Violencia Domestica de Pais Contra Filhos

Cerca de 128321 frases e pensamentos: Violencia Domestica de Pais Contra Filhos

Triste realidade do brasil, nós brasileiros, não somos donos do nosso país. Não somos donos de nós mesmos.

Inserida por williamdeoliveira

Quem tem o conhecimento e a informação pode mudar a história e o destino de um país.

Inserida por marciagarcia

Pais,poupem-me e não me torturem com a pergunta mais desprovida de sabedoria e de boas intenções: Por que meu filho tirou esta nota?

Inserida por Kllawdessy

A saudade dos meus pais é o que me faz envelhecer.

Inserida por ROSANEFREITAS

Não existe idade para amar, mas é preciso maturidade para tirar uma mulher da casa de seus pais e fazê-la ainda mais feliz.

Reflexões. Resende, 15 de Dezembro de 2016.

Inserida por meuspensamentosBruno

Eu crio anúncios de Páscoa, Dia das Mães, dos Pais, das Crianças, Natal e Ano Novo que, quase sempre, parecem de Carnaval.

Inserida por maurosergio

Escolas treinam a memória, a inteligência é tarefa para os Pais.

Inserida por andrederose

Escolas estimulam o conhecimento, os Pais a educação.

Inserida por andrederose

O mundo, nos faz rir e chorar, mas Deus e Maria, nossos Pais... merecem sempre... Nos ver sorrindo...

Inserida por sharkloverman

Ser criticado em um país de seres demagógicos e hipócritas é receber um atestado de idoneidade absoluta e um certificado de virtude socrática suprema.

Inserida por PablodePaulaBravin

O que esperar de um País que se diz capitalista (e nunca mais socialista), nada menos que investimentos em estrutura: estradas, empregos, transportes, redução do custo da "energia" para ajudar o capital a retribuir em impostos e empregos.
É o tapete vermelho para que os investimentos externos aconteçam

Inserida por jozedegoes

Um país sem educação e aquilo que mais nos aproxima da escravidão.

Inserida por samuelnunesdeandrade

Talvez nasci na hora errada, dia errado, país errado, escolhi a profissão errada. Talvez!? - Mas, já que o relógio não para na melhor das horas, eu que nasci às 13 horas de um novembro outonal, sei que estou de passagem nesta vida, assim como passam as horas e os dias, como acontece com as folhas que caem e se renovam em outono, por conta da passagem de uma estação a outra. Sou cidadão do mundo, e ter nascido neste país é só um detalhe. A escolha de minha profissão não foi uma roleta. Antes, trata-se de uma minuciosa construção baseado em testemunhos, responsabilidade e experiencia relacional. Fui como todos ou a maior parte das pessoas matriculado em uma escola que fez parte de minha vida, da qual aprendi valores que sem eles seria impossível conviver em sociedade. A relação na escola não foi sempre amável, fui obrigado ir a escola, logo, contra minha vontade deixei mãe(pai saia cedo para o trabalho) e irmãos, cama quentinha, desenho animado na tv, brincadeiras de criança, etc... para ir a escola. Lá(na escola) foi-me imposto regras estranhas as que tinha em casa, fui condicionado por uma sirene que anunciava ficar em fila parado, e a cantar um hino que a letra até o hoje não sinto alegria de entoa-lo, seja pela falta de coloquialidade semântica em sua letra, seja por contradições históricas gritante em suas estrofes. Mas na verdade eu queria era correr, pular, gritar como um sujeito livre. Foi me imposto sentar junto com quem não queria, a escrever o que não desejava,e a pensar, e isso me era doloroso. Então melhor é rebelar contra toda essas injustiças e no quebra de braços com os grandões, percebi que era o mais fraco. Assim covardemente fui ameaçado... "se não me comportar direito(como eles, grandões-estranhos queriam) minha mãe vai saber de tudo!" Então muito contrariadamente fazia o que mandavam, como um animal domestico, como um brinquedo, não uma bola de futebol que ao chuta-la na direção do gol ela resolve obedecer leis da gravitação universal em Kepler contra às leis de movimento de um carrinho de empurrar que obedece leis da inercia em Newton, muito mais condicionais, como um objeto e não um sujeito da natureza. Assim é que foi depositado nos primeiro anos de minha vida escolar os conteúdos programáticos. Com efeito, fui alfabetizado sem letramento ou criticidade, estes chegaram ate mim de modo prazeroso através da leitura uma década e meia depois. Reconheci prontamente os códigos da escrita que fazia parte da escolarização imposta no contexto em que vivianos, naqueles anos duros do regime militar. Foi assim que fui aceito no bojo da escola, em meu principio de vida escolar. Obviamente manuscrever sintaticamente orações, destas os textos e criar um repertorio a partir daí, é como aprender a andar de bicicleta, nunca mais esquecemos. Outra coisa, foi produzir sentido para construção do meu discurso ideológico, essencial a escuta e a formação do carácter, sem a semente da rebeldia em minha primavera escolar contra as injustiças aqui descritas no contato com a escola, seria impossível ser o que vou sendo nesta construção do sujeito. Aprouve a Moros em grego: Μόρος na mitologia grega "o destino" eu ter frequentado a escola, e os educadores terem conseguidos atingir objetivos educacionais em mim, aprouve a Moros muito mais, eu ter tido contato com os livros muito cedo, ainda que sem o letramento maduro, mais o suficiente para ter tido um comportamento irreverente em sala de aula, ter conseguido com isso o passaporte para o mundo, e a "experiencia de mundo" que anos mais tarde já na faculdade no curso de pedagogia eu saberia que "precede o da palavra". Por ser outrora ator protagonista na relação dicotômica "ensino-aprendizagem", e a posteriore, já adulto percorrer solitariamente(autodidaticamente)o caminho inverso da mediação do conhecimento, como um professor(autodidata) em desconstrução até sua origem no aluno em construção. Concluo que não foi uma roleta a escolha de minha profissão, mais também poderia ter sim escolhido outra profissão, como a de um torneiro mecânico como foi meu pai, tomando um torno ao invés de um giz nas mãos, modulando um ferro ao invés de um aluno, tornando uma ferramenta tao afiada para o uso quanto um aluno para a vida em sociedade e ao mercado de trabalho. Eu sei que o homem perdeu sua condição de liberdade com a venda de sua força de trabalho no sistema capitalista, à lógica capitalista, ou seja, a perda do domínio sobre as técnicas agrícolas e a compreensão dos processos naturais, distanciando-o assim da natureza a da sua autonomia. No sentido capitalista, nem meu pai ou seu patrão o viam como um artesão,senão como operário, no ensino bancário não ha uma relação entre dois sujeitos, pois que, o Professor é sujeito e o aluno objeto. Tanto o movimento inverso do homem operário em direção ao homem artesão, como do Professor que deixa de transferir para mediar o conhecimento junto ao aluno, correm o perigo de se tornarem livres e produtos da natureza. Logo, para mim, vou ao encontro do perigo, sendo no redemoinho perigoso que desconstrói, mistura, reduz a pó as estruturas, não fico obrigado as escolhas contanto que na bagunça as correntes se quebrem, qualquer profissão me servirá.

Inserida por milton46a

Pais amorosos, uma casa com cerca branca, festas com palhaços, uma criança de 5 anos sofre um acidente e seus sonhos desfalecem, essa história não é sua, você escuta e descobre que nunca fez uma oração de verdade, que seus problemas são menores do que dos outros e têm medo de isso lhe motivar por entender que sua dor é menor que a do próximo depois que compreende o significado de compaixão.

Inserida por thiagox

Quando nasceu, ganhou o nome
de Respeito. Primeiro, descobriu
o valor dos pais. Com os avós,
descobriu a importância dos mais
velhos. Respeito foi para a escola
e conheceu meninos, meninas,
negros, brancos, mestiços. Valorizou
as diferenças. Na adolescência,
aprendeu o valor dos amigos.
Viajou e descobriu novas culturas.
Voltou e reconheceu a riqueza de
suas raízes. Respeito teve filhos e
percebeu a importância da natureza.
E foi assim que o Respeito achou
seu lugar no mundo. E todas
aquelas pessoas que o conheceram,
viram o quanto era bacana conviver
com ele.

Inserida por PensandoComOCoracao

Provaram-me que escola inclusiva é o erro do ensino público no país. O crime é contagioso depressa, mais que as ciências.

Inserida por Kllawdessy

cabelos ao vento
e ele me desloca
me joga
me refugia
me tira de mim
do meu país
da minha loucura
da minha vida
vivo por um triz
ele me arrasa
me arrasta
me tortura
me leva à lonjura
dos meus pertences
das minhas tralhas
das minhas lembranças
nem tão doces assim
são bem amargas
porque tiraram de mim
minha identidade
meu corpo
minh'alma
meu coracao
me tornei errante
um ser expirante
que expira e morre
agora vou expiar
além túmulo
no universo errante, eu vago
e está vago
o lugar onde eu deixei
tudo o que me consumia
agora sei que não preciso de nada
daquilo que eu tinha
desapeguei
posso ir embora
da minha terra
do meu plano
aqui tudo eu deixarei
e também as saudades
essas não
essas eu levarei
junto do que sobrou de mim
do meu alguém!!!

Inserida por fernanda_de_paula_1

no meio do meu caminho
tem um, dois e até três Pais
e muitas, mas muitas flores
sou uma pessoa abençoada
não tenho nada do que reclamar
tenho só que agradecer e amar
é assim que Jesus nos pediu
atendamos e atentamos
aos seus pedidos
é assim que chegaremos
cada vez mais perto
da verdadeira felicidade!!!

Inserida por fernanda_de_paula_1

trago flores
brancas da paz
me visto
de verde esperança
e desejo hoje um país
melhor do que aquele
que foi ontem
hoje será bem melhor
eu creio
então coloquemos
um sorriso no rosto
e oremos
com fé em Deus
dessa sairemos!!!

Inserida por fernanda_de_paula_1

O país necessita agregar valor aos seus produtos, não podemos mais continuar no setor primário.

Inserida por alexandrecostadecarv