Vilão
Na vida e até nos filmes o vilão sempre é preso ou morto no fim , então eu sugiro que abandone esse seu estereótipo de malvado e siga por caminhos onde o que prevalece é o bem no sentido comum e generalizado , mas lembre-se ser uma pessoa boa não significa ser besta , então não se confunda no conceito
Se você bater de frente com um vilão, não o julgue mas procure saber o que aconteceu para que ele viesse a se tornar assim, isso sim é ter empatia.
Como ator, consigo interpretar bem um vilão; não por ter nada da essência deles, mas por já ter sofrido muito nas mãos de pessoas com esse tipo de alma perversa em toda minha existência.
O grande vilão em qualquer época, o apego, isto é, destrói, corrompe, manifesta o desejo sombrio em termo insano.
Na história do Aladim, tem um dialogo entre o vilão e ele assim,
- roube o povo, e será um ladrão...
Lula e sua turma sempre fizeram isso muito bem, por isso são chamados de ladrões.
- Roube um Rei, e terá o poder...
Está claro que tem alguém querendo tirar o poder de Lula, embora se poste como amigo dele, e o trate como Rei, o Rei dos ladrões.
"As vezes alguém precisa ser vilão para formar um herói. Seja duro com os moles pelo bem deles ou, eles nunca irão aguentar a pancada daqueles que são duros por pura maldade, nem ao menos serão resistentes o bastante para ficarem de pé sob o vento forte que a própria vida sopra"
O tempo, a distância e o sofrimento criam oportunidade para as pessoas transformarem em um vilão alguém que elas nem sequer conhecem.
Houve uma vez um herói e um vilão, que apesar de estarem em lados opostos, compartilhavam uma conexão especial. Eles sentiram atração um pelo outro, mas não puderam estar juntos devido às suas posições específicas na sociedade. No entanto, eles não puderam se libertar da intensidade do sentimento que sentiram um pelo outro de uma distância segura. Por mais que tentassem, não conseguiriam ser apenas amigos. No final, eles decidiram arriscar tudo para ficarem juntos, independentemente das consequências que pudessem enfrentar.
Para alguns, sou herói e, no mesmo instante, outros me julgam vilão. Para alguns, virei distância e para outros, aproximação. Fui tímido, rebelde, ignorante e até ignorado. Se me pergunta quem eu sou, a resposta é confusa e sem apego inventado. Sou todos eles e nenhum deles, "ser" e "não ser". Sou quem olha, pela brecha cerrada de grades, o meu próprio alvorecer. Essa cíclica iluminação vem do findar das noites soturnamente memoráveis através dos intensos gritos afogados em meus silêncios infindáveis… Ora sou quem vê pela janela, ora sou quem vê a janela e, em meio às duvidosas brumas da madrugada, sinto-me como se eu fosse a própria janela…
