Violencia Domestica de Pais Contra Filhos
"Contra-economia é contrariar as estruturas de poder em questão. Assim, em um sistema econômico de chefes e escravidão assalariada, as empresas dirigidas por trabalhadores e os sindicatos democráticos populares são contra-econômicos. Em um sistema alimentar amplamente monopolizado por um punhado de empresas que utilizam práticas prejudiciais associadas à agricultura industrial, cultivar sua própria comida ou comprar de agricultores locais é contra-econômico. Em um cenário de mídia amplamente dominado por um punhado de empresas de notícias, a mídia independente é contra-econômica. Em um cenário tecnológico dominado por apenas algumas empresas de tecnologia, a tecnologia livre e de código aberto é contra-econômica."
ORAÇÃO CONTRA OS MORCEGOS DA VIDA
Deus de todas as misericórdias.
Inteligência Infinita.
Deus conhecedor de todos os corações.
Deus de todos os caminhos.
Direciona os meus...
Livra-me de todo mal;
Livra-me dos invejosos e
todos os sugadores e todas tribulações e encostos...
Põe luz, alegria, coerência, foco e prosperidade
No meu dia-a-dia...
Pelo Cristo que é vida, libertação e salvação
Amém!
A vacina da/ou astrazeneca e a variante da África do Sul…
Já não bastava a tal ser perigosa;
agora vem mais esta novidade;
de a dar, a em só sessenta ou mais de idade;
por ordens dessa tal EMA ou a tinhosa!
Tinhosa por saber não proteger;
das tais variantes que estão a chegar;
sabendo bem que os tais se irão infectar;
vacinados, e não querer saber!!!
Afastem de nós essa porcaria;
que só servirá pra nos enganar;
devido a não garantir protecção!
Contra estas variantes que tão estão;
a disseminar-se em todo o lugar;
dado a em mais dos sessenta, encontrar via.
Porque já conto em mim, com cinquenta mais onze, mais uma vez afirmo que a tal PORCARIA jamais em mim permitirei.
Meu jeito não agrada, não convém e não se encaixa.
Mas essa é a delícia de ser do avesso, de andar na contra mão:
"poder esbanjar minha felicidade sem me preocupar com o que vão dizer". G.M.
[A HISTÓRIA É FREQUENTEMENTE PERSEGUIDA NAS DITADURAS E GOVERNOS DE EXCEÇÃO]
Costumam se fazer muito presentes, nos regimes de exceção e de opressão, os combates à História, seja na sua dimensão de pesquisa e de produção de análises historiográficas, seja na sua dimensão de Ensino e esclarecimento da população através da História Pública. No Ensino, durante experiências ditatoriais, são conhecidas as experiências de diluição da História em uma disciplina amorfa, de modo a quebrar a matriz disciplinar de um saber que – além de milenar – apresenta em sua trajetória os resultados e conquistas de mais de dois séculos de historiografia científica e crítica. Tal expediente, como se sabe, ocorreu a certa altura do Regime Militar imposto à sociedade brasileira em 1964, quando a disciplina ‘História’ se viu diluída, no Ensino Básico, em um arremedo disciplinar intitulado ‘Estudos Sociais’. Nos tempos recentes, uma medida provisória excluiu a obrigatoriedade da disciplina no Ensino Médio . É sintomático que, nos momentos em que a democracia se vê abalada, e nos períodos mais brutais de ditaduras, explícitas ou não, a História seja combatida de tantas maneiras, inclusive na sua integridade como disciplina que deve fazer parte do currículo escolar.
Os historiadores, particularmente através de suas principais associações, são conclamados a resistirem. A responsabilidade social deve ser preconizada como um dos valores de resistência da nova Historiografia, no Brasil e no mundo. Através da ‘transferência de criticidade’ para os diversos setores da população – seja através do ensino escolar e superior, seja através da divulgação de obras que estimulem em seus leitores a capacidade crítica, ou seja, por fim, através da utilização adequada da própria mídia contra os interesses conservadores que costumam dominar o universo midiático – a História nestas décadas iniciais do novo milênio demanda combatividade, como já ocorreu em diversos outros momentos.
[trecho extraído de BARROS, José D'Assunção. "História e Historiografia: todas as relações possíveis" In A Historiografia como Fonte Histórica. Petrópolis: Editora Vozes, 2022, p.76].
MULHERES
Estamos MORTAS , mesmo permanecendo “vivas”
Existe um crime, um homicídio doloso que ocorre diariamente e por mais a Lei Maria da Penha tenha aberto a porta de muitas masmorras onde mulheres se mantinham encarceradas, mesmo assim vejo que ela ainda é falha, porque com todo respeito, mas os homens se consideram impunes diante dela, porque para muitos o receio é maior de ser pego na malha fina que ser preso em flagrante decorrente de um Maria da Penha.
Um crime ambiental é um crime onde o criminoso é criminoso e pronto!
Um crime racial também possui seus efeitos imediatos.
Contra os animais também quando vem à tona a mídia causa um alarde.
Basta alguém influente para as manchetes despejarem seus baldes.
Mas quando falamos de um crime contra as mulheres, o assunto fica no ar, o pensamento já é o seguinte: “Vou lá pago uma fiança e pronto”
Inúmeras mulheres que precisam todos os dias sair do seu caixão e fazer de conta que estão vivas.
Pois é somos mortas praticamente todos os dias, somos assassinadas, homicídios qualificados, e o assassino ali, impune seguindo sua vida normalmente…
Dia após dia, somos torturadas, chegando a um grau onde somos aniquiladas, desprezadas, humilhadas, as ameaças te paralisam, e o medo te leva a profundezas cuja nossa mente nem ao certo sabe identificar.
Ele é aquele ser, que se aproximou de você mas já com plano de lhe tirar absolutamente tudo, no início o tom é fingir, a envolve com mentiras, ilusões, do grande protetor a fachada de coitadinho, o homem de grande sucesso ou o pobre coitado que perdeu tudo, foi a ruína pois a sua ex o traiu, comum colocarem a ex como aquela que arruína, que não presta, mas ele por piedade a deixou com tudo, ( como é bonzinho) mas como num passe de mágica de falido a bem sucedido!
A ex até então falecida, renasce… a volta dos mortos vivos. Então algumas verdades aparecem…
Mas vamos a parte mais podre desta frutinha! Este tal animal de zorba se mostra precisar de você, e a nossa maneira demente vamos lá, pegamos tudo o que era lixo e com muito trabalho, geramos lucros, não apenas financeiros, mas somos usadas, damos aos infelizes, status, status de homem de família, do bom moço, e fingem tão bem ao ponto de todos acreditarem, a realidade é oculta da família, amigos…
Porque esta estória já previamente e maquiavelicamente premeditada, você é uma peça de xadrez onde o tabuleiro é dele e ele move pessoas como movimenta as peças.
Estrategista de estratégias perversas, porque em uma partida de xadrez é necessário dois estarem jogando, neste caso somente um joga.
Mas porque o xadrez, porque ele é justo.
Um ganha o outro perde, mas neste xadrez de um único jogador o cenário é a competição dele e seu ego.
Por isso tanto faz derrubar, Rei, Rainha, Bispo Cavalos, Torres ou peões, no fim não haverá ganhador, mas haverá as consequências de ter sido guiado pela soberba, ódio, ganância e a maldade. O tabuleiro desaparece nas lacunas de vidas interrompidas, a cruel novela de um cotidiano real.
Plateias sorrindo de uma cena dolorosa, tapinhas nas costas e afirmações de motivação: “Vai lá ferra a vida dela, mata e acaba com tudo”
Pronto, eis o cenário diário de uma morte em vida.
Ele roubará absolutamente tudo de você, quem olhar de fora até pensara que sua vida é normal, mas é normal você deixar de ver seus país, deixar de ter uma vida social, não conseguir sair com os filhos, deixar de se ver, de se enxergar, você vive presa, muitas são as várias Marias do lar, super mulheres que perderam seus poderes, perderam suas identidades, são mães, filhas, cabelereiras, executivas, empresárias, profissionais presas em seus lares, ou numa vida sem qualquer alegria. Há aqueles que abrem as portas de empresa que ele diz ser “nossa” mas no final quem trabalha é só você?
Uma empresa onde você não tem salário, você não tem férias, você é obrigada a resolver tudo e de quebra ainda escuta: “Você é burra” Aos berros humilha, te insulta constantemente, deprimente, mas quem vive neste ambiente é como alguém que tem sua vida sendo apagada e você começa a pensar que o erro é seu, passamos a nos submeter a condições sub-humanas e ter consciência dos mal tratos não é tão simples assim.
Aquele que agride, o assassino nem sempre será visto como tal, porque o seu grau de perversidade é tão grande que ele passará a imagem do “bom homem”.
E ali naquele mundo quem ganha é quem o dinheiro compra a dignidade e o silêncio.
O Patrão que humilha, mas que no fim da uma graninha por fora, e nesta hora você vê que aquele que diz te ajudar só o fará enquanto você tiver algo a oferecer.
E ali na sua frente o palco das ignorâncias.
A mulher por ser mulher tem que lutar por direitos, comuns como para qualquer ser humano. Uma realidade desumana pois o medo nos mantém refém de um poço, ameaças, calúnias, injúrias, difamações, até que chega ao ponto da agressão. Mas para quem é constantemente agredida ofendida, um soco ou vários socos não mudam, você está em um caos mental tão grande que você não quer enxergar a crueldade explícita.
E quando você se dá conta que olha o que você fez com sua vida? Onde estava sua dignidade? Por anos foi usada, e seu valor se resume a nada! Por que você tem que ir na justiça para provar que ele te machucou?
Que ele te humilhou? feriu? ameaçou?
Que ele te arruinou e roubou de você algo que dinheiro nenhum no mundo compra, o seu tempo, a sua vida! Ele te tirou a oportunidade de ser feliz.
A simples alegria de caminhar em paz numa rua. Qual é o valor das 24h que ele tirou de você durante anos? Qual a pena para o crime de tirar a vida de alguém em vida?
Por que uma medida protetiva não te protege de nada?
Que proteção é está que você tem onde a restrição te restringe? Você passa a ser refém, o medo te consome, o desespero de olhar para aquele ser lhe congela, você passa mal, lhe falta ar. Só quem sabe o que é viver o cotidiano do terror, porque no fim você sabe que ele está solto, livre e impune, e lhe faz questão de demonstrar, provocar e acabar com você de uma vez por todas.
A sua perda não se resume a patrimônio, ao trabalho de anos que ele levou tudo, e mesmo assim se faz de vítima. A sua perda está em algo muito mais elevado. Ele roubou também o que você tem de maior e melhor, seu patrimônio emocional.
Então você está física, psicológica e emocionalmente de uma forma que nenhuma Lei ainda é capaz de compreender.
E olha, muitas mulheres podem pensar que um homem faz isso por ter uma amante, mas um conselho, antes de pensar ou julgar outra mulher, tenha a maturidade de compreender quem é quem na estória.
Porque na verdade, a culpa não é de uma amante, isto se houver, mas caso tenha, ela pode ser alguém que assim como eu caiu e é a vítima na estória do canalha protetor, manipulador coitadinho!
E olha a vida nos revela grandes surpresas, porque ela sim, pode ser uma grande mulher. Assim como você também.
A diferença foi o tempo, porque quanto mais o tempo passa menos enxergamos, e aí está a crueldade e a ausência de conhecimento real dos fatos. Até chegar a agressão física aquela que deixa marcas visíveis, ferimentos graves, já passamos por várias mortes, várias facadas, queimaduras e lesões irreversíveis.
O terror de um cárcere, o terror contínuo de pensamentos, porque o pânico das memórias jamais serão apagadas, quando a sua estrutura emocional e destruída psicologicamente você se perde, perde seu chão, se perde na avalanche de pânicos que você nem sabe distinguir.
Então o que esperar? A decisão de um julgamento? A Lei Maria da Penha foi um marco, mas na verdade ela é apenas a ponta do iceberg. O porque a impunidade ainda predomina, porque ela ainda não enxergou que aquele que agride uma mulher é o mesmo que agride sua mãe, sua irmã, o mesmo que se passa de machão, mas pode ser na verdade um homossexual que não tem hombridade de se assumir, então prefere agredir, se fazer de homofóbico e aquele cara que vai encontrar um homossexual na rua e vai falar para ele: “Você não quer ser mulher? Então vai apanhar como uma”.
Este é o perfil do cara que agride uma mulher, o quer uma mulher para ser sua empregada, ou para fazer fachada, aquele que lhe rouba, quer seja financeiramente ou a usa como alavanca em sua vida, ele é o escroto que não consegue ser ninguém sem diminuir alguém, ele é o cara que muitos olham e até pensam ser um cara bom, e de fato ele é, muito bom em mentir, enganar, fingir, manipular, agredir, humilhar.
O Blog da Re Pinheiro
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Re Pinheiro
A culpa só existe quando você age deliberadamente contra o outro, contra a ecologia do planeta ou contra você mesmo!
As técnicas de inteligência e contra inteligência usadas pelos Estados, não passam de meras deduções e conveniências para eliminar o intelecto de quem intoxica as lideranças.
Hoje eu sei que já nao tenho mais todo o tempo do mundo
Sei que a minha corrida agora é contra o tempo
Por isso vivo na minha paz, sem tempo para coisas que vão tirar o meu sossego
Eu sei que hoje estou aqui...amanhã talvez eu seja apenas uma lembrança, e que essa lembrança seja boa para alguém.
Quero gastar o tempo que me resta sendo livre, leve, louca e feliz, ao lado de pessoas que também queiram a minha presença
Sou o riso do palhaço, mesmo as vezes com o coração triste
Sou a leveza da pluma, mesmo que as vezes a vida não seja tão leve assim
Serei sempre para alguém o aconchego ou uma palavra amiga, ao meu lado sempre encontrará o meu ombro amigo.
Eu sou a paz que carrego dentro de mim
Dê-me uma razão para lutar pelo mundo,
Se por entre a iniquidade não existe um ideal.
Em seus olhos, o vejo moribundo.
Esperança é uma meta irreal.
Dê-me uma razão para ver o dia passar;
A dor e a tristeza simplesmente não vão embora
Desculpas não podem disfarçar
As cicatrizes que vão ficar...
Por que em minha existência devo continuar?
Dê-me uma razão para acender as luzes,
A escuridão me cerca dia e noite,
Exacerbe minha existência de regozijo em solidão,
Onde o silêncio soa como açoite
E a paz alteia como sublime galardão.
Dê-me uma razão para ficar aqui e tentar.
Por que não posso, como a águia, para longe voar?
Memórias vão se apagar, a cada dia se afastar;
Esperanças e sonhos não realizados,
Eu gostaria de poder partir...
Minha ausência é tão despercebida
Que ninguém sequer vai sentir.
Dê-me uma razão que justifique minha existência,
No arcabouço da razão,
Emoções evadem entre os vãos;
A morte no interior é velada pela aparência;
O tempo escorre pelas minhas mãos,
Transtornado ante o mundo absorto em insolência...
Assim como a foice não é talhada pela flor,
Você desperdiça seu tempo com quem te adverse,
Acoimado por uma febre de rancor,
Além de sua estreita visão, a realidade desaparece
Como a razão perante o amor...
Consegue ver seus dias arruinados pela escuridão?
Concebido sobre a solidão que exorta,
Preso em um mundo de isolação
Enquanto a verdade bate à sua porta.
Minha solidão não pode ser roubada
Sem que me ofertem verdadeira companhia.
Parado num momento de ensimesmo,
Não sei se o medo é de nunca mais sentir igual
Ou de voltar a sentir o mesmo.
Dê-me uma razão
Para isso então justificar:
O que te impede de soltar
O peso que não te deixa voar?
Sorria!
Viva a alegria,
E acentue com euforia.
Faça da vida uma poesia
Que ressoe com melodia.
Orquestre com harmonia
E edifique com mestria.
Diga em voz alta
Do que gostaria,
Mas diga sem falta
E com muita empatia.
As luzes da ribalta
Lhe concedem autoria,
Você é o nauta
Que governa a maresia!
Não se curve à esta malta,
Vamos juntos à utopia!
Tudo começa
Com festa e alegria.
Sem muita pressa,
Com paz e harmonia.
O desenvolver
Exige mais atenção:
Da alegria ao sofrer,
Da harmonia à tentação.
Grandes batalhas vão acontecer,
Mas vitórias também virão.
Tudo o que acontece
É passageiro.
O que parece,
É rasteiro.
O que desconhece,
É forasteiro.
Tudo termina
Num último suspiro.
O que abomina,
Ao outro se ensina
Que tudo não passava
De uma mera rima.
Um poeta é como um pássaro
Que se abstém na escuridão
E canta para se confortar
De sua própria solidão.
Seus ouvintes contemplam seu gorjeio:
Singular melodia de uma invisível canção.
Se sentem comovidos de coração cheio,
Ainda que não saibam o motivo e razão.
Insatisfeitos com sua liberdade,
Enjaulam sua virtude.
Ególatras detentores da verdade,
Juízes levianos de absoluta piedade.
Não sabem que o canto da ave
É seu aprumo de criticidade?
Engaiolado não possui identidade,
E agora suas notas não têm mais sonoridade.
Por isso te peço e te imploro
Que deixe os pássaros com cânticos livres.
Deixe-os cantar em sua feliz retidão.
Deixe-os partilhar da liberdade com os outros.
Prosperarem para além da medíocre escravidão.
Apreciem seu regorjeio de cativante galardão.
O tamanho das nossas ideias depende muito do número de idiotas que se juntam e que conspiram contra elas.
Sempre que alguém conspira
contra a nossa opinião
recorre sempre à mentira
e a essas famas que nos dão.
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