Viva
Por quê não posso? O que me impede? A vida é curta, é breve, acaba num sopro! A qualquer momento simplesmente falta o fôlego. Vivo o hoje, vivo o agora, vivo o instante porque amanhã pode nem chegar! E se houver? E se a Felicidade chegar? E se for pra durar? Só dá pra saber se tentar! Então sejas meu, aceita que seja tua, eternamente, enquanto dure! O tempo pouco importa, importa, na verdade, a intensidade! Importa sobretudo a verdade! A verdade do sentir, do sentido, do sentimento! E o que há de vir? Lamento, mas não darei ouvidos aos questionamentos, porque só tenho ouvidos para os meus sentimentos. Ouço apenas a voz que vem aqui de dentro, me dizendo: "Vai, filha, vai ser feliz! Só por hoje, este é o teu momento!"
Augúrios da existência
Por que existir?
Para quê?
Com que finalidade?
Quem inventou tudo isso?
Por que as mesmas pessoas de tempos passados?
Afundar em vazio existencial é a consequência para tantas perguntas sem respostas.
Na verdade, viver como Amélie não é fugir da realidade;
É resistir a ela com beleza.
É dizer, com o coração em carne viva:
“–eu não vou deixar de ver beleza, mesmo que ninguém mais veja”.
Passada noite pra descansar a mente, nasce o sol pra iluminar o presente, e segue a vida pra viver o diferente.
No leito de morte, ninguém sente falta das horas extras. Ninguém lamenta não ter passado mais fins de semana no escritório. O que faz falta é o tempo que não foi vivido com quem se ama. A vida não cobra produtividade, ela cobra presença.
O dia de viver é hoje, um presente que se desdobra diante de nós, repleto de oportunidades e desafios. Amar também se revela agora, uma escolha que colore nossas experiências, transformando o ordinário em extraordinário. E no hoje, a magia do perdão encontra seu espaço, permitindo que cicatrizes se curem e que a leveza da reconciliação floresça. Então, que neste dia singular, abracemos a vida, celebremos o amor e pratiquemos a arte libertadora do perdão, tornando cada momento uma página única e inesquecível de nossa jornada.
No efêmero palco da existência, o dia de viver desvela-se como uma dádiva única: o hoje. É na efervescência desse momento presente que tecemos a trama das nossas experiências, entrelaçando sonhos e realidade. Assim, o hoje se torna o epicentro da nossa jornada, o lugar onde a vida pulsa com vigor.
O amor, esse sentimento intrínseco à nossa essência, também encontra sua morada no hoje. Cada batida do coração ressoa a melodia da afetividade, convidando-nos a mergulhar nas profundezas desse oceano emocional. Nesse dia, os laços se fortalecem, e a beleza das relações floresce como um jardim em plena primavera.
Contudo, a complexidade humana traz consigo a necessidade de reconciliação. O hoje se torna o cenário propício para o ato nobre de perdoar e pedir perdão. Nas interações intrincadas da vida, reconhecer nossas falhas e estender a mão da compreensão é um gesto de coragem. O perdão, qual bálsamo para a alma, liberta-nos das amarras do ressentimento, permitindo-nos avançar com leveza.
Portanto, que cada nascer do sol nos lembre da preciosidade do hoje. Que cada batida do coração ecoe a sinfonia do amor. Que, no palco efêmero da existência, o perdão seja o protagonista, transformando o hoje em um eterno presente de oportunidades para viver, amar e reconciliar-se.
Sentir a verdade,com intensidade.
Deixando o normal... pra ser natural.
Naturalmente abraçando mudanças, aceitando sentimentos e necessidades, pra ser de verdade, focar na farta vontade de caminhar com propósito e resultados reais .
Seja naturalmente você, assim saberá sempre viver MELHOR.
Viva o hoje com sabedoria, planejando o amanhã que virá — pois ele será reflexo daquilo que foi construído no ontem.
O som das ondas do mar quebrando, clamando por algum nome. O vento corre a superfície da terra, levando e trazendo nossos amores, nossas certezas e nossas perguntas. Ecoando todas as palavras sem sons, todas as pressas oradas ao ar livre. Afine seus ouvidos, escute o som que as folhas fazem nas copas das arvores, ou o som do vento levando as folhas secas que tiveram o chão como seu leito. Deite no chão gramado, olhe profundo o infinito estrelado, pense em todas coisas boas que fez, sentiu e ouviu, talvez assim verás o prestígio e a pequenez de fazer parte desse indistinto universo.
