Vida Linda

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⁠A vida é cheia de pacotes...
sfj,Quintana,m,pens.

⁠Na aurora da vida, trabalha; no meio, dá conselhos; no fim, ora.
sfj,aforismos vol. 8

⁠A literatura aparece quando alguma coisa na vida se desregra.
sfj,Simone de Beauvoir,citações

⁠Toda vida merece um livro.
sfj,frases célebres 4

O verdadeiro valor das coisas na vida, não se dá através de sucesso ou conquistas materiais, mas em bençãos e frutos obtidos de uma vida interior forte, de obediência, alinhada com princípios cristãos em uma vida centrada em fé e respeito, deconexãoe adoração a Deus

A vida é como uma roupinha velha, que a gente ama cuidar.

A Coragem de Sentir


Em que momento sentir virou exagero?


Em que esquina da vida decidiram
que um coração aberto
vale menos
do que um coração fechado?


Quando foi
que um olhar vazio
se tornou mais admirado
do que um sentimento sincero?


Vivemos tempos estranhos.


Chamaram de "emocionado"
quem nunca teve medo de demonstrar afeto.
Como se esconder fosse sinônimo de força,
e sentir fosse um defeito.


Vestiram a frieza com roupas de maturidade,
transformaram a indiferença em mistério,
e fizeram do orgulho
uma qualidade digna de aplausos.


Mas ninguém conta
que muralhas também aprisionam
quem as construiu.


A frieza impressiona por um instante,
mas nunca aquece.
O orgulho vence discussões,
mas quase sempre perde pessoas.
E a indiferença pode proteger um coração,
mas também o impede de viver.


Eu não quero aprender
a fingir que não sinto.


Não quero medir palavras,
calcular demonstrações
ou transformar carinho em estratégia.


Quero continuar acreditando
na beleza de um abraço sem pressa,
de um "cuida de você",
de um "senti sua falta"
dito sem vergonha,
sem orgulho,
sem medo.


Porque bonito mesmo
é quem não economiza verdade.


Quem ama sem precisar fingir.
Quem abraça sem medir.
Quem sorri sem calcular.
Quem permanece,
mesmo sabendo
que sentir também é correr o risco de se machucar.


Se isso faz de mim
uma pessoa emocionada,
que seja.


Prefiro carregar no peito
a coragem de sentir,
do que vestir uma armadura
para parecer forte.


Porque pior do que sofrer por sentir demais
é passar a vida inteira
sentindo de menos.


No fim,
o mundo pode até aplaudir
os corações de gelo.


Mas são os corações que ainda têm coragem de amar,
de chorar,
de recomeçar,
de permanecer
e de dizer exatamente o que sentem,
que lembram ao mundo
que viver nunca foi sobre parecer invencível.


Sempre foi
sobre ter coragem
de continuar sentindo,
mesmo depois de todas as decepções.


Porque, no fim,
não é a frieza que nos torna inesquecíveis.


É a coragem
de sermos inteiros.

⁠O amor é como as árvores, nasce do nada cria raízes e cresce devagarinho para toda a vida. O meu amor por ti é igual. É para toda a vida..

Um dia você descobre
que a vida não foi à toa
e que, apesar de não ser tão boa
não há dor que não se cure
não há dor que pra sempre dure
e que, infelizmente
não existe dor que não doa
o que existe realmente
é dor que se sente à toa
tem a dor que te consome
e a dor que sem pena te rói
mas a dor menos amena
é a dor que apesar de ser dor
você nunca sabe onde dói.

Na vida, não importa há quanto tempo conhecemos alguém, mas sim o quanto certas pessoas se tornam especiais a ponto de querermos levá-las no coração por toda a vida.

Disse -lhe um velho sábio: três coisas não deveis esquecer em toda sua trajetória de vida:

1 - Quem tu foste?
2 - Quem tu és?
3 - Quem tu poderás vir ser ainda?

... a alcançada
maturidade comprova que
o primordial da vida não é vencer -
porém,criar lastros de amorosidade e
autodomínio que nosjustifiquem
diante 'Daquele' que nos
concedeu achance de
viver!

“A máquina aprende com dados. O homem deveria aprender com a vida.”

O amor é, para mim, o sentido da vida, porque se nós não amarmos a vida, a mesma não terá nenhum sentido. Eis, para mim, a explicação á pergunta principal da filosofia: "qual é o sentido da vida?".

"Entre a aurora e o crepúsculo, a vida oscila como pêndulo entre a carência e o tédio. "

" O que complica a vida pessoal é julgar a vida alheia, se descuida demais da que se tem. "

"A vida exige firmeza de caráter e delicadeza de espírito. É preciso ter a força das montanhas e a suavidade do vento que as toca."

" Ô dona, aponta pra mim esses olhos que jamais deixarei de enxergar a vida. "

"A verdade pode ferir por um instante. A falsidade corrói por uma vida inteira."

TEMPERANÇA DA ALMA DIANTE DA DOR.
A vida, em sua tessitura inexorável, possui a capacidade de dilacerar as estruturas mais íntimas do ser. Ela não pede licença para ferir, nem consulta a disposição do espírito antes de impor suas provas. Há momentos em que o indivíduo se vê fragmentado, como se sua própria identidade houvesse sido dispersa pelos ventos da adversidade. Contudo, é precisamente nesse território de ruína interior que se revela o verdadeiro critério da grandeza moral.
Ser quebrado pela existência não constitui exceção, mas condição comum da experiência humana. O que distingue os espíritos elevados dos que ainda se debatem na ignorância moral é a forma como respondem à própria dor. A imaturidade, por sua vez, tende a transformar o sofrimento em justificativa, como se a dor pessoal conferisse licença tácita para a propagação do sofrimento alheio. Nesse estado, o indivíduo deixa de ser apenas vítima das circunstâncias e torna-se agente da mesma violência que o feriu.
A maturidade, entretanto, inaugura um outro horizonte ético. Ela nasce quando o ser compreende, com lucidez, que a dor é uma experiência, não uma autorização. O sofrimento pode explicar reações, mas jamais as legitima. Há uma distinção profunda entre compreender a origem de um impulso e consentir com sua manifestação. O espírito amadurecido aprende a conter-se, a refletir, a sublimar. Ele reconhece que cada gesto direcionado ao outro carrega consequências que ultrapassam o instante e repercutem na ordem moral do universo.
É nesse ponto que a consciência se eleva. O indivíduo passa a perceber que sua responsabilidade não é anulada por suas feridas. Pelo contrário, ela se intensifica. Quanto mais alguém conhece a dor, mais apto se torna para evitá-la nos outros. A experiência do sofrimento, quando bem assimilada, converte-se em instrumento de empatia e não em arma de agressão.
Assim, a verdadeira força não reside em resistir ao impacto da vida, mas em impedir que esse impacto se converta em destruição exterior. Há uma dignidade silenciosa naquele que, mesmo ferido, escolhe não ferir. Essa escolha não é passividade, mas domínio de si. Não é fraqueza, mas refinamento moral.
No âmago dessa compreensão repousa uma verdade austera e elevada. O ser humano não controla tudo o que lhe acontece, mas conserva plena responsabilidade sobre aquilo que transmite ao mundo. E é nessa responsabilidade, assumida com rigor e consciência, que se edifica a nobreza do espírito, transformando a dor em disciplina e a existência em um exercício contínuo de elevação interior.