Versos de Tristeza

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Podemos amar muito aqueles que nos fazem chorar, quem nos faz rir precisamos pelo menos tentar amar!

Inserida por novokaoz

⁠Felizes aqueles que sentem saudades!

Inserida por Danielbiologo

Estamos sempre em busca de preenchermos algo e nessa buscar incessante podemos encontrar não o que queríamos mas que nos satisfaz, e por não estarmos completos em algum momento tudo se esvai, acaba e tornamos a nossa busca, até encontramos algo que realmente nos complete

Inserida por dextter

⁠O amor é um sentimento maior do que todos os universos possíveis, mas, no entanto cabe dentro dos corações!

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Seja amor, ainda que no coração exista dor.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Não permita que o ativismo tome o lugar daquilo que é relevante em sua vida.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Com liberdade, livros, cristais, sol e flores, como não ser feliz?

Inserida por mileneabreu

⁠Em meus próprios labirintos internos, posso temporariamente escapar de mim, mas jamais de ti, pois és meu destino incontrolável, a felicidade que não quero resistir.

Inserida por mileneabreu

“Realizar as vontades alimenta o vazio deixado pela busca de querer ser feliz”.

Inserida por DAmico

⁠"Só não sou mais feliz, porque sou só um."

Inserida por DAmico

⁠“Se você desconfiar que estou procurando algo que não se perdeu ou algo que não pode ser encontrado, não me avise, minha fé cria o que for necessário para me ocupar com a minha felicidade.”

Inserida por DAmico

⁠Quando a consciência for preenchida com todas as informações necessárias para poder responder as próprias perguntas e satisfazer os próprios sentimentos, a busca pelo conhecimento e pela felicidade chegou ao fim."

Inserida por DAmico

⁠"A diferença entre a criança e o adulto é que a criança não precisa de nada para ser feliz."

Inserida por DAmico

⁠"Sorria, a vida não é um circo e você não precisa ser palhaço para ser feliz."

Inserida por DAmico

Ter maior consciência dos problemas pode ser uma maneira de gerar indiretamente um subproduto milagroso: a felicidade. (...) Porque a felicidade, como a depressão, é um ciclo de retroalimentação.

Michael Foley
A era da loucura. São Paulo: Alaúde Editorial, 2011.
Inserida por usuario1036750

A Adriana

Amada por sua simpatia
Demonstrada pela empatia
Rindo sempre com alegria.
Irmã que todos querem ter
Aguardamos só para te ver
No sucesso que merecer
Amiga animada sempre crescer.

Eu olho para você e tenho tanta,
mas tanta alegria em saber que você existe."

Quem nos dá as maiores alegrias?
Quem nos faz amargar dores sem remédio?
Quem dá um espirro e nós que ficamos gripados?
Quem, com um soluço, nos faz desmontar em lágrimas?
Com um sorriso, faz o dia mais cinzento brilhar como só num impossível caribe?
Quem mora na nossa cabeça, como um ocupante bem-vindo e eterno?
Quem nos mostra, com todas as letras, que não somos nada, não servimos para nada, além de servir?
Quem, com uma nota baixa, consegue despertar nossa fúria?
Com um biquinho, acaba com nossa marra?
Quem nos criva de preocupações?
Nos rouba noites de sono, por uma palavra não dita, pelo telefone que não toca?
Quem nos faz acordar antes do sol, para que não se perca a hora de dizer, sem falta: presente!?
Quem nos reapresenta à vida e nos faz ver o mundo como se fosse pela primeira vez, de novo?
Quem nos revela nossa velhice e decadência?
Por quem seríamos capazes de morrer?
E ainda assim, quem nos faz imortais?

Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um
pouco seca e se vê por que por admiração se estava de boca entreaberta: eles respiravam de
antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles. Andavam por ruas e ruas
falando e rindo, falavam e riam para dar matéria e peso à levíssima embriaguez que era a alegria da
sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque - a sede é a graça,
mas, as águas são uma beleza de escuras – e ao toque brilhava o brilho da água deles, a boca
ficando um pouco mais seca de admiração.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Por não estarem distraídos.

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Vem brisa,
Calma e fria,
Vem trazer minha alegria.