Versos de Interesse para uma Mulher
SÍNDROME DA DESILUSÃO
Após a derrocada da decepção, por vezes resgatamos uma euforia interior que nos diga que somos mais fortes que nossas emoções... Que nos faça acreditar que estamos acima da dor que nos é infligida. Ah! Mas como esta euforia é fugaz... Jamais irá conter o desmoronar de ilusões.
Assim, inconformados, resta-nos provar à desilusão que traga nossos sonhos, sentindo o seu amargo sabor, no palato das profundas reflexões. Mas não se engane... Porque por mais amargo que seja, este é o remédio... Por vezes, desiludir-se é o caminho para a cura.
no fundo eu só precisava era de alguém que insistisse,
de uma pessoa que cutucasse,
que se atrevesse a entrar,
invadir.
e mostrar,
que amor,
é quando a gente
se permite
sonhar…
Uns estudam por puro amor da ciência: é uma curiosidade ignominiosa;
Outros o fazem para alardear um renome de sábios: é uma vaidade vergonhosa;
Outros, ainda, estudam e vendem seu saber em troca de dinheiro e honras: é um tráfico vergonhoso;
Mas, há também os que estudam para edificar seu próximo: é uma obra de caridade;
Outros, finalmente, para edificar a si mesmos: é uma atitude de prudência.
ʚïɞ✿Cada manhã nos traz uma OPORTUNIDADE VALIOSA de começar de novo e fazer tudo diferente .
Dediquemo-nos a essa tarefa com FÉ e OTIMISMO,e deixaremos de nos considerar vítimas do mundo e nos tornaremos agentes transformadores dele.ʚïɞ✿
Mediante uma autoanálise honesta, na qual se dispensam o elogio, a condenação e a justificação, o indivíduo deve permitir-se a identificação do erro, do problema, e sem consciência de culpa digerir o acontecimento, buscando os meios para reparação e a libertação do sentimento perturbador.
(Divaldo Franco, Autodescobrimento, uma busca interior, p. 38)
A uma dama dormindo junto a uma fonte.
À margem de uma fonte, que corria,
Lira doce dos pássaros cantores
A bela ocasião das minhas dores
Dormindo estava ao despertar do dia.
Mas como dorme Sílvia, não vestia
O céu seus horizontes de mil cores;
Dominava o silêncio entre as flores,
Calava o mar, e rio não se ouvia,
Não dão o parabém à nova Aurora
Flores canoras, pássaros fragrantes,
Nem seu âmbar respira a rica Flora.
Porém abrindo Sílvia os dois diamantes,
Tudo a Sílvia festeja, tudo adora
Aves cheirosas, flores ressonantes.
A leitura é deliciosa.
Escrita com as mãos, coisas ditas com o coração e, por vezes, em apenas uma frase, nos identificamos tanto que ela fica marcada na alma.
Não precisava de duas ou três repostas apenas uma pra mim bastava pra entender o porque disso, de algumas pessoas. Daí me pergunto por que quando realmente se apegamos a uma pessoa ela resolve ficar diferente, estranho(a), e depois pa'h te deixa de lado, se distância? vai indo aos poucos sem motivos, sabe? se isso machuca? claro, obvio que sim. Faço faço de pra não machucar a pessoa, mais por fim quem saí machucada? Eu sim euzinha mesmo.
Mais agora cansei, cansei de expressar o que sinto se eu não falava, mais demonstrava, cansei de fazer tudo e não ser recíproco, cansei de tentar, sim eu cansei de insistir em você quem não da assistência perde pra concorrência. É uma questão em que as pessoas não liga pro sentimento dos outros só sabem brincar gentinha sem maturidade.
Bom dia, esqueça o amanhã que já passou!
Se embora ergue pra uma nova jornada a um novo amanhecer a ser desbravado com fé, determinação e esperança.
Shirlei Miriam de Souza
Teu Nome
Teu nome, Maria Lúcia
Tem qualquer coisa que afaga
Como uma lua macia
Brilhando à flor de uma vaga.
Parece um mar que marulha
De manso sobre uma praia
Tem o palor que irradia
A estrela quando desmaia.
É um doce nome de filha
É um belo nome de amada
Lembra um pedaço de ilha
Surgindo de madrugada.
Tem um cheirinho de murta
E é suave como a pelúcia
É acorde que nunca finda
É coisa por demais linda
Teu nome, Maria Lúcia…
Segunda diz os padrões de beleza, eu não tenho uma aparência boa.
Mas eis minha natureza, também sou pobre, mas também ES que sou nobre por lindo ES meu coração.
E ES pensante é a minha alma.
Que pensa...
Mais vale um rosto que um bom coração?
E nesse mundo tão atormentado por grande ES o ego?
E cada dia que passa deixou-se de lado o bom caráter de um ser para ser valorizado algo que um dia vai se envelhecer?
E contente eu penso, pois os pensamentos não se envelhecem mais sim se atualizam e evoluem mais nunca envelhecem nem deixam de ser belo o ato de pensar, o pensar faz qualquer ser evoluir.
E cada vez fica mais belo o ato de pensar.
O amor é combustão espontânea, surge do nada, é mero acidente. É uma explosão física e mental. Não é algo construído. Um simples olhar detona uma revolução interna.
O amor também se expressa com palavras, mas destas não depende nem um pouco. Os gestos e atitudes são muito mais significativos. Amar é o prazer de estar junto, mesmo sem se falar ou tocar. O amor enleva com um simples pensamento, que brota espontâneo ao se evocar a imagem da pessoa amada, gerando suspiros e arrepios. Ao inspirar e expirar profundamente, a sensação de leveza é imediata, automática, fantástica.
Para amar basta olhar. Depois, entrelaçar as mãos, acarinhar... O abraço é sequência lógica, o beijo consequência. É o amor em evidência. Corações batem na mesma cadência, as bocas, em convergência.
"Os bens do poeta: um fazedor de inutensílios, um
travador de amanhecer, uma teologia do traste, uma
folha de assobiar, um alicate cremoso, uma escória
de brilhantes, um parafuso de veludo e um lado
primaveril”.
( excerto "XII - Sábia com trevas", no livro "Arranjos para assobio" (1980), em 'Poesia completa: Manoel de Barros'. São Paulo: Editora Leya, 2010.)
É mais fácil acreditar na mentira do que na verdade, porque a mentira é uma pura criação da mente, ao passo que, na busca da verdade, a mente tem de transcender os seus próprios limites, indo em direção a algo que não é ela, a algo que não existe como mero pensamento e sim como elemento externo totalmente heterogêneo.
A própria palavra 'mentira' vem da mesma raiz de 'mens', a mente. Para acreditar na mentira, basta pensá-la. A verdade só é assim no caso dos juízos puramente formais, vazios. como A = A. Em todos os outros casos a mente tem de lidar com dados externos que não vêm formatados como pensamentos e requerem algum trabalho para poder ser pensados.
Ondas de Solidão
Se possuísse uma canoa e um papagaio, podia considerar-me realmente como um Robinson Crusoé, desamparado na sua ilha. Há, é verdade, em roda de mim uns quatro ou cinco milhões de seres humanos.
Mas, que é isso? As pessoas que nos não interessam e que se não interessam por nós, são apenas uma outra forma da paisagem, um mero arvoredo um pouco mais agitado.
São, verdadeiramente como as ondas do mar, que crescem e morrem, sem que se tornem diferenciáveis uma das outras, sem que nenhuma atraia mais particularmente a nossa simpatia enquanto rola, sem que nenhuma, ao desaparecer, nos deixe uma mais especial recordação.
Ora estas ondas, com o seu tumulto, não faltavam decerto em torno do rochedo de Robinson - e ele continua a ser, nos colégios e conventos, o modelo lamentável e clássico da solidão.
EU SOU MAIS EU...
A camada ficou por um triz
um fio, uma pena, um incolor verniz
A fina camada de gelo trincou
o fio era invisível 'quase' arrebentou
e só após três dias o gelo esquentou.
Esperei tanto.
Por que você não chegou?
O bafejo de um novo dia
provocou-me náusea, azia...
Até o espelho que tanto gosto
Sentiu dó de mim, depois desgosto...
Nem me venha com ladainhas,
parolas, enrolações ou orações.
Eu fui. E fui sozinha!
O que antes aceitava me deu asco
e o que poderia ser tudo - um fiasco
Não me conte nenhuma mentira
no crivo de minha mira; sátira vira.
Não me venha com seus problemas
Invente! Tente escrever poemas.
Tente aprender a conjugar como eu
eu fui, eu vou, eu sou mais eu.
Língua, religião e alta cultura são os únicos componentes de uma nação que podem sobreviver quando ela chega ao término da sua duração histórica. São os valores universais, que, por servirem a toda a humanidade e não somente ao povo em que se originaram, justificam que ele seja lembrado e admirado por outros povos.
A economia e as instituições são apenas o suporte, local e temporário, de que a nação se utiliza para seguir vivendo enquanto gera os símbolos nos quais sua imagem permanecerá quando ela própria já não existir.
A ansiedade, o faniquito de 'agir', denotam uma sensibilidade epidérmica, falta de interioridade e concentração. Superficialidade, portanto fraqueza.
'A imobilidade gera a sabedoria', ensinava Aristóteles.
O impulso da expressão emocional imediata, que tantos enxergam como sinal de 'sinceridade', é também pura dispersão. A expressão das emoções tem de ser refreada para que elas possam interiorizar-se, criando a intimidade de um 'mundo' pessoal.
Como estou? Quer realmente saber?
Ainda juntando os cacos. Um a um, dia após dia.
Mas sabe, uma coisa mudou. Parece que a cola está mais forte, entende? Mesmo quando bate o vento das nossas memória, eu balanço e até caio, mas agora só alguns pedaços pequenos se espalham novamente. O estrago que você fez foi grande, só eu sei. Vc?! Não, você não tem como saber porque vc comprou antes uma bela almofada para amortecer sua queda... Não me diga que entende.
Me deixa aqui juntando meu quebra cabeças e vai. E ah! Cuidado com esse degrau aí. Vc é mais frágil do que eu e está se segurando num corrimão prestes a ruir.
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