Viva a Vida como se Fosse a Ultima
Tão quanto são
Tão estranho são os demônios, vejo-os por baixo da porta. Eles são como cachorros grunhindo como porcos, com belos passos de botas. Suas correntes de ouro são tão densas quanto as trevas. Guardam consigo um tesouro que ecoa um som tão triste e sincero. De uma caixa de almas, do vazio ao eterno, lutam para não voltar para o seu terrível inferno.
Ah! Tão belas são as almas e seus sons como de estrela. Tão vibrante e indestrutível como todas as certezas. O seu som indescritível e tão cheio de clareza, é um ruído afinado, um silêncio gritado que muda com toda a graça, como espectro de fumaça; não existe diapasão que afine o seu tom. É mistério falado, é sorriso não dado, como peito apertado chorando as tragédias como se fosse feliz. Os seus belos pés molhados que flutuam sobre os lagos, descem pelas profundezas como se fossem raiz. Eu não vejo o seu formato, mas eu sinto o seu cheiro e é como o desejo de quem foi, mas que não quis.
Quão tenebrosos são os anjos e seus véus cheios de luz. Não há quem escute seus passos, olhos que veem todos os lados; na bainha, espada vibra um golpe dado, com seu formato de cruz. Não existe um sentimento que escorra pelo rosto. Sua boca não se abre, os seus lábios são selados. Sua voz ruge mais potente que a do leão alado. Não há inimigo que fuja ou coisa alguma que o assuste e causa até mais medo do que todo grande inferno. Já nascem evoluídos, e estão selados a causa de viver em pró do Eterno.
Quão mau são os homens. Breves viventes, efêmeros de sentimento, imprecisos no sintoma da existência e nas escolhas do que viver. Feitos de ideologias e princípios vãos, criados por sua estupidez, desilusões e frustrações que os faz achar de tudo um pouco saber. Indiferentes a si mesmos e ensimesmados, perambulam escravizados pela corrente do supor. Por extrema ignorância, aclamam a si mesmos como deveras libertados, mas para não serem julgados se igualam aos demais. Seus sorrisos hipócritas e amarelos de inocentes, já comportam opaca a clareza do reflexo que os oprimiram a serem tão decadentes. São todos iguais.
Belo e forte é o espírito, da fraqueza faz a força. Inconstante e invisível com seus passos oprimidos, guerreia leve e suave na mais grave turbulência. Transforma a circunstância como pedra de alquimia. Remove os laços, dança nos embaraços como bela sentinela que ninguém sabia que existia. Vigia nossa calma, dá suporte a nossa alma, traz clareza no tempo certo ao que se não se entendia. E quando não se acreditava, é bela carta de alforria, que alegra o coração, nos faz caminhar por entre os dias caindo em outros laços, afim de ensinar nos passos, que a vida é esperança, e nos faz cumprir a missão. De antemão predestinado, demostrando, que o amor é quem nos chama, para nos sussurrar aos ouvidos que na nossa trajetória tudo é feito por ele mesmo, e que nada foi em vão.
Tão misterioso é Deus, e tão cheio de poder. Quem sou eu pra descrever? Como o grande o Eu Sou, só Ele mesmo diz quem é.
Como era fácil tirar proveito da tendência de uma pessoa à autodestruição; como era simples empurrá-las para a inexistência, depois recuar, dar de ombros e concordar que este fora o resultado inevitável de uma vida caótica e catastrófica.
O AMOR E A SAUDADE
Como quadro e giz,
Semente e raiz
É o amor e a saudade
Que em qualquer peito arde.
O amor arrebenta
A alma reinventa
Faz bem renascer
E das cinzas correr
A vida que chama
Que arde e reclama
Pela vontade louca
De beijar uma boca
Pelo abraço apertado
De calor sufocado
Por aquilo que é chama
E termina na cama.
Aí vem a saudade
Com habilidade
Machuca e pisa
Quem viveu bem a vida.
Ela chega com charme
Com muita elegância
E, não feito criança,
Faz chorar quem pensou
Que da vida e do amor
Sabia de tudo,
Passado e futuro
Lhe eram previstos,
Pois tinha crescido
Domando o amor.
Amor e saudade,
Amigos parceiros,
Tão companheiros
E tão confidentes!
Ela fecha a porta
E a janela encosta.
Ele volta e abre
E entra com vontade.
E de mãos vão vivendo,
Nos peitos nascendo,
Cada dia, cada hora,
Novo amor, nova dor
Enchendo de vazio
O que foi arrepios.
Assim é a vida:
De arranhões e feridas
De dores e festas
De alegrias incertas.
Mas não há nessa vida
Quem temendo o amor
Pra se refugiar da dor
Não sinta, mais tarde,
Do amor a saudade.
Nara Minervino.
Sê ao aceitarmos a Jesus Cristo como nosso Salvador pessoal, porque ainda teremos que dar lugar, para ele nos usar? Se ele já está em nós pela presença do Espírito Santo, é só deixar Ele fluir , e o seu querer e a vontade será realizada.
Somos como objetos largados ao vento,
ora flutuamos, ora pesamos,
tudo um grande tormento,
que nos leva ao lugar,
de um simples julgamento
Parece bobagem mas é crucial saber diferenciar 'pessoas de bem' para gente do bem.
Assim como também saber está de mal e reconhecer alguém que é mal.
Te ouço a cada instante
Teu cheiro é importante
Te vejo como uma luz
Te sinto sem tocar
Pois seu brilho veio a me conquistar
Fui lançada como águia, jogada de um penhasco aterrissei em um ninho chamado terra ,aprendi a dar rasantes. Fui criada por um ser chamado Deus ,conheci um palco chamado vida , aprendi a ser artista ,moldei meu personagem e meu destino é brilhar.
Sofrer é natural, assim como ser feliz é essencial. Quem não sabe o que é um sofrimento não valoriza as alegria de cada dia.
"Seja como um pássaro, abra as asas alce vôo, e navegue livre ao vento...Imagine sempre que a vida é bela. Na imaginação tudo pode!"
Como nuvens e ventos que não trazem chuva, assim é o Homem que se gaba falsamente de dádivas.- Provérbios de Salomão.
''Mas onde está a conversa?
Como se constrói o carácter?
É mimando ou acreditando em tudo que diz?
Sendo cúmplices de seus erros só as tornam dissimuladas acreditando que vão sempre escapar de conflitos.
É necessário surras ''corretoras'' de mau comportamento?
Acredito que o diálogo possa resolver os conflitos quando encara de frente seus atos.
Não falo de intimação mas de uma conversa sincera e respeitosa.''
Não encare os desafios como portas se fechando, encare- os como janelas se abrindo, pois, se fizer por onde, tenho certeza que elas se abrirão.
Ler ficção não só desenvolve nossa imaginação e criatividade como também nos confere a habilidade de ficar sozinhos. Essa leitura nos dá a capacidade de sentir empatia por pessoas que nunca conhecemos, de viver vidas que não poderíamos experimentar por conta própria, porque o livro nos coloca dentro da pele do personagem.
Gosto dela como ela é, apesar de não saber por que ela se tornou o que é. E não tenho mais certeza se quero saber. Prefiro deixá-la ser exatamente quem precisa ser.
As memórias são como choques elétricos, acordando-a do esquecimento. E elas machucam. Como interromper a dor?
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