Versos de Carinho de Deus
“ Lamento se pra você, eu não sou tudo o que precisa,
Se meu sorriso não é a fonte de sua felicidade,
Se meus abraços, não são morada de teu aconchego.
Lamento ainda se você não pode ter meus beijos,
Ou se meu carinho não te pertence mais,
Sobra saudade onde um dia foi paixão
Faltou felicidade, pegamos carona na ilusão.
Resta saber se depois de tanto que perdemos,
Ainda há algo a acrescentar.
Se o pouco que ficou é muito, para um recomeço.
Ou se verdadeiramente, essa saudade foi o tudo que restou...”
Oscar.
Não sou a verdade
Nem a vaidade
Talvez a sinceridade
Ou quem sabe lealdade
Sou o sentimento
Naquele tormento
Com vontade de chorar
Há beira mar
Não sou metamorfose
Nem sofrimento
Sou um homem
Com grandes sonhos
Sou a vida
Sou a fila que anda
Que não passa
Mais fica sempre no mesmo lugar
Quem seja o mar
Ou talvez o ar
Viver é amar
Sempre havera lugar.
Olhos de Ressaca
Olhos de ressaca? Vá, de ressaca. É o que me dá ideia daquela feição nova. Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Para não ser arrastado, agarrei-me às outras partes vizinhas, às orelhas, aos braços, aos cabelos espalhados pelos ombros, mas tão depressa buscava as pupilas, a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura, ameaçando envolver-me, puxar-me e tragar-me. Quantos minutos gastamos naquele jogo? Só os relógios do céu terão marcado esse tempo infinito e breve.
Procura a maravilha.
Onde um beijo sabe
a barcos e bruma.
No brilho redondo
e jovem dos joelhos.
Na noite inclinada
de melancolia.
Procura.
Procura a maravilha.
Viajante, anuncia em Esparta que aqui permanecemos em obediência às suas leis.
Escrito no epitáfio de Leônidas, rei de Esparta.
Não importa, sempre será assim.
Nós sempre teremos medo de que alguém interrompa nossos planos e acabe com nossos sonhos (os quais, inocentemente, julgávamos que seriam realizados).
Um besouro se agita no sangue do poente.
Estou irresponsável de meu rumo.
Me parece que a hora está mais cega.
Um fim de mar colore os horizontes.
Cheiroso som de asas vem do sul.
Eis varado de abril um martim-pescador!
(Sou pessoa aprovada para nadas?)
Quero apalpar meu ego até gozar em mim.
Ó açucenas arregaçadas.
Estou só e socó.
Jesus é a Ponte entre Aquele que tudo pode
e as criaturas que de tudo precisam.
Seja você também uma ponte
que liga os que tem de sobra,
com aqueles
que sentem falta
de tanta coisa.
A ausente
Amiga, infinitamente amiga
Em algum lugar teu coração bate por mim
Em algum lugar teus olhos se fecham à idéia dos meus.
Em algum lugar tuas mãos se crispam, teus seios
Se enchem de leite, tu desfaleces e caminhas
Como que cega ao meu encontro...
Amiga, última doçura
A tranqüilidade suavizou a minha pele
E os meus cabelos. Só meu ventre
Te espera, cheio de raízes e de sombras.
Vem, amiga
Minha nudez é absoluta
Meus olhos são espelhos para o teu desejo
E meu peito é tábua de suplícios
Vem. Meus músculos estão doces para os teus dentes
E áspera é minha barba. Vem mergulhar em mim
Como no mar, vem nadar em mim como no mar
Vem te afogar em mim, amiga minha
Em mim como no mar...
O desejo pinta e some
A paixão explode.
Já o amor é desejo que se aprofundou
E uma vivência intermitente da paixão.
Às vezes tenho idéias felizes,
Idéias subitamente felizes, em idéias
E nas palavras em que naturalmente se despegam...
Depois de escrever, leio...
Por que escrevi isto?
Onde fui buscar isto?
De onde me veio isto?
Isto é melhor do que eu...
Seremos nós neste mundo apenas canetas com tinta
Com que alguém escreve a valer
o que nós aqui traçamos?...
Desprezo
Esta alma que insultaste se revolta!
Em sua viuvez erma e vazia
Nem sombra guardará de tua imagem
Tanto amor que por ti ela sentia.
Não há de lhe arrancar, nem mais um canto,
Que não seja apagado por meu pranto.
Como a flor a beleza loga murcha;
A tua há de murchar em poucos anos;
Quando a ruga da face anunciar-te
Da velhice aos tristes desenganos
Quando de ti já todos esquecidos
Nem te olharem, meus versos serão lidos.
Talvez um dia o mundo caprichoso
Procure, nobre dama, algum vestígio
Da mulher que meus livros inspirava;
Não achará porém de teu fastígio,
Senão traços de lágrima perdida
Arcano d'uma dor desconhecida.
O tempo não respeita altiva fronte
A riqueza, o brazão, tudo consome.
Um dia serás pó e nada mais;
Ninguém se lembrará nem de teu nome;
Mas para que de ti reste a memória,
Mulher, no meu desprezo eu dou-te a glória.
E de tanto beijar flores por ai, o beijar flor confundiu os sabores de todas as flores, indeciso não soube identificar a que mais o fazia feliz.
Demorando a se declarar a tal sentimento, confundindo o que sentia com um mero desejo, ele deixou de dizer e perdeu.
Palavras ausentes.
Pensamentos sem destino.
Se agora escrevo,
é por imposição de uma saudade,
que se aninha nesta noite vazia.
Hoje, não me sinto sentir.
Tudo chega e, parte sem me tocar.
Sentimentos inconstantes,
de quem desaprendeu a amar.
Nesse meu pobre versejar,
nascem sonhos
que se diluem sem rimar.
No final de cada verso,
não sou as palavras
que o papel acolheu.
Sou o sal,
sou a água ...
Que desperta esta solidão.
Mantém o teu controle emocional em todas as situações.
Sistema nervoso alterado, vida em desalinho.
Se dificuldades ameaçarem o teu equilíbrio, utiliza-te da oração.
A prece é medicamento eficaz para todas as doenças da alma.
(Divaldo Franco)
Nunca diga que você é um zero a esquerda e que não serve para nada !
Pois sem o zero não existiria o número Um !!!
.
Qualquer tipo de serviço solidário só tem sentido
se o motivo que nos compele a servir é o amor incondicional.
Promover-se ou esperar recompensas, mesmo as Divinas, transformam tais iniciativas em meras atitudes egoístas.
.
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