Viva a Vida como se Fosse a Ultima
Em um mundo sem sentido, permita-se criar os seus, mesmo que, em última análise, eles sejam ilusórios e com o intuito de "acalmar" sua mente inquieta.
Não pensava que seria a nossa última vez nosso último encontro, se soubesse teria te abraçado mais, teria olhado no fundo dos teus olhos mais, como a vida e cruel tirou vc de mim. Como vou viver agora , sem tua companhia. Teus conselhos, seu colo, o que mim resta agora são simplesmente as lembranças boas do que vivemos juntos; porque vai ficar para sempre em mim.😢
Autora. Elenice Lima.
Reciclagem das crenças.
Última noite das coisas que chegam e
Não dá mais...coragem, até porque,
Mesmo que você não goste o que
Deve, vai acontecer.
O TREM DA ÚLTIMA VIAGEM
E o Trem continua sua viagem, ele passa e pega alguns passageiros, aqueles que de uma forma ou de outra já cumpriram sua missão e precisam partir para uma nova jornada, assim segue o trem, ele continua, de estação em estação, até chegar no seu destino. Depois ele retorna, pega novos passageiros e segue, assim é o ciclo, assim é a viagem do Trem da vida, uns vão outros ficam, e novamente o trem passa, ele vai e volta para uma nova viagem, uma viagem que não tem fim, cada passageiro que pega o trem começa uma nova jornada que jamais seberems onde vai terminar, só sabemos que um dia todos nós estaremos nesse trem fazendo nossa última viagem.
Ailton Bahia.
Numa última palavra, sendo homem sério, mergulhado na honestidade, amante à moda antiga dos princípios e valores inegociáveis, deve todo agente público envidar todos os esforços, para jamais roubar e nem deixar roubar o dinheiro do pagador de impostos. Tecnicamente, não deve praticar peculato, nem corrupção passiva, nem concussão, nem prevaricação, nem ato de improbidade, nem se locupletar ilicitamente, e nem tampouco permitir que alguém viole as normas do direito, quer seja praticando corrupção ativa, quer seja tráfico de influência ou exploração de prestígio, nem qualquer ato que possa surrupiar o sagrado dinheiro do pagador de impostos. Por tudo isso, não deve a gestão pública ser exercida por agentes públicos sem qualificação, aquele que tão-somente se acham atores de cinema, cabotinos de plantão e narcisistas otimizados.
A esperança do sertão
As vezes me lembro da última chuva
A maninha ainda tava na barriga da mamãe
Conseguia ver o sorriso de painho em seu rosto
Agradecíamos a Deus por cada gota de água que nos abençoava
Ainda tínhamos esperança
Gostava dessa época
Acordávamos bem antes do galo cantar
Miguel sempre resmungava das longas caminhadas até o poço
Ajudávamos papai até nossas mãos se enxerem de calos
Eu nem ligava, o importante era que nós estávamos juntos
Ainda tínhamos esperança
Depois que partimos de lá
Não se falava mais com vovô
Tentava chamá-lo, mas ele não respondia
Mamãe rezava mais uma Ave Maria, com os olhos cheios de saudade
Ainda tínhamos esperança?
Muito tempo se passou e a chuva no sertão não volta atrás
Olhando para baixo, vejo os registros das pessoas que já passaram por aqui
Olhando para frente, vejo a seca assombrar cada pedaço de vida desse nosso interior
Olhando para o lado, vejo a face de todos se apagando lentamente
Não temos mais esperança
Ainda há esperança?
Ahhh esperança!
Ainda estás aí?
Disseram: “é última que morre”
Agora olho pra esgoto e vejo que é pra lá que escorre.
Quase por fim de acabar, quase sem acreditar.
Cadê tu esperança?
Realmente tudo o que eu queria era ser inocente como uma criança,
ser adulto todo dia, como cansa!
Mas sim, conte-me,
ainda tens esperança?
A ÚLTIMA GOTA
A última gota
faz o copo transbordar.
Mas não é a última gota
que faz o copo transbordar.
São todas as anteriores,
que fizeram a sua parte
para a saturação do copo.
Tudo o que é preciso
para gerar o caos
é uma minúscula gota,
aquela última gota
que faz transbordar o copo,
que faz esvaziar a vida,
que faz apagar a chama.
(Guilherme Mossini Mendel)
Quando foi a última vez permitiu-se parar, respirar, olhar e ver o que acontece todo dia de maneira tão única e bela?
Em última análise, a base de quase tudo que pensamos, em seu cerne, é teológica. Acho que você vê isso muito claramente na questão do humanismo: a ideia de que os humanos têm um valor particular é fundada em uma ideia teológica. Tentativas de sustentar essa ideia sem a teologia que historicamente a sustentou parecem ser totalmente falsas e fadadas ao fracasso.
. Você já parou para pensar que sua última morada é a mesma das pessoas a quem você julga ser superior? Já parou para pensar que somos todos iguais perante Deus?
faz muito tempo que não vinha aqui. Desde a última postagem muita coisa mudou dentro de mim. Hoje estou sozinha novamente. Tive que colocar um fim num amor que estava me sufocando, preferi seguir sozinha do que ficar num relacionamento tóxico. Sofri muito e fato, adoeci , adiquiri uma tristeza dentro de mim, confesso que foi um Amor diferente de tudo que vivi. Foi marcante mas deixou feridas que aos poucos estão sendo curadas. Aprendi a nao confiar mais e seguir minha vida.
MLG❤️
Onde a Natureza termina, aí começa a Arte do Homem, pois a matéria última da Natureza é a matéria primeira do homem.
Poema: "O Início da Última Temporada"
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel
fisicamente fraco, mentalmente fragilizado.
em completa desesperança me encontro.
sinto como se estivesse no início da última e trágica temporada de uma ficção barata.
o drama, sempre exagerado, já transborda.
o medo, tento ignorar, finjo não existir.
me divirto, faço tudo o que eu quero, e como quero,
não me envergonho de meu hedonismo barato,
pois, ao escolher meu último dia, quero olhar para trás,
e romantizar tudo que vivi: todos os prazeres e gargalhadas,
todas as desgraças e derrotas,
cada lágrima derramada,
e concluir, então,
que se tudo foi em vão,
ao menos tive uma grande história,
daquelas que ninguém vai contar.
A noite é uma criança…
Quando foi a última vez que você convidou a "sua" criança para brincar? Não falo do filho, sobrinho ou afilhado. Refiro-me àquela centelha dentro de você, a criança que um dia correu descalça pelos campos da imaginação.
A vida adulta, com suas regras, convenções e o peso da opinião alheia nos afasta da essência do ser. Esquecemos de simplesmente existir, de sentir a alegria pura que pulsava em nossos corações infantis. Mas hoje, algo mágico aconteceu.
De repente, sem aviso, a criança que habita em mim me chamou para brincar. E sem pensar em nada, simplesmente dei as mãos à ela e fui. Abandonei as amarras do relógio, as preocupações que pesavam como pedras, e me entreguei à leveza da infância.
Comi doce, sem pensar no amanhã, aquele turbilhão de açúcar entrando na minha corrente sanguínea, que despertou não apenas as células do meu corpo, mas também a alma adormecida. Cada pedacinho de felicidade era uma rebelião contra a rotina da alimentação saudável, do comportamento socialmente aceitável. Um grito de liberdade.
Quanta rebeldia! Pensei eu, com aquele sorrisinho maroto de criança traquina estampado na cara.
Infelizmente a hora de ir embora chegou. Fui para o carro, a chuva chegou. Um convite irresistível. Vamos esperar a chuva passar ou vamos encarar? Segui o conselho de Lulu: vamos nos permitir! Com minhas amigas, transformei a rua em um palco de memórias, onde as gotas frias lavavam as mágoas e reacendiam a chama da alegria.
A água escorria pelo meu rosto, senti a textura do chão molhado sob meus pés, o cheiro da liberdade invadindo meus pulmões. Por um instante, o tempo parou, e eu voltei a ser aquela criança que não temia a água, não se importava se ia encharcar a roupa, se ia molhar os cabelos, e o mais legal de tudo: eu apenas vivi o momento.
A felicidade era como uma bolha de sabão, leve e fugaz, que explodia em risadas no ar. Descobri que a alegria não precisa de grandes planos, ela se esconde nos detalhes, nos momentos simples que a vida adulta nos impede de ver.
A minha criança precisou ir dormir. A vida adulta me chama de volta, com seus boletos e compromissos. Amanhã Colocarei meu salto, vestirei a armadura da responsabilidade e sairei para “vencer” a vida.
Mas Prometi à minha criança interior que a visitaria novamente, que não a deixaria esquecida em algum canto da memória. E sei que ela estará lá, esperando, com um sorriso travesso um convite para brincar.
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