Versos Românticos de Amor
A gente ama... Não pra sofrer... e Nós amamos Para ser feliz
Ai ai, Linda como te Amo
Eu não encontro nenhuma Palavra no Dicionario
Para difinir o que eu sinto por ti
Oh moço
Na desesperada busca pela vida
Encantou-se pelo moço
Mas eu lhe pergunto e quem é o moço?
Calma aí. Digo já.
O moço é um pão de mel
Tem a beleza de um anjo, nem parece da terra ser
Sua voz angelical ecoa ma mente
Juntamente com sua formosura sem igual.
Você também ja deve ter ouvido falar
Mas o que tem de tão especial no moço?!
E todos perguntam e o moço quem é?
Eu sempre falo: 'Vish' se eu contar vocês nem vão acreditar.
O moço tem uma singularidade inexplicável
Seus cabelos parecem ter sido feito de massa de modelar
Seus olhos mais parecem duas bolas de gudi.
Se ao menos você me quizesse por perto...
Mas sempre me perguntam e o moço, cadê?
Como um trem desgovernado nos trilhos, em busca da direção
A mente criou, o moço, em busca de refugio
Com a mesma intensidade que apaixonou-se, feriu-se e destruiu o encanto.
A mente também é traiçoeira.
E hoje lhe falo, oh moço...
De nada adianta expor sua vida por carência;
De nada adinata sentir falta de interesse sem ser interessante;
Denada adianta querer uma conversa e não saber conversar.
Por isso, de nada adianta romantizar e depois fingir demência;
Por isso, de nada adianta se sentir intensa sendo massante;
Por isso, de nada adianta idealizar conteúdo, se nem um assunto saber puxar.
Redigindo Neurônios
Sem querer
Senhor, em preces suplico:
Esquecer-te de mim,
Agora teu inimigo
Não desejo teu alento,
Todas as mulheres, eu sei,
Vieram a mim comprazimento
Minha ‘alma pulava,
Meu corpo cedia,
Minha mente enceguecia
Morei entre o puro e o impuro,
Repousei sobre livros no escuro
E matei todos os melhores que eu
De tantos sofrimentos,
Meu espírito padeceu,
Temi então, deixar esta vida,
Como quem nada viveu
Deixei todos os amores
Que geravam minhas dores
E, cansados, partiam,
Dissolvendo minhas noites
Senhor...
Frívola e gélida,
Minha ‘alma já não grita pelos cantos,
Depois de ressentimentos tantos
Se quiseres agora, me condene!
Minha alma jaz ruinosa
E qualquer paixão que adentre,
Será repudiada como leprosa
Por favor, Senhor,
Cuide dos corajosos do teu mundo,
Que em meio a escabrosidades
Encontram motivos para viver
Esquecer-te deste imundo,
Que em ato covarde quer falecer.
Teus olhos me fascinam.
Verdes olhos a qual me afogo.
Melancolia a qual me deixa.
Não posso contar-lhes como me sinto.
Como deixa-me louco
Me puxando para baixo dos mares que são teus olhos.
Teus cabelos cacheados.
Loiros como ouro, que reluz para mim gentilmente.
Teu rosto branco como neve, me parece tão macia.
Tão quente.
Mas não tenha pena de mim se tu sabes que te amo.
Apenas mostre-me tua verdadeira face.
A distancia...
Que existe entre nós...
Pode impedir que eu te veja...
Mas nunca impedira...
Que eu te ame!
OLHOS DA DONZELA
Não vejo mas
os olhos da donzela
calma ao alento
sereno ao luar
são cravos noturno
para quem não sabre amar
os olhos da donzela
(poema para Emanuely Lima)
o que vale a vida
se eu não tenho
voce ao meu lado
eu quero que voce
me abraça nesse inverno
e o resto vai por inferno
nunca esqueci o beijo que me teu
até hoje eu guardo nos lábios meu
sem voce o meu mundo é triste
preciso de voce minha menina
que nos seus braços eu serei eterno
em meus braços voce será eterno
Não poderás sonhar.
Entretanto quem quer correrá,
se o futuro não está nos ajudando,
eu te juro que encontrará,
um jeito simples de continuar sonhando.
Pena que o futuro já não existe
e o fim que nos foi cedido está nas placas,
não achava que lhe deixaria tão triste,
desculpe pelas vossas emoções estampadas.
Juro que não tentei ser sádico,
mas meu coração é fálido.
Eu não pude me mudar.
Eu achei até que eu seria,
uma forma, um ser que amaria,
perdoe-me, disse que há como sonhar.
Não há...
Porcos imundos bailam no salão.
Eu gostava de cartas rasgadas
e vejo o futuro que sangrará.
Entre ruas alagadas,
não é em dinheiro que nadará.
Somos maior que estes,
imundos, até a morte veio parcelada,
com o fim batendo à porta
as suas mãos já devem estar lavadas.
Entre corpos caídos no chão,
entre quem paga a vida a cartão,
não haverá mais mortes em vão,
quem cairá, é quem já devia estar no chão.
São eles! Os que estão acima de nós.
São eles! Os que dizem ser a nossa voz.
São eles! Quem fala bonito e não faz.
São eles! Quem não deveria ter paz.
Atirem em suas caras. Matem!
Quem fez nada por muito.
Matem! Quem está em cima do muro.
Matem! Ou acham que vai ter perdão?
Matem! Quem nos entoca no escuro.
Matem! Não deve haver salvação.
Imprevista.
De sangue enxuto,
nasceste em minha visão.
Em luto, mútuo,
morreste sem salvação.
E quando disseram: pareces triste.
E o que fizeste, olhei, eu sei.
A quem mentistes?
Por proteção, pensei.
Não queres simplórios,
todos os que vêem
não leem os olhos.
Então não existe mais,
esperança por fazer,
o que resta é estar,
viva, por assim dizer.
Continuação do sonho.
Quem diz que viu, mentiu,
quando queres controlar,
e quem lhe disse que um assobio,
é possível só ouvir e não palpar?
Não pense que estiveste errada,
a vida, é molde próprio pra moldar,
a vida é a continuação do sonho,
pouco após o acordar.
Quem vos disse que o fim é aqui?
E quem disse que o fim existirá?
Pouco após tu partir…
Rosas começaram a chorar.
Então palpando teu caminho,
pus-te em meu sonhar,
viajando só, sozinho,
a ti, continuo a imaginar.
Estrelas.
As estrelas inacessíveis,
não sentimos pelo toque,
mesmo que toquemos,
não as subestimo.
A luz que nos chega,
nos clareia e incendeia,
nos cega e brilha,
nos faz estrela.
E as estrelas humanas,
que beijo na terra,
têm o mesmo brilho que as celestes.
No céu da tua boca,
eu faço estrelas, eu ponho sol.
No céu da tua boca,
faço-me teu igual nó.
No brilho dos teus olhos
Senti a emoção
Nos teus beijos o calor no coração
E no teu sorriso
Uma grande paixão.
