Versos sobre Nascimento
Júbilos familiares se eclodem quando chega o nascimento de uma criança; imagine a alegria dos anjos quando um pecador nasce de novo, da água e do Espírito para entrar na família de Cristo.
A arqueologia não mostra a prova da manjedoura e os presentes do nascimento de Jesus, mas prova a existência da sua sepultura, cujos registros históricos da Bíblia são aceitos pelos seus historiadores e seguidores.
Nenhum profeta reconhecido fora da Bíblia consegue profetizar acerca do seu nascimento e morte, porque Deus já elegeu aqueles que por Ele foram escolhidos para o cumprimento de Seu eterno propósito.
Apesar que a data do nascimento de Cristo hipoteticamente está errada, o importante é que afinal - pelo menos um dia do ano - uma generosa porcentagem mundial recorda que houve um certo dia, que o Amor se fez carne e habitou entre nós. E se por acaso sentimos de presentearmos nesta data, é porque o nosso subconsciente sabe que o Aniversariante vive dentro de cada um de nós.
A data de nascimento de uma Mãe acontece nove meses antes do nascimento do seu primeiro filho ou filha. Antes existia a Mulher, mas não existia a Mãe.
O início da primeira gravidez marca o nascimento de uma Mãe. Antes só existia a Mulher mas não existia a Mãe.
Vejo em cada nascimento de uma criança, a esperança de renovação da humanidade corrompida pelo vício, ganância e desamor.
A data de nascimento de uma Mãe acontece nove meses antes do nascimento do seu primeiro filho ou filha.
O nascimento aproximado de Jesus aconteceu entre Outubro e Novembro. Essa data de 25 de Dezembro não passa de uma data comercial, 25 de Dezembro é um dia qualquer, temos que celebrar Cristo todos os dias.
Entre o nascimento e a morte, existe um intervalo que de alguma forma, modifica a vida de alguém. Seja intenso.
Todo ser que é amado desde o nascimento se torna um adulto amoroso, mesmo que sua índole seja rústica.
No interregno do Nascimento e morte, não podemos perder o direito de garantir no temporal, o eterno, pela fé: “Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna.” (Jesus Cristo)
Na mitologia cristã, Jesus é retratado como uma divindade, desde o nascimento ele é dotado de poderes divinos e conhecimento, sem a necessidade de esforço para alcançar essa posição. Ele não tem méritos próprios, apenas é herdeiro.
A datação de 25 de Dezembro para celebrar o nascimento de Jesus, não ocorre historicamente mas sim uma intenção de suprimir uma grande festa do paganismo, do Sol Invictus que persistia forte nos primeiros anos do cristianismo. Em algumas igrejas primitivas do cristianismo, Jesus de Nazaré aparece em alegoria como o Deus Sol, e por mais estranho que pareça vem acompanhado de uma mulher, que seria a alegoria da Deusa Lua. Para muitos estudiosos dos textos agnósticos e apócrifos, a representação da Deusa, refere se a Maria, não Myrian mãe de Yeshua, a virgem imaculada mas de Maria de Magdala, ou Madalena como é mais conhecida.
Por mais que exista uma farta iconografia artística por diferentes trabalhos sobre o nascimento, vida e crucificação de Jesus de Nazaré, desde os primeiros anos do cristianismo e avançando pela idade media, nenhum artista teve a total liberdade criativa, pois as obras eram fiscalizadas pela inquisição da Igreja ou eram custeadas pelo Clero. Sendo assim, as criações tem mínimas diferenças mas engessadas pelos textos canônicos da liturgia da fé.
Com o teu nascimento, o meu amor renasceu, mudou o meu conceito de felicidade, aqueceu o meu coração com um ardente sentimento, pois minha vida passou a ter mais verdade, tornou mais precioso o meu tempo, és a minha luz de vivacidade, então, a Deus, sinceramente agradeço.
