Vícios
"Me libertei de vícios, maldades e outros fins,
Aprendi com Jah á cuidar mais de mim;
Deixe eles falarem, para mim isso é rotina,
Pois eu nunca irei fazer parte desta hipocrisia."
Dormi como um garoto, cujo sonho era envelhecer.
Acordei mais velho, com vícios, problemas e algum medo de morrer.
Medo que não se deve, pela inexistência.
Muito menos, pela existência.
De algo maior, seja a força ou seja Deus.
Que julgue meus pecados.
E diga-me, “Vós é inocente, Vós é culpado”.
Ser esquecido é o que me atormenta, meu peito arde só de pensar.
Um vazio maior a cada momento, com a esperança menor a cada dia.
Em ver no que nos tornamos.
Entre tudo que poderíamos ser.
Pensar e agir, raciocinar, por assim dizer.
Deveria ser o nosso maior dom.
O brilhantismo do ser.
Mas nos tornamos preguiçosos com a vida.
Gananciosos por tudo que brilha.
Invejosos pelo que não temos.
Furiosos por não conseguirmos.
Dominados pela luxúria.
Ou estourando, da nossa própria gula.
Com o orgulho inflado, perante toda existência.
Com medo das nossas próprias histórias.
E criando o nosso conhecimento.
Onde a mentira já se tornou lei.
E o amor, está perto de acabado.
Rezo, para que pensem “onde errei”.
Quando tudo for patenteado.
E percebermos,
O quanto deveria ser errado vivermos com medo de nós mesmos.
Sim, é verdade: um sistema social doente, maluco ou inadequado — cheio de vícios, mentiras, ganância, bagunça, traições, violência, suicídios, transtornos mentais, e muitas formas de covardia — cria pessoas doentes, malucas ou inadequadas.
Antes que eu veja
que meu mundo cresça
que alguem me esqueça
ou meus vicios desapareçam
Ainda quero viver e aprender
olhar e continuar
a sonhar
acreditar.
Acreditar que ainda podemos
ou que ainda posso
Acreditar em um mundo sem dor interior.
E eu não quero amor, nada de menos
Dispense os jogos desses mais ou menos
Pra que pequenos vícios
Se o amor são fogos que se acendem sem artifícios
Partida
O palhaço da vida
Fracassos, dores e vícios
Quanto tempo ele vai sofrer?
Em quanto tempo ele vai morrer?
Dançando sozinho
De noite ele chora
Clamando a morte
Para levar, para levar e me levar
E ao fim nunca chegará
Quando isso vai acabar?
Não vistado o ápice do sofrimento
Poucos anos para ter um fim
''Você tem uma vida inteira pela frente"
Nem sequer mais um dia ele deseja
Cansado, fraco e com medo
Ele decide encerrar o show
Decisão exclusiva
As luzes se apagando
O som abaixando
As cortinas fechando
O palhaço deixa o palco
Adeus.
Não existir foi um raro ofício pra te sanar os vícios, te vestindo com belos e merecidos hábitos se prossegue bom viço.
Nunca comece um relacionamento se você não está preparado para se libertar dos vícios do passado e se não irá vive-lo intensamente.
O meu ser é composto de fragmentos puros e indecentes, um amontoado de vícios e de virtudes que garantem a minha funcionalidade.
A revolta são dos sonhos interrompidos isso não é dos vícios, mas, da sanação dos alívios refletidos, nas costelas informadas em erratas.
Se meu ofício é liberar os vícios, então, me dê somente àqueles cheios de hipócritas belezas, que se vestem com flores alheias, não pra revidar é, que, o descarrego daqui fechou à porta dos aprendizados, pra ti a maturidade chegar, se beires receberás o que exatamente cantar.
Que sua vontade interior, seja mais forte que todos os vícios vindos de fora. Que sua beleza exterior, não ofusque seu brilho interior. Que esses rascunhos internos, sejam edificados e construídos sobre bases sólidas. Que sua arma nessa guerra, seja o desejo por mudanças e que o pilar a te sustentar seja essa fé inabalável que te alimenta.
Os vícios são meios de camuflar dores, porém, são métodos que podem trazer novas dores; reciclando o sentimento de vulnerabilidade quando estamos cientes que somos dependentes do vício, e aumentando a alienação quando não percebemos isso.
