Existência da Vida
Vida e morte são faces da mesma moeda, cada uma com seu lado, mas uma dependendo da outra para manter a existência.
Para você sintonizar com o seu propósito existencial é fundamental formular perguntas conscienciais, que vão lhe auxiliar a adquirir o conhecimento de si mesmo: Por que existo? Qual o sentido da minha vida? Para que existo?
Livro: Inteligência Consciencial - a conquista da autonomia da consciência
A realização do propósito existencial será um convite da vida em todas as circunstâncias da nossa existência. Durante a existência, passaremos por inúmeras experiências-desafio, para que possamos desenvolver o propósito existencial.
Livro: Inteligência Consciencial - a conquista da autonomia da consciência
Não devemos nos apressar em nada na vida, tudo vem na hora prevista, claro que com a colaboração do interessado!
O nosso programa existencial está relacionado com as respostas a estas três questões: Por que existo? Existimos no mundo para desenvolver o nosso propósito existencial nas várias circunstâncias da vida. Para que existo? Vivemos para cumprir o nosso plano existencial, composto do propósito e do programa existenciais fundamentais para a criação de um mundo melhor para todos, a começar pelo nosso mundo íntimo. Como existo? A existência de todos nós deve estar pautada no código moral de leis que existe em nossa consciência e na prática das virtudes.
Livro: Inteligência Consciencial - a conquista da autonomia da consciência
A sua vida tem um propósito e um sentido
Você não está aqui apenas para preencher um espaço ou para ser um figurante no filme de outra pessoa. Pense nisto: o mundo seria diferente se você não existisse. Cada lugar onde você esteve e cada pessoa com quem você já falou seriam diferentes sem você. Estamos todos interligados e somos todos afetados pelas decisões e mesmo pela existência daqueles que vivem no mundo conosco.
Apenas penso, observo e evito qualquer julgamento ou conflito ao expor minha insignificante opinião, que só não é mais insignificante que minha própria existência.
MANDRAKE
Estas perguntas conscienciais são fundamentais para delinear o programa existencial: Que tipo de pessoa quero ser? Como quero viver? O que quero ter na vida e de que forma quero obter isso? O que quero fazer para obter o que quero? Se tivermos bem internalizadas as respostas a essas questões, tendo como base o código moral de leis e a prática das virtudes, cumpriremos tanto o propósito existencial quanto o programa existencial no mundo, no qual teremos a delinear os nossos objetivos existenciais e circunstanciais.
Livro: Inteligência Consciencial - a conquista da autonomia da consciência
Essa ponte divisória de mistérios que liga o mundo visível ao invisível é o tempero que a vida usa para dar sabor à existência.
Somos como pétalas ao vento, um sopro e dançamos em sincronia, todas juntas, porém, conforme o poder do sopro acaba, caímos uma a uma, até que o último dançarino termine de se apresentar.
Toda vida digna de ser vivida é difícil, ninguém nos prometeu felicidade; não é uma mercadoria que você ganhou ou jamais ganhará. É um subproduto de uma existência corajosa, e nunca vem da forma que esperamos, na estação que almejamos ou como resultado de nosso planejamento.
Só pode amar quem é Amor, e quem é Amor ama tudo, sem discriminação, se é amigo, inimigo, um gato ou uma arvore, é impossível quem é Amor emanar outro sentimento que não seja Amar.
Kairo Nunes 08/07/2020.
Junto com o sol não chega só o clarão de um novo dia, chega a luz da renovação, a benção do recomeço, a oportunidade de mudar, corrigir, ajustar ou simplesmente manter as conquistas de ontem. Junto com a luz de um novo dia chega, sobretudo, a possibilidade de colher no sublime jardim da existência a bendita flor da vida.
Sem Nome
Eu aqui
Amando a impossibilidade
De se quer ouvir
O que penso
Escrevo versos disformes
Vivo amores intensos
Porém distantes
Temporal e geograficamente.
Seria eu o estranho
A não participar
Do que seria a vida?
Mas de que vale esses versos
Fúteis
Me prendem a esta mesa
Pensando no meu que poderia ter sido
E não fiz.
E me jogando no desgraçado e "se"
Sou o ranzinza e velho de alma
Implorando pela atenção das ideias
E a retidão da solidão
Com bons companheiros dispostos
Fazer passar
Porém não permito fluir, e me agarro a sabedoria ilusória
"Não retire minha solidão
Se antes não me oferecer companhia verdadeira "
O que seria a companhia verdadeira?
Definitivamente não valho
Se quer o chão que piso
Porém me faço maior ainda
Por quem insiste em se colocar
No subsolo
Sou escravo do desejo
Vadio da sorte
Mas e quem sou eu?
A viagem de auto-conhecimento
E nada mais que retrocesso
E minto, todos mentem
Pra si e por si
Em prol de parecer
O menos humano o possível.
Dessa vida nada levamos, ao contrário disto, deixamos as lembranças dos momentos vividos na memória das pessoas com as quais vivemos
