Vestido de Noiva de Nelson Rodrigues
Não acredite em amor eterno, pois não existe.
O único amor que será eterno a vida inteira, é o amor de Deus.
Sabe a dificuladade que você tem de passar por um quebra mola ??… pois é, é assim que eu passo pelos meus inimigos…eles não interferem na minha caminhada.
Não precisa mentir pois sei que não gosta de min…mais nunca me fale isso ,pois tudo que sai da sua boca eu materializo em min !
Nunca mais esquecerei aqueles gritos de socorro,q ecoam pelos corredores,
a angustia de uma mulher sem saida,sem socorro,trancada e meio a socos.
Corri,tropecei,levantei...mais o portão não destranquei,volto cega com os gritos dela,
bem cá perto como se fosse novela,cena aquela q nunca ninguém espera,
desnorteada,corri,tropecei,levantei...adrenalina a mil ,destranquei...
-Eiii Solta ela...Deixa ela em paz !!
Teus olhos amedrontados faz com q ligue o carro,acelerou e fugiu...
Meus pés descalços não resistiu,correu,correu,com coração na mão fui guiado na escuridão...minha visão se abre e o q vejo??
''ELE''botas sujas,camisa suada,alucinado por um tal psicopata,sai sorrindo de leve como se nada fosse sério.
Os olhos cegos não viu,toda aquela força bruta q uma jovem garota sentiu...
bate,rebate,numa partida de baseball me senti,em cada dente q eu estourava a minha mão não cansava,mais parei pq um tal psicopata me controlava e ainda sai como errada.
Do minha alma como cortesia,mais não seja louco de se meter com a fonte da minha vida.
Vinicius de Moraes
Dá-lhe poetinha
não temendo essa vidinha
cheio de amores
sem problemas com pudores
sem arrependimentos
uma viagem de casamentos.
Sedutor da palavra
Escritor que lavra
Apreciador de lirismos
Vida sem modismos
Conquistador de sentimentos
Encantador de pensamentos.
Amante da arte
Diplomata aparte
Dramaturgo e jornalista
Compositor e poeta,
Boêmio de sonetos
Fumante de intentos.
Vivendo sob a paixão
Tudo com muita emoção
Toma uísque de flores
Aprende com as dores
Eterno em todos momentos
Efêmero nos sofrimentos.
Realiza uma doce mistura
De teatro, cinema, música e literatura
De nada afeta
Caminha entre o mistério, a paixão e a morte
Ele sim foi poeta,
Sonhou e amou na sua vida apaixonante!
As pessoas tendem a colocar palavras onde faltam idéias (Goethe). E acaba sendo triste nos deparar com a pobreza de intelecto alheio. Ademais asseguram-se na tentativa do não ter o que criar, sendo isso a saída pra ausência de criatividade, tornando-se mudos mesmo podendo falar, na verdade, o que as faltam é a prática de pensar!
Tão incompleta que me parece desesperada, assim olhando-se de lado. Sabe que tenho umas inconfundíveis memórias alienadas ao nada, ao nada que me bate a porta, ao nada que me interrompe enquanto procuro incessantemente pelo sono.
Não sei decifrar tamanha brutalidade que faz de minha vida sua mais incompleta residência.
Mas que parem o transito então, para anunciar a minha revolta. Olha que ninguém dá ouvidos, confesso que não sei chamar tanta atenção, rosto fechado, alma desperta, o inverno reina aqui dentro de mim. Não posso me concentrar desse jeito, a chuva já é bem vinda, mas também com tantos anos chegando sem ser convidada, pelo menos enquanto estou sem proteção, aí ela é mal vinda, mas fora isso, chegue quando quiser.
Mas por que digo tanto absurdo, meu Deus?
Por que não sei ler gente?
Bela pergunta poética, bela renuncia ao mal desse milênio, não-sei-ler-gente. Assim, escancaradamente, digo isso sem nenhuma precaução, lembro de quando eu era criança, essa palavra me fazia rir.
PRECAUÇÃO.
Me lembrava das calças de um tio gordo.
Flor de quintal.
Não há memórias, não há acordos, não há revolta.
Agora, depois de tudo que fiz só restou uma única sobra meio perdida nesse buraco que é a vida: EU.
Depois de um tempo remoto que perdi resolvi retomar. Resolvi voltar a escrever, ou começar, chame a minha volta como quiser. Me auto-titular é um direito meu, não é mesmo? Então não se mova em relação a isso.
Mesmo ainda não tendo a alma absolutamente formada, acho que levo jeito pra escrita e pra mais uma porção de coisas, como a música ou teatro, ou dança. Mas pretendo não ficar precipitando gêneros artísticos para a minha pessoa. Eu entro com todas as imagens e saio com todos os precipícios internos dos outros. Quando enfim me deparo comigo mesma, posso ouvir um grito de guerra. Um grito medroso, mas ainda assim sinto que me é um grito. Um grito interno, manifestado por dentro.
A chuva poderia calar a minha voz. Eu falo alto, e falo bem.
Mas é o contrário por dentro. É o conjunto de uma entrega de céus nublados e eu só me desespero. Ando perdida nesse mundo intermediário, esquisito, preocupante, medíocre.
Ando amando muito também, ainda que por incompleto, eu amo pela metade, amo ás pressas, amo pelo avesso.
E respeito muito a parte desse amor que não te toca.
A janela fechada, lá fora a noite dá o seu show, a chuva surpreende a plateia. Para os desacompanhados, só resta chorar a solidão que a chuva não consegue curar.
Posso pedir para que você me ajude agora. Eu sei que você, seja lá quem você for, se sente encurralado por alguma coisa. Isso é normal, ou não é, talvez seja abstrato...E eu gosto do que me é abstrato.
Não me é anormal
Quando posso passar aí para te tirar do mundo da Lua?
Eu sei, não é assim que funciona. A poesia aqui escrita é retórica. Você não se sente preso? Preso ao caos generalizado dessa vida? Não se sente perturbado pela falta de amor? Que espécie de ser humano você é, daqueles sortudos que não amam ninguém e mesmo assim é amado por todo mundo? Não sei o que pensar.
QUEM É VOCÊ ?
Obrigada por não responder nenhuma dessas perguntas e continuar a leitura. Aqui é tudo ao acaso. Reparou? Não sei o que pensar desta situação, você também não se ajuda.
Tudo começou no comecinho desse ultimo minuto.
Quando lembrei que minha cabeça é mais cheia que o mar.
Não sou exagerada, não. Sou apenas sincera com meus próprios princípios, não sei quais são eles mas aposto que são inconfundíveis.
Minha boca está seca. Preciso de água, não uma água qualquer, preciso de uma água que cure esse vazio. Uma água que me tire desse estado de dormência interior.
Vá dormir! - Eu me falo.
Não quero! - Eu me respondo.
Ah, mas dento de mim há um poço fundo, fundo, fundo...
Eu me digo a verdade.
Enquanto eu olhava nos teus olhos
Algo segurava minhas mãos,
Vi que não eram as tuas,
Percebi então que era a confiança,
Sussurrando,
Suplicando,
Me pedindo para acreditar no amor,
Só mais uma vez.
Acostumado a ver o sol morrer sozinho, me projetava nele, e me perguntava: Quantas vezes mais, eu iria me pôr, até você chegar?
O primeiro amor a gente nunca esquece,
Mas meu amor não merece assim ser jogado na rua,
Hoje eu sou ele,
Mas ainda serei tua.
Nos amamos até a última migalha,
Até as mentiras botarem a cara,
Até secarem as lágrimas,
Até o último suspiro,
Acabou.
