Vida Linda
É tão linda o meu amor
Que não posso explicar
Tem encanto de uma flor
E o mar no meigo olhar.
A beleza no doce sorriso
Minha eterna inspiração
Sublime e divino paraíso
Magia e intensa emoção.
Sua suave voz é a paz
Que em sonhos procurei
E não deixarei jamais
Porque sempre amarei.
Meu jardim iluminado
Pela primavera em flor
O meu céu abençoado
Como é linda o meu amor.
Coração puro e fraterno
Sempre disposto a servir
Sonho que tanto espero
Em meus braços possuir.
Amor que mora distante
Bem longe do meu carinho
Onde o sol é mais brilhante
E o vento sopra mansinho.
Estrelas surgem bailando
Em lindas noites de luar
Rios seguem murmurando
Querendo encontrar o mar.
Os pássaros cantam baixinho
Quando o dia amanhece
Para acordar devagarzinho
Meu amor com linda prece.
Enquanto a dor da saudade
Teima em não me deixar
Escrevo em versos a verdade
Para que ela possa escutar.
E que ela venha confiante
Com esperança e destemor
Para comprovar num instante
Como é sincero o meu amor.
" A vida possui parâmetros que só o amor consegue alcançar."
Um Anjo sem asas
ensinou-me a voar
Nome de Santa
Linda como mar
Vivida e alegre
Orgulhosa e lutadora
Coração forte
Sobre nome vencedora
Risos fáceis e contagiante
Bella, es a Dona eternamente de mim.
O A.M.O.R
O amor tem uma magia linda
De elaborar caminhos bonitos, onde ele pousa, colore e faz
Brilhar a emoção.
Sem amor à vida seria cinza
E o mundo não teria mais compaixão e nem piedade.
Pois quem atribui o amor como companheiro
Fazem dos dias a flor mais preciosa da poesia!
Porque ele é tudo
E no tudo se transforma...
-Olha Floydiana que linda essa roupa, porque você não usa esta na moda, é tendencia!
-Olha na boa, minha tendencia é outra!
LEMBRANÇAS DE UM BELO LUGAR ONDE NASCI :aquele sol nascendo uma imagem infinitamente linda, os raios parecendo tocar as árvores no alto da Serra, uma brisa tão suave, aquele ar inacreditável parecia até adocicado. Uma verdadeira obra divina. Só quero agradecer a Deus por ter me concedido tamanho prazer.
O Amor é uma linda flor
que já começa a morrer
quando o tempo se põe a correr
de inanição, descaso ou de dor.
Ariel de Sousa - 26/12/16 20:38h
E lá estava ela outra vez, sentada á beira da minha cama. Mal sabe ela o quão linda está, o quão lindo é a simplicidade de um corpo nu de sofisticações.
Logo no amanhecer desta linda manhã, tive uma certa clareza pelo que venho admirando e atentamente observando. Chego a conclusão que o mundo muda dia após dia, mas a sua mudança só depende de você.
Linda,
Corpos há por todos os lados
belos, sarados...
Moço,
a mim exita as
"mentes".
As bocas...
que pensam...
os olhos
que falam...
As mãos que pedem...
e dão...!
sem medo
sem dó..!
sacou?
..
Linda e fina
Desde pequenina
Calma como um lírio
E doce como uma rosa
Floresce na primavera
Que prima linda que me viera
Melhor amiga de Alma
Irmã de peito
A flor que me acalma
Floresce até na água
No mar,na ilha
Como eu te amo prima bela
Marília
Até o final contigo estarei
Você me apoiou
Quando mais precisei
Passaram-se tantas coisas
Tantos anos se tem por vir
Mas você minha prima
Eu quero sempre aqui
Ele disse como eu era linda enquanto me abraçava e eu pensei com surpresa que meu último namorado fazia a mesma coisa quando me abraçava e me surpreendi ao lembrar dele sem um pingo de saudade. Talvez meu amor por ele tenha voado para longe, ou congelado nas minhas veias, ou ainda, como gosto de pensar, ele tenha ido morar nos meus versos e assim viverá para sempre.
E suavemente ...
Minha Paz chega entoando
uma linda canção .
Lá fora o barulho anda torpe,
com gosto de caos
de cinzas e de vazios
E eu aqui quieta e
no meu canto...
Ouvindo a melodia
do meu silêncio
E sorrindo em prece
mirando o céu
E tendo a garantia
das estrelas
de que não estou sozinha.
Como é bom salivar cada momento
delicadamente !
Como é bom viajar no céu do
azul em silente !
Como é bom acarinhar minha alma
suavemente !..
Tenho conversado com meu tempo
nesse manso e doce
aconchego sutilmente .
Como é bom viajar
num Encanto
num Canto e
num Encontro de
mim mesma.
E assim vou por ai passeando
por entre andorinhas e
borboletas
por entre girassois e
levezas
por entre colibris e
sutilezas
Com meus olhos
pulsando êxtase
sem muita pressa
sem muita ânsia
sem qualquer tipo de dor e agonia ...
E sem machucar ninguém ...
Voou in tons de sonhos
Sorrindo e florindo suavidades
Plena por saber que
posso desenhar com maestria e
a cada dia ...
Minha própria dose de calmaria .
I
Eu tenho quinze anos
E sou morena e linda!
Mas amo e não me amam
E tenho amor ainda.
E por tão triste amar,
Aqui venho chorar.
II
O riso de meus lábios
Há muito que murchou;
Aquele que eu adoro
Ah! Foi quem matou;
Ao riso, que morreu,
O pranto sucedeu.
III
O fogo de meus olhos
De todo se acabou,
Aquele que eu adoro
Foi quem o apagou:
Onde houve fogo tanto
Agora corre o pranto.
IV
A face cor de jambo
Enfim se descorou,
Aquele que eu adoro
Ah! Foi quem a desbotou:
A face tão rosada
De pranto está lavada!
V
O coração tão puro
Já sabe o que é amor,
Aquele que eu adoro
Ah! Só me dá rigor:
O coração no entanto
Desfaz o amor em pranto.
VI
Diurno aqui se mostra
Aquele que eu adoro;
E nunca ele me vê,
E sempre o vejo e choro;
Por paga a tal paixão
Só lágrimas me dão!
VII
Aquele que eu adoro
E qual rio que corre,
Sem ver a flor pendente
Que ti margem murcha e morre:
Eu sou u pobre flor
Que vou murchar de amor.
VIII
São horas de raiar
O sol dos olhos meus,
Mau sol! Queima a florzinha
Que adora os olhos seus:
Tempo é do sol raiar
E é tempo de chorar.
IX
Lá vem sua piroga
Cortando leve os mares,
Lá vem uma esperança
Que sempre dá pesares:
Lá vem o meu encanto,
Que sempre causa pranto.
X
Enfim abica a praia,
Enfim salta apressado.
Garboso como o cervo
Que salta alto valado:
Quando há de ele cá vir
Só pra me ver sorrir
?
XI
Lá corre em busca de aves
A selva que lhe é cara,
Ligeiro como a seta
Que do arco seu dispara:
Quando há de ele correr
Somente para me ver.
XII
Lá vem do feliz bosque
Cansado de caçar,
Qual beija-flor que cansa
De mil flores a beijar:
Quando há de ele, cansado,
Descansar a meu lado?
XIII
Lá entra para a gruta,
E cai na rude cama,
Qual flor de belas cores,
Que cai do pé na grama:
Quando há de nesse leito
Dormir junto a meu peito?
XIV
Lá súbito desperta,
E na piroga embarca,
Qual sol que, se ocultando,
O fim do dia marca:
Quando hei de este sol ver
Não mais desaparecer?
XV
Lá voa na piroga,
Que o rasto deixa aos mares,
Qual sonho que se esvai
E deixa após pesares:
Quando há de ele cá vir
Pra nunca mais fugir?...
XVI
Oh bárbaro! Tu partes
E nem sequer me olhaste?
Amor tão delicado
Em outra já achaste?
Oh bárbaro! responde,
Amor como este, aon
de?
XVII
Somente pra teus beijos
Te guardo a boca para;
Em que lábios tu podes
Achar maior doçura?...
Meus lábios, murchareis,
Seus beijos não tereis!
XVIII
Meu colo alevantado
Não vale teus abraços?...
Que colo há mais formoso,
Mais digno de teus braços?
ingrato! Morrerei...
E não te abraçarei.
XIX
Meus seios entonados
Não podem ter valia?
Desprezas as delícias
Que neles te ofrecia?
Pois hão de os seios puros
Murcharem prematuros?
XX
Não sabes que me chamam
A bela do deserto?...
Empurras para longe
O bem que te está perto?...
Só pagas com rigor
As lágrimas de amor?...
XXI
Ingrato! Ingrato! foge...
E aqui não tornes mais,
Que, sempre que tornares,
Terás de ouvir meus ais:
E ouvir queixas de amor,
E ver pranto de dor...
XXII
E, se amanhã vieres,
Em pé na rocha dura
'Starei cantando aos ares
A mal paga ternura...
Cantando me ouviras,
Chorando me acharás!...
O amor é como uma rosa que mesmo entre pedras, ervas daninhas e espinhos, ela floresce linda e perfumada!!!
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