Versos Tristes
a minha historia parece mais com contos tristes em que a personagem acaba morrendo daria uma bela novela cheia de trama e perdas
As pessoas já são tristes por elas mesmas, e eu não quero me afogar na paranoia da culpa. Estou drenando minhas emoções, sem lugar nenhum para depositar as mágoas.
Eu odeio deixar as pessoas tristes com algo que eu tenha falado, elas acabam sentindo a fúria dos meus problemas que nem se quer sabem qual é.
Como deve ser bom encontrar alguém que queira ficar seja nos momentos alegres ou tristes, seja quando você não está com boa saúde ou quando você está bem. Alguém que queira envelhecer do seu lado, que queira vê a casa cheia de netos. Alguém que não tenha medo do futuro do seu lado. Alguém que não tenha medo do tamanho amor que a gente tem no peito que chega a ser tão grande que mal cabe nós
Tem momentos e ensinamentos da vida que são um tanto tristes, mas são ricos de sabedoria. E como dizem, se não aprende no amor, vai aprender na dor.
A brisa da manhã, o calor da tarde e o vento frio da noite, tristes lembranças e melancolia agradável.
As pessoas mais tristes do mundo, são as que vivem reclamando da vida sem se abrir a mudanças, sem se esforçar a ser cada dia melhor, para com isso, vamos vivendo o que temos que viver, não precisamos nos preocupar, afinal de conta, o que tem que ser será, pois Deus em seu silêncio já está por nós e em nós trabalhando!!
Valorizo minhas lágrimas para emoções, boas, alegres e felizes, porque as tristes e ruins não as merecem...
Muitas vezes ficamos tão tristes com os acontecimentos que surgem em nossa vida, que achamos que todas as portas estarão fechadas para nós. Contudo, ao saber que as portas se abrirão, nós nos animamos e ficamos felizes.
É Quando estamos tristes e deprimidos que conseguimos assimilar nossos erros que por motivos fúteis e orgulhosos deixamos de admitir como fuga para nossa ignorância se tornar mais aceitavel
Os mais tristes, os mais dignos de piedade, são os que se agarram a ilusões que todos em volta reconhecem, menos eles. A esses faz falta uma desilusão. Uma boa bofetada – pleft! – que os devolva de volta à vida.
A censura subjetiva é um cuidado do natural objetivo, tristes quem os controlam pelas (línguas) de fel.
E cada lágrima transborda um sentimento. Uns um tanto tristes, outros coloridos de pura felicidade. Cada qual contando uma história, um desvelo, um suplício, uma prece, um soluço de alegria, um agradecimento pueril.
