Vício
" O trabalho afasta do homem 3 coisas; o vício, o ócio e a necessidade". Por isso, a melhor forma de ganhar a vida é através de nosso esforço (trabalho honesto). Ao deitar, na hora que temos uma conversa connosco, podemos dizer: FIZ O MELHOR"
Não é o atalho que leva ao destino.
... é a atitude de extirpar em cada ser; o mal vício de querer livrar-se
do que julga empecilho...
A maldição, além de ser um vício real de linguagem, pode ser vista como uma contradição intrigante. Porque o acusador da malevolência, ao lançar palavras carregadas de dor, muitas vezes inadvertidamente revela suas próprias feridas internas, criando um paradoxo entre o desejo de causar dano e a exposição de sua própria vulnerabilidade.
"Vício"
Sou viciado, admito,
No calor da sua voz me chapei,
Em seu olhar penetrante, me dopei,
Seus cabelos cor de mel me embebedaram,
Por completo, em ti me viciei.
Hoje, estou em recuperação,
Penso menos em cada detalhe seu,
Foco no todo,
Mas a ansiedade ainda me atinge,
Receio em experimentar novamente
Aquele seu olhar cativante.
Sei bem o mal que me fará,
Não consigo encarar seus belos olhos
Sem lembrar de nossas almas se entrelaçando,
É enlouquecedor pensar que já fomos jovens apaixonados
E agora apenas meros conhecidos.
Ainda sinto falta sua, mas meu ego é maior que isso.
Não brinca com fogo ele pode queimar
O vicio já matou muito aqui
Nem sempre deus pode vir vigiar
Vida de bandido sempre foi assim
Foi cruel Data: 19/09/2019
Para onde foi seu vício?
Junto com meu pranto
Eu calei
Você gritou
Viu algo passar
Mais se afasto
Medo no olhar
O que viu
Foi espanto
O que fez foi cruel
Seus dias arruinados
Sua vida estragada
Seu amante ameaçado
Seu vício imprestável
Para onde vai seu pavor
Tarde de mais!
algovenho e te levou...
Chora baby!
Diz que a ama!
Enquanto ele ri do seus medos e te afoga no oceano..
A base de remédios pra curar o vicio, ainda na abstinência sinto-me um pássaro na gaiola.
A vontade de usar é grande, mas sei que não posso.
Então recordo aos remédios, a arte e procura um pedaço de chão pra morar e viver em paz.
Hoje reconheço que a droga é um refúgio traiçoeiro que nos das uma brisa seguida de depressão e desorganização mental.
Crack - INDEPENDÊNCIA OU MORTE
NEFASTO DIGITAL
A internet que um dia aproximou,
hoje nos afasta.
Seja pelo vício, desinformação ou lacração.
A cultura do cancelamento,
o uso incorreto, um perfil falso ou a fake news.
As redes tornaram-se munição
que revelaram um mundo cada vez mais atroz.
A geração tão criticada são na verdade a oposição,
rotuladas de mimadas por não compactuarem aversão.
Não se cala para atrocidades.
Não normaliza o politicamente correto.
Não se submete ao arcaico poderoso.
Antiquados que viveram um mórbido passado
E que mesmo assim consideram prudente o reprise em suas gerações.
Famosos comportamentos que primitivo tem o prazer de honrar e nós de desmascarar.
Para alguns, xadrez é um passatempo. Para outros, é uma compulsão, quase um vício. E vez por outra, surge alguém que é um talento nato. Às vezes, vem um menino e nos deslumbra com sua precocidade, no que é, talvez, o jogo mais difícil do mundo. Mas e se esse menino fosse menina?
Meu vício
Não jogo fumaça ao vento
Não vivo cagando regras
Não jogo farinha pra dentro
Mas uma cervejinha me pega
A loucura é um pensamento irracional
Que tem cura e não é contagioso
E a maldade é um vicio incurável
E prejudicial a si e ao outro.
Cartas á John...
Vontade que me cerca, que me toma. Quase um vício. Se depender de mim os terapeutas irão á falência. Minha terapia é escrever...só as letras me entendem. Não sei se escrevo bem. Só sei que me faz bem. Eu vivo entre as palavras, mas muito do que escrevo não consigo falar, sou refém de mim mesma, escrava do turbilhão de sentimentos que muitas vezes são tão grandes que se tornam imperceptíveis. Medo de não agradar, mania de tentar manter tudo bem, tudo sob controle. E desse jeito vou calando, vou sentindo, vou escrevendo. Ah,se a coragem de escrever fosse a mesma de falar. Ah, se a reciprocidade fosse a mesma. As palavras me calam, o sentimento me cala, a escrita me mostra que ainda pulsa, que ainda penso, que ainda sinto, mas só quem lê saberá. Escrevo para aliviar a vontade de falar,de fugir, de gritar, de tomar pra mim. Me distraio com minhas rimas, com meu pontos, vírgulas, com minhas exclamações e me torturo com minhas interrogações. Por que? É taõ mais fácil dizer adeus. É tão mais fácil fazer o caminho de volta...ja passamos por ele! Não, nada é fácil! Escrever também não é. Mas escrevendo não se olha nos olhos, não se perde uma lágrima e não se esquece de tudo que precisa falar. Escrever não é fácil. E quem disse que seria fácil?
O vício da paixão
Só por hoje não quero tomar dessa dose, preciso ser curada desse vício;
É uma sensação de liberdade sem estar livre;
Como em uma montanha russa me levando para um abismo e logo já estou nas alturas e tudo se torna repetitivo;
É um frio na barriga, náuseas, êxtase, tristeza e raiva.
Preciso que esse veneno se transforme em antídoto antes que eu tenha uma overdose.
