Vinho: textos e poesias que celebram sua essência
"Amor é um esconderijo de nós mesmos
Lá está aquele pedaço de mim
Que eu tomei com chá de camomila
Lá está aquele pedaço de você
Que eu tomei com vinho
Amor, é lá onde me guardei"
EU SOU A POESIA...
Debruçada no papel
De noite, lua e estrelas
De dia, teu favo de mel
A mergulhar em cheiro
No pomar de flores no céu.
Eu sou a poesia...
Sinônimo que tira o teu sono
na efêmera madrugada
te levando ao êxtase
do mais intenso prazer.
Eu sou a poesia...
Que ludibria os teus sentidos
E em algumas doses de vinho
Embriago a tua alma
E viro musa no paraíso.
Eu sou a poesia...
Que ao se despir pra ti
Transforma o teu olhar
E fala com o teu corpo
No insensato pensar.
Eu sou a poesia...
Que te faz dormir
No acalanto dos seios
Cobrindo o perene amor
Dos dias forasteiros.
Eu sou a poesia...
Que arranha os teus versos
Beijando-te em palavras
Vorazes, completas
Em poema, derramadas.
Eu sou a poesia...
Que ao acordar te faz poeta
De rimas, versos e estradas
Dantes vida jamais trilhada
Nas vias da tua jornada.
(Celeste Farias, BH, 20/11/2013)
Ouço o tilintar se aproximando,
sinto a ausência de umidade em meus lábios,
certo silêncio é rompido ao som do preenchimento do vazio,
contemplo o movimento fluído em um bailar peculiar,
percebo a formação de seus tons,
inspiro seus aromas ...
sinto-me salivar e ao lapso de um olhar sincero,
beijo a boca do cálice que me alimenta a alma ao toque de um anjo,
percebo seu corpo entre meus dentes,
roço minha língua,
degusto seu fruto levando-a ao céu,
na pausa de um sussurro sinto seu calor fugaz.
Ao meu redor sorrisos, amigos e prosa.
Um brinde aos amantes do vinho!
É encantador não é?
A dualidade do amor,
A intensidade do prazer,
A oxitocina tomando o corpo,
Embriagando a mente,
Um assemblage de sentimentos,
Como um bom e redondo vinho,
Medo da queda,
Dor ou abandono, Um coquetel de intensidades,
Não é mesmo?
Tomemos?
Um brinde a vida!
Aqui estou mais um dia, um detento diário
No meu diário, citar essas linhas é algo árduo
Normalmente, o que eu sinto, eu guardo
Sinto que resolveria alguns problemas com um infarto
"Bom dia", sempre digo
"Boa noite", sempre uso
O poema fica repetitivo
Da língua quase não abuso
O brincar é necessário
O poema? Involuntário
Talvez seja nisso que sou bom
Um poema como o vinho Bourbon
Com queijo, tem quem goste
No pão, ou no bolo, na frigideira toste
Fica crocante
A receita é dela
Ela queima
(Reverência)
Não! Não precisa ser bonito.
Precisa gostar da Dança,
Saber tocar a pele seguindo o compasso da música, sentindo
As notas do Vinho que exalam
Da boca beijada...
(Rubi Olindo)
Eu não tenho regra por aqui.
Para relaxar tenho muito repertório.
As vezes um livro, outras uma taça de vinho, uma #comédia no netflix, um desenho, um textão, cozinhar, criar novos modelos de japamala.
Andar descalça, olhar o céu, fotografar, pegar estrada me faz bem, me (re)alinha.
Eu odeio rotina porque fere meu valor de liberdade. Vira automático e perde o propósito.
Gosto mesmo é de fazer coisas diferentes , aprimorar a rotina e pôr meu toque de luz e amor.
Hoje a noite pede livro, vinho, e cobertor!
Alguém me perguntou como me sinto sendo uma mulher solteira aos 40 anos.
Bom, eu gosto de me sentir como uma garrafa de vinho.
Um bom vinho, que levou anos para ser considerado como tal, passou por um longo período de provas e experimentos, aguardou um longo tempo para amadurecer; e agora engarrafado tem tempo de sobra pra encontrar uma boa companhia que saiba apreciar a sua grandiosidade. Mesmo que seja por apenas uma noite!
Vontade de ficar entre amigos com os melhores e mais legais, falando da vida, ouvindo Cazuza e tomando um belo vinho ao ar livre em plena noite.
Aos pés da torre eiffel...
Mais uma noite linda cai no centro do universo romântico,
as árvores bem vestidas com os seus ternos de neve,
alguns casais patinando ao som da música clássica tocada bem alto,
a torre de Paris deslumbrante iluminada com os tons da paixão,
Ela tão feliz, tão sorridente após uns leves giros de 360 graus vivendo tudo aquilo que por anos havia sonhado,
clima frio, corpos quentes, mais uma muda de amor plantada na torre eiffel sendo curtida ao sabor do bom e velho vinho.
VONTADE DE VOCÊ
Vontade de dizer do que eu sinto vontade
Sinto medo de te assustar com minha intensidade,
com minha vontade,
com minha presença
Mas, quando a vontade explode no peito, não tem mais como segurar
Vontade demais...
Vontade de você com o céu e a lua
De você com vinho
De você com sopa e conchinha em dia frio
De você no sofá o dia inteiro
Vontade de você
De você com Häagen-Dazs
De você com pés descalços na grama,
na água fria da cachoeira
De você com a mão no bolso da minha calça jeans
De me declarar
De te declamar
De me apaixonar
De segurar sua mão pra eu não me afogar
Vontade de conhecer seu cheiro
e sua mão no meu cabelo
Vontade mesmo... de me perder e me achar no seu abraço!
Venha, estás maravilhosa,
a noite está enluarada
e fará parte desta nossa ocasião
que será com taças de vinho,
doses de amor, trocas de carinho,
pra nós, terá muito valor,
sabes que aprecio a tua companhia
e sei que também aprecias a minha,
então, vamos aproveitar esta recíproca euforia.
Primor de traços esplêndidos, charme poderoso de um vermelho sedutor, tom de um beijo intenso, demorado, calor demasiado de sentimentos verdadeiros, cor provocante de um desejo insaciável, fervoroso, de uma paixão repleta de fogosidade, de um vinho encorpado, que remete a viveza do seu olhar atencioso, a sutileza dos seus lábios delicados, o entusiasmo do seu coração amoroso, uma poesia viva de trechos acalorados, cobertos por um romantismo grandioso, momentos doces e atrevidos, encantos poeticamente avermelhados que poderiam resultar em uma pintura atraente de uma mulher incrível, fonte de uma emoção ardente que deixa coloridos os dias nublados, o paraíso se fazer presente, a simplicidade mais admirável, consequentemente, presença inconfundível, beldade indispensável.
Inconcebíveis
Inconcebíveis palavras são ditas
No silêncio do pensamento
Exulta, ó sensível coração!
Tua essência é como uma árvore frutífera e sedenta
Que alimenta e sacia os pobres famintos;
Vem a mim, ó doce e apetecível vinho,
Deixa o teu líquido verter pelos córregos
O teu veneno imortal;
Deem-me numa taça as borbulhas
Deste intenso vermelho sanguíneo
Manchando minha consciência
No cume da minha eterna felicidade.
Esconde no recôndito de teu coração
O jardim que tanto cuidaste
Para a farta produção dos nobres parreirais.
"É sempre assim...
Sou de alguém por uns dias...
Ao fim, me mando flores e uma garrafa de vinho...
Me saúdo...
Tim Tim...
Estou de volta prá mim!"
☆ Haredita Angel
Oremos para que a nova geração de lideres da igreja não siga o exemplo dos religiosos fariseus, cegos aos sinais dos tempos, que rejeitaram e crucificaram Aquele que veio para salvá-los, por amarem fanaticamente as velhas tradições. Eles não quiseram experimentar o vinho novo porque estavam viciados no vinho velho. Coaram o mosquito e engoliram o camelo!
“A verdade um dia sempre irá triunfar, o reconhecimento aliviar e a mágoa ficará para trás, da mesma forma que água nunca será vinho, não feito por nós. ”
Para sobrevivermos aos novos tempos, precisaremos ter:um bom anjo da guarda, uma boa área de escoamento interno e uma boa adega em casa.
