Violencia Domestica de Pais Contra Filhos

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Na violência dos teus lábios, e minha fúria verbal não quer calar, te escuto e respondo e você não quer ouvir.
(Saul Beleza)

Quando observamos guerras, violência, corrupção, abandono de animais, destruição da natureza e tantas outras tragédias, será que estamos olhando para a ausência de Deus ou para o reflexo das decisões humanas acumuladas ao longo das gerações?

Quando olho para a minha história, percebo que o que mais me marcou não foi apenas a violência que vivi.


Foi a quantidade de responsabilidades que colocaram sobre os ombros de uma criança.


Uma criança deveria estar preocupada em brincar, estudar, fazer amizades e descobrir o mundo. Eu não tive esse privilégio. Desde muito cedo precisei aprender a sobreviver.


Aprendi a reconhecer sinais de perigo antes mesmo de entender muitas outras coisas da vida. Aprendi a identificar mudanças de humor, ameaças e situações que poderiam terminar em violência. Aprendi a proteger meus irmãos quando eu mesma precisava de proteção.


Durante muito tempo, enxerguei isso como força.


Hoje entendo que essa força nasceu da necessidade.


Eu não escolhi amadurecer cedo.


Fui obrigada.


Eu não escolhi me tornar protetora.


Fui obrigada.


Eu não escolhi carregar preocupações de adultos quando ainda era uma menina.


Fui obrigada.


Eu não escolhi conhecer o medo antes de conhecer a segurança.


Fui obrigada.


E talvez seja por isso que, ao longo dos anos, eu tenha desenvolvido uma capacidade enorme de resistir.


Mas existe uma diferença entre ser forte e ser forçada a ser forte.


Muitas pessoas elogiam a resistência de quem sobreviveu. Poucas percebem o preço que foi pago para construí-la.


Mesmo assim, existe algo que me traz paz quando olho para trás.


Apesar de tudo o que aconteceu, eu não permiti que a violência definisse quem eu me tornaria.


Poderia ter reproduzido o mesmo ciclo.


Poderia ter me tornado uma pessoa amarga.


Poderia ter passado adiante toda a dor que recebi.


Mas escolhi outro caminho.


E talvez essa seja uma das minhas maiores vitórias.


Com o passar dos anos, percebi que a minha luta não era apenas por mim.


Era também pelos meus irmãos.


Eu sabia o que estávamos vivendo. Sabia o quanto aquilo nos destruía por dentro. Sabia que, se ninguém fizesse algo, aquela realidade continuaria se repetindo.


Por isso, quando finalmente consegui me afastar daquele ambiente, uma parte de mim nunca desistiu de ajudá-los a enxergar que existia vida além daquele sofrimento.


Hoje, quando digo que me sinto com a missão cumprida, não estou falando de perfeição.


Estou falando de liberdade.


Porque para quem cresceu em um ambiente saudável, liberdade pode significar muitas coisas.


Mas para mim, liberdade sempre teve outro significado.


Liberdade é dormir sem medo.


Liberdade é não ouvir gritos.


Liberdade é não viver esperando a próxima ameaça.


Liberdade é não precisar olhar para trás o tempo todo.


Liberdade é poder respirar em paz.


Durante anos eu vivi em estado de alerta.


Hoje eu vivo em estado de gratidão.


Não porque o passado deixou de existir.


Não porque as cicatrizes desapareceram.


Mas porque finalmente compreendi que sobrevivi.


As marcas continuam em meu corpo.


Algumas lembranças continuam em minha mente.


Mas aquilo que tentaram destruir permanece vivo dentro de mim.


A minha fé permanece.


A minha capacidade de amar permanece.


A minha esperança permanece.


A minha vontade de viver permanece.


E quando olho para os meus irmãos livres daquele ambiente, percebo algo que me emociona profundamente.


Nós conseguimos.


Depois de tantos anos de medo, dor, lágrimas e sobrevivência, nós conseguimos.


Eles marcaram partes da nossa história.


Mas não conseguiram escrever o nosso destino.


Hoje, eu não sou mais a menina que vivia esperando a próxima tragédia.


Sou a mulher que atravessou a tempestade e permaneceu de pé.


E isso ninguém jamais poderá tirar de mim.

Se gostou guarda pra voce,se não quiser violência !

Inserida por marcellinha81

Se quer paz encontre paz,se não quiser paz faz oque quizer mas violencia comigo não cola

Inserida por marcellinha81

Para ter uma vida sem violência, crueldade e desigualdade é preciso estar alucinado.

Inserida por henrique02

O mais alto grau de de violência e ódio é de um extremista, pois prejudica a si e ao seu próximo.

Inserida por clausvieira

Não reajas pronta e afoitamente aos vitupérios e à violência dos algozes: antes procure entender, interpretar... Deixe que a força dos seus opositores se esvaia... Só então pondere e vença.(JMJ)

Inserida por Superjujar

O desprezo dói mais do que o ódio e machuca mais do qualquer espécie violência.

Inserida por PablodePaulaBravin

01. Eu não pequei.
02. Eu não roubei com violência.
03. Eu não furtei.
04. Eu não assassinei homem ou mulher.
05. Eu não furtei grãos.
06. Eu não me apropriei de oferendas.
07. Eu não furtei propriedades do deus.
08. Eu não proferi mentiras.
09. Eu não desviei comida.
10. Eu não proferi palavrões.
11. Eu não cometi adultério, eu não me deitei com homens.
12. Eu não levei alguém ao choro.
13. Eu não senti o inútil remorso.
14. Eu não ataquei homem algum.
15. Eu não sou homem de falsidades.
16. Eu não furtei de terras cultivadas.
17. Eu não fui bisbilhoteiro.
18. Eu não caluniei.
19. Eu não senti raiva sem justa causa.
20. Eu não desmoralizei verbalmente a mulher de homem algum.
21. Eu não desmoralizei verbalmente a mulher de homem algum. (repete a afirmação anterior, mar direcionada a um deus diferente).
22. Eu não me profanei.
23. Eu não dominei alguém pelo terror.
24. Eu não transgredi a lei.
25. Eu não fui irado.
26. Eu não fechei meus ouvidos às palavras verdadeiras.
27. Eu não blasfemei.
28. Eu não sou homem de violência.
29. Eu não sou um agitador de conflitos.
30. Eu não agi ou julguei com pressa injustificada.
31. Eu não pressionei em debates.
32. Eu não multipliquei minhas palavras em discursos.
33. Eu não levei alguém ao erro. Eu não fiz o mal.
34. Eu não fiz feitiçarias ou blasfemei contra o rei.
35. Eu nunca interrompi a corrente de água.
36. Eu nunca levantei minha voz, falei com arrogância ou raiva.
37. Eu nunca amaldiçoei ou blasfemei a deus.
38. Eu não agi com raiva maldosa.
39. Eu não furtei o pão dos deuses.
40. Eu não desviei os bolos khenfu dos espíritos dos mortos.
41. Eu não arranquei o pão de crianças nem tratei com desprezo o deus da minha cidade.
42. Eu não matei o gado pertencente a deus.

Inserida por AZEVEDODouglas

Não troque a inteligência pela violência.

Inserida por andrederose

A conciliação é o único caminho para a paz. Não se combate violência com mais violência. Vamos cultivar o amor e a amizade, pois assim teremos uma sociedade mais justa e mais digna.

Inserida por DiogoMaiaAlencar

O medo é a raiz da violência, a vingança nos liberta da perseguição, pois é moeda de troca. Paz só com guerra. Anjos matam réu...

Inserida por Kllawdessy

Um aperto de mão ou até um abraço, sem o consentimento do outro constitui-se num ato de violência. (02.10.17).

Inserida por NemilsonVdeMoraes

Eu tenho um sonho.

Eu sonho com o dia em que a violência já não exista mais.
Assaltos nas esquinas, sequestros, estupros, homicídios que tiram a nossa paz,
Um tiro na favela, uma bala perdida, um corpo na viela,
e a criança que saía da escola já não existe mais,
existe apenas o eco do grito dos seus pais,
apenas o terror e o sofrimento dos seus pais.
Políticos corruptos,sem esclúpulos, imoralidades,
as comunidades já não dormem mais,
O Rio precisa de paz, é o Rio precisa de paz.

Está nfaltando respeito, e os direitos humanos, só defendem os marginais,
enquanto o trabalhador, vive o terror de um salário achatado, ônibus lotados,
e o fracaço da segurança pública nos deixa nas trevas a mercê de satanáz,
pivetes com canivetes, abusam das auridades porque não tem idade pra pegar cadeia,
se reunem em gang's na areia da praia zondo o plantão, fazendo arrastão.
Mostrando para o mundo a vergonha da nossa nação, a impunidade,
é. Eu falei, a impunidade. Eles contam com a impunidade.


I heave a dream

I dream of a day when violence no longer exists.
neighborhood robberies, kidnappings, rapes, homicides,
who take away our peace.
A shot in the favela, a stray bullet, a body in the street
and the child left school and no longer exists.
There is only the echo, the cry of your parents.
Only the terror and the suffering of their parents.
Corrupt, unscrupulous politicians, immoralities.
the communities no longer sleep.
Rio needs peace, Rio needs peace.

It is lacking respect,
and human rights defend only the marginal,
while the worker lives the terror of a flat salary,
crowded transportation and the failure of public safety,
which leaves us in darkness at the mercy of satan.
boys with pocketknives rely on impunity,
because he is not old enough to pick up jail,
meet in gang's on the beach sand making fun of the law
doing trawling.
And showing the world the shame of our nation.
Impunity, I said. Impunity.

Inserida por Aquino2014

Aquele que impõe sua vontade à força,opta pelo viés da violência; infringindo princípios do direito (07.11.17).

Inserida por NemilsonVdeMoraes

A violência no ambiente escolar é uma manifestação natural da ilusão, da imaginação, do desejo e da esperança fazendo resistência à verdade tão apreciada em si mesma. A verdade nunca esteve tão distante dela mesma a ponto de precisar está sendo ela mesma a cada instante.

Inserida por Kllawdessy

“Quando a vida está prestes a admitir o triunfo definitivo da violência e da injustiça, só a soberania da graça pode intervir e reverter as consequências das desgraças.”

Inserida por Crobalv

...nunca é demais lembrar que a civilização começa quando nós abrimos mão do uso da violência – de forma coletiva – em nome da convivência pacífica, delegando para um Estado a realização da justiça. Evidentemente que com esse pacto social nós não deixamos de sentir raiva ou desejar vingança, mas ser civilizado é justamente aprender a conter tais impulsos. Agredir alguém porque ele agrediu outro é o que fazem crianças, e o papel da educação é exatamente repreendê-las nessas ocasiões, preparando-as para a vida civilizada.

Daniel M de Barros - psiquiatra

Inserida por EmOutrasPalavras

A violencia nunca é o melhor caminho em qualquer hipótese! A cena é forte de ser vista, mas sempre temos que olhar os dois lados da situação! O policial em foco errou em sua atitude, mas devemos também analisar o que o levou a essa atitude... Fácil apontar o dedo e acusá-lo de covardia, mas qual seria sua atitude estando na mesma situação...? Acho que todos já esqueceram do episódio anterior na Assembléia Legislativa onde um policial foi agredido por manifestantes! Às vezes no auge do nervosismo e até mesmo no desespero tomam-se atitudes que não tomariamos em outras ocasiões! Encaro que tanto os professores quanto os policiais que ali estão são pessoas dignas que infelismente o Poder coloca em posições antagônicas! Não vamos nos limitar a tecer críticas, vamos buscar criar consciência em ambos os lados! Agir com violência e desrespeito às leis não vão garantir aos manifestantes a tão sonhada democracia. Democracia esta que hoje se esvai em atitudes impensadas, recheada de erros que comprovam que o povo ainda não sabe usar de sua liberdade de expressão! Confundem manifestação com baderna e desrespeito ao direito alheio. Acordem....

Inserida por Sommelier25