Viva
Augúrios da existência
Por que existir?
Para quê?
Com que finalidade?
Quem inventou tudo isso?
Por que as mesmas pessoas de tempos passados?
Afundar em vazio existencial é a consequência para tantas perguntas sem respostas.
Na verdade, viver como Amélie não é fugir da realidade;
É resistir a ela com beleza.
É dizer, com o coração em carne viva:
“–eu não vou deixar de ver beleza, mesmo que ninguém mais veja”.
Passada noite pra descansar a mente, nasce o sol pra iluminar o presente, e segue a vida pra viver o diferente.
No leito de morte, ninguém sente falta das horas extras. Ninguém lamenta não ter passado mais fins de semana no escritório. O que faz falta é o tempo que não foi vivido com quem se ama. A vida não cobra produtividade, ela cobra presença.
O dia de viver é hoje, um presente que se desdobra diante de nós, repleto de oportunidades e desafios. Amar também se revela agora, uma escolha que colore nossas experiências, transformando o ordinário em extraordinário. E no hoje, a magia do perdão encontra seu espaço, permitindo que cicatrizes se curem e que a leveza da reconciliação floresça. Então, que neste dia singular, abracemos a vida, celebremos o amor e pratiquemos a arte libertadora do perdão, tornando cada momento uma página única e inesquecível de nossa jornada.
No efêmero palco da existência, o dia de viver desvela-se como uma dádiva única: o hoje. É na efervescência desse momento presente que tecemos a trama das nossas experiências, entrelaçando sonhos e realidade. Assim, o hoje se torna o epicentro da nossa jornada, o lugar onde a vida pulsa com vigor.
O amor, esse sentimento intrínseco à nossa essência, também encontra sua morada no hoje. Cada batida do coração ressoa a melodia da afetividade, convidando-nos a mergulhar nas profundezas desse oceano emocional. Nesse dia, os laços se fortalecem, e a beleza das relações floresce como um jardim em plena primavera.
Contudo, a complexidade humana traz consigo a necessidade de reconciliação. O hoje se torna o cenário propício para o ato nobre de perdoar e pedir perdão. Nas interações intrincadas da vida, reconhecer nossas falhas e estender a mão da compreensão é um gesto de coragem. O perdão, qual bálsamo para a alma, liberta-nos das amarras do ressentimento, permitindo-nos avançar com leveza.
Portanto, que cada nascer do sol nos lembre da preciosidade do hoje. Que cada batida do coração ecoe a sinfonia do amor. Que, no palco efêmero da existência, o perdão seja o protagonista, transformando o hoje em um eterno presente de oportunidades para viver, amar e reconciliar-se.
Sempre-viva-de-mil-flores
A Lua Prateada embeleza
ainda mais a cena beijando
a Sempre-viva-de-mil-flores,
O vento balançando as esferas
da Sempre-viva-de-mil-flores
escreve sutilmente poema,
Que eu te espero e continuarei
esperando não é cantilena.
Deixo-me levar para onde
os ventos do outono querem,
Onde as palavras que ferem
não consigam alcançar,
Quero ver a dança dos astros
nos campos de altitude da serra
de Santa Catarina e deixar fluir
só aquilo o quê alma embeleza.
Quero fazer um poético buquê
com Sempre-viva-de-mil-flores,
Meditar sobre o quê mantém
a chama do amor vivo
que nada mais é do que manter
discretos o inferno e o paraíso
para que ele dure até o infinito.
Continuar não tendo pressa
na busca para que seja lindo,
E manter o protagonismo intacto
de viver o romance que tenho
com dedicação e doçura escrito
para que se cumpra o destino.
"Dance como se niguém estivesse observando, cante como se niguém estivesse ouvindo, e viva cada dia como se fosse o último." - Brinde Tradicional Irlândes
Não sobreviva. Viva.
Não reclame. Mude de vida e, para isso, altere seus comportamentos.
Não aceite puramente estar. Seja a substância da sua vida.
Debaixo dos céus, faça valer os seus dias.
Sobre a terra, viva grandiosamente.
E no fim alegre-se e orgulhe-se por ter vivido grandes momentos.
Viva sem meno de sonhar e correr o risco de viver seus sonhos, pois o caminho que te leva a felicidade chama-se atitude.
