Versos Soltos Rosa
A sociedade nos impulsiona a escolher entre o azul e o rosa, mas qual seria mesmo o problema de escolher o amarelo?
Um idealista é um homem que, partindo do fato de que uma rosa cheira melhor que uma couve, deduz que uma sopa de rosas teria também melhor sabor
Supere tudo que viveu até hoje, plante uma rosa no seu próprio jardim. E jamais pare para agradecer a Deus apenas pelos frutos, agradeça também por cada semente.
O fascínio da procura de uma rosa sem espinhos nunca está muito longe, e é sempre difícil de resistir.
Por favor, não me venha com suas censuras. Não nasci perfeitinha e nem é rosa o meu batom. Sou de cores fortes, de temperaturas quentes, de olhar indiscreto e de desejos ardentes ... Na minha boca trago beijos que ainda não roubei e segredos que jamais confessei. Não sou santa, nem sou bruxa! Apenas uma doce e estranha criatura. Se eu sou uma menina má? Creio que não... Por sorte ou por descuido, Deus me deu um coração!
Aquilo que Deus disse à rosa e a fez rir em plena beleza, Ele disse ao meu coração, e o tornou cem vezes mais bonito.
Ele não me cobre de pétalas de rosa e me leva para Paris nos finais de semana, mas quando corto meu cabelo, ele percebe. Quando me visto para sair à noite, ele me elogia. Quando choro, ele enxuga minhas lágrimas. Quando me sinto sozinha, ele me faz sentir amada. E qem precisa de Paris, quando pode conseguir um abraço?
O Machado era de Assis, a Rosa do Guimarães, a Bandeira do Manuel. Mas feliz mesmo era o Jorge, que era Amado.
Tudo o que acontece é tão normal e já esperado como a rosa na primavera ou o fruto no verão; isto é verdade para a doença, para a morte, para a calúnia, para a intriga e para todas as outras coisas que deliciam ou incomodam os tolos.
Amar platonicamente é como amar uma rosa. Você pode cuidar, admirar, apreciar, mas ela nunca, jamais te amará de volta. Não há exagero na comparação, pois se há mais chance de reciprocidade do que no amor a um objeto inanimado, não deverá ser chamado de Platônico.
Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela um amigo. Ela é úninca no mundo.
E aí lembro de Guimarães Rosa, quando dizia que “o que tem de ser, tem muita força”. A gente não tem é que se assustar com as distâncias e os afastamentos que pintam.
Apanha os botões de rosa enquanto podes
O tempo voa
E esta flor que hoje sorri
Amanhã poderá estar moribunda.
A menina de vestido rosa
Joga bolas verdes
Nos gatos pretos
Na rua cinza
E um dia de céu azul
E nuvens brancas
E sol amarelo
Tímida como menina
Delicada como rosa
Feminina como mulher. Ardente, mas objetiva
Direta, mas doce
Apaixonada, mas dona de si
Romântica, mas não encantada
Dá gargalhada quando não pode.
É carente e sensível
Mas não finge o que não sente.
É, enfim, uma linda menina mulher...
OFEREÇO UMA ROSA
A quem me deu perfume,
A quem me deu sentido,
A quem só me fez bem,
Ofereço uma rosa,
Aqueles que sorriram comigo,
Aqueles que comigo partilharam lágrimas
Aqueles que souberam da minha existência
Ofereço uma rosa
Aos nobres do sentir
Aos ricos do viver
Aos imperadores do amor.
Ofereço uma simples rosa
Aqueles que simplesmente foram amigos
Que ternamente fizeram do silêncio sair sons,
Que cantaram comigo,
Que me olharam, e, me sentiram
Ofereço a minha rosa,
Àqueles realmente interessantes!
( Autor desconhecido)
Botão de Rosa
Nos reconcavos da vida jaz a morte
Germinando no silêncio.
Floresce como um girassol no escuro.
De repente vai se abrir.
No meio da vida, a morte jaz profundamente viva.
