Vida e Destino
A vida se torna perigosa a partir do momento que traçamos a rota de não saber mais qual é o destino.
Eu odiava pensar que não teria essa vida. Que meu destino seria ser uma menina qualquer invisível, sem graça e sem amigos.
Quem sabe?
O que o destino nos reserva
Se as nossas escolhas estão certas
Quem vai entrar na nossa vida
Quem vai ser digno de cuidar das nossas feridas
Eu não sei.
A vida é uma viagem em uma longa ou curta estrada com o destino chamado "morte", muitos estão iniciando, alguns na metade outros chegando ao fim de sua viagem. Aproveite todos os momentos, seja amor, exale amor e assim deixará frutos perfeitos.
Franco sejamos;
Fracassejamos;
Pela vida lutamos;
Sem destino ou finalidade;
Seguimos subjugando;
Apenas ordens aceitamos;
No final quebramos;
A morte alcançamos;
Porque enfim, fracassejamos.
A vida é uma viagem com destino indefinido e chegada inesperada onde os passageiros são os protagonistas desta verdadeira aventura.
Viva o hoje, esqueça o amanhã e deixe o futuro nas mãos do destino. Pois apenas ele sabe o que está por vim e você não pode contrariar a lei da vida.
Apenas viva
A sua situação actual jamais pode definir o seu futuro, você é dono da suas acções e do seu destino.
Em
Será estúpido
Achar que é o fim
Quando não pertence a mim
A sentença de um destino
Que eu não sei a próxima nota?
Mas que geralmente é Mi menor
Talvez eu soubesse desde o início que você mudaria o meu destino. Que você traria algum sentido para a minha vida sem sentido e sem valor.
O destino é algo intitulado por tradução de intuição na sua expressão. O perdido no espaço se coloca em perfeita imperfeição com direito a iusão.Talvez ao dormi seja apenas um ensaio de como não mais existir e se seria de fato lembrado após o ultrapassado. Porém não se sabe se real ou facto, se complexo ou neutro em profunda ou densa sensação permeia numa aproximação.
Não há como dimensionar outra vida sem ter sequer vivido e morrido para saber se vai morrer ou reviver.
Viver é navegar
E para navegar, é preciso precisão, bússola na mão, destino à frente. Coragem.
Se o navegar não for certeiro, pensado, desejado como caminho e meta, planejado com matulas e mapas, com ciência dos faróis que iluminam a travessia, arrisca-se o navegante a perder-se nos redemoinhos, a desiludir-se com as distâncias e os tempos dos relógios e dos céus, a ser enganado pelas tempestades e engolido pelos abismos.
Se o navegar não for destemido e ousado, tampouco será seguro e profícuo.
Arrisca-se o navegante a fingir que navega, a confiar num leme inexistente e tirano, a temer fantasmas e monstros que cria, a ignorar quando se aproximam os verdadeiros piratas das entediadas caravelas que se acomodam nos bancos de areia imovediça.
Se o navegar não for humilde, também não será belo.
Arrisca-se o navegante a querer ser apenas timoneiro e desconhecer os porões de sua nau, a não ser obedecido pelas velas impulsivas, a contentar-se com a pequena paz dos litorais seguros, com gaivotas de fotografia e golfinhos na tela brilhante.
Porque arriscar-se é preciso, mas incerto. Até perigoso.
E, quando o navegante pensa que já sabe navegar, descobre que ainda nada sabe, mas que é preciso sempre recomeçar a si mesmo novo e pequeno e atento e frágil, e recalcular a rota e ouvir os ventos e respeitar os rochedos e amar as ilhas.
E, se assim for, o navegante não precisará remar atrás do canto mágico das sereias, nem buscar as terras perdidas que acenam com tesouros, porque de seu próprio peito brotará um canto inebriante, porque com suas próprias mãos lançará sementes faiscantes, grávidas da felicidade que ele quer anunciar por terras e mares, ainda que nunca antes navegados.
E, se assim for, esse navegante conhecerá a verdadeira alegria dos horizontes descortinados pela aurora dos dias e escondidos pelas estrelas serenas das noites.
Precisa esse navegante audaz apenas de um nome pelo qual possam chamá-lo a servir à Vida.
Esse nome de luta e de luz pode ser o teu.
A vida nos abre portas e nos fecha portas. Mas o destino nos bate a porta e precisamos estar prontos.
