mentem constantemente. Essas mentes manipulam, distorcem e enganam, perpetuando um ciclo onde os sentimentos das pessoas ficam reféns das ideias impostas por essas mentes. O jogo mental acontece o tempo todo, e muitas vezes, sem que sejamos plenamente conscientes disso.
Nessa realidade, as emoções são moldadas por influências externas, muitas vezes contraditórias, fazendo com que as pessoas vivam em um estado de confusão e incerteza. A mente, sem um olhar crítico, absorve essas distorções e se torna prisioneira de falsas verdades, alimentando sentimentos que não são verdadeiros nem reais.
Exemplos disso estão por toda parte: em redes sociais, onde padrões de felicidade e sucesso são constantemente apresentados, mas raramente refletidos de maneira verdadeira. Ou na mídia, que molda a forma como vemos o mundo, manipulando a percepção das massas, criando ansiedades e medos artificiais. Essas influências não só distorcem a realidade, mas também escravizam os sentimentos, que deixam de ser reais e passam a ser impulsionados por pressões externas.
Portanto, é necessário perceber o quanto nossas mentes estão sendo manipuladas e como nossos sentimentos podem ser moldados por influências alheias, sem que sequer tenhamos consciência disso. Somente ao questionarmos essas influências e buscarmos uma conexão mais verdadeira com nós mesmos podemos libertar nossos sentimentos da prisão que a mente impôs a eles.
Desde que nasci, eu nunca saí de dentro de mim; porque me iludir então, vivendo para o mundo longe de mim?
"As pessoas observam a situação que voce está
vivendo e tendem a julgar como se você estivesse
fazendo exatamente o que elas fariam se
estivessem no seu lugar."
Em tempos do século XXI
365 dias por ano vivendo celebrações...ouvindo casais, escrevendo histórias, conhecendo novos universos, formas de fé e personalidades, esse é o ritmo de um(a) celebrante...mas, agora, no primeiro quartel (quarto de século) do século XXI, nos deparamos com ela a Inteligência Artificial e eu gostaria de fazer algumas considerações sobre isso:
1- Inteligência artificial ajuda, mas nunca substitui a criatividade humana e nem nossos arroubos apaixonados.
2- A máquina é programada para fazer aquilo que nós, humanos, já fizemos, portanto, estamos adiante delas e o que se vê é aquilo que nossa mente prodigiosa criou.
3- Nada é maior que nossa experiência e nada substitui o valor humano.
4- Somos, em tempos de IA, convidados a nos posicionar acerca da evolução, ela é importantíssima, irá salvar vidas, possui o maior banco de dados que poderíamos imaginar, no entanto, a IA é “informativa” e não “instrutiva”.
5- A IA não rouba a capacidade que ao longo dos anos criei e nem a forma mista que tenho de pensar e refletir...ela é automática enquanto eu sou autônomo.
6- Precisamos aprender a usar sem viciar, a ter na IA uma auxiliar de peso, mas nunca uma parceira insubstituível.
7- A tecnologia, sempre foi e sempre será um fator de distanciamento social, ela chega primeiramente os de muitas posses para depois chegar a nós, meros mortais. Por isso, agradeço e aplaudo a minha capacidade cognitiva todos os dias.
8- O velho professor das fichas amareladas ainda mantém o seu valor pois ele, sem dúvida alguma, é o precursor do momento que vivemos.
9- Posso escrever uma cerimônia pelo chatgpt? Claro, mas se não usar sua mente um dia ela irá atrofiar.... use, mas não se limite.
10-Se um dia cortarem os cabos submarinos que mantém em funcionamento a internet, o mundo voltará a ser daqueles que pensam, fazem e constroem.
Sinceramente, sou a melhor versão de todos os tempos pois mantenho minha essência de “ser”, mas não excluo a possibilidade do “serei”.
Rogério Sidaoui-Filósofo, escritor e celebrante de casamentos.
Permita-se amar mais,
Não deixe o seu coração vivendo no passado,
Resgate os seus sentimentos que estão a fugir em forma de balão,
Mude a direção dos seus medos, reme a favor da maré para alcançar a terra seca observando a luz do farol,
Na imensidão do abraço delicado está a inocência de porcelana de uma criança,
Se entregue completamente de corpo e alma aos luxos que a consciência insisti em te apresentar diariamente através dos sonhos.
Nada se faz novo, tudo se repete. No final, você só está vivendo o que alguém já viveu, em tempos e estações diferentes.
O trabalho danifica o homem, trabalhar feito louco para sustentar vícios e no final acabar vivendo uma rotina entediante e pobre de significado e de dinheiro.
Embora eu não experimente mais o amor quando morrer, o amor provavelmente continuará vivendo sem mim
Eu vencerei todos os deuses e demônios vivendo a melhor vida possível. Nada do que prometem supera o que conquistei nesta única vida.
O desespero mais profundo não é desejar desaparecer, mas continuar vivendo sob uma identidade que já não reconhecemos como nossa.
E aí você tá ali, inteira, presente, entregue, vivendo o momento como se fosse uma cena bonita daquelas que a gente gostaria de congelar… e do outro lado tem alguém que parece estar em outro continente emocional, talvez pensando na vida, talvez pensando em nada, talvez só… existindo. E pronto. Bastou isso. O cérebro já dispara: “não sou suficiente”, “ele não quer mais”, “virei paisagem”.
Você está vivendo de acordo com seus valores ou de acordo com as expectativas de pessoas que nem estarão ao seu lado no fim da caminhada?
