Versos de Amor sobre Rosas
AMAR-TE 💝
Desejo sentir o teu quente beijo
Amar sempre o teu doce olhar
É querer matar o meu desejo
De ti, amando-te, amando-te
Sentindo o calor do teu corpo
Ouvindo o teu lento sussurrar
Ao meu ouvido dizendo
Quero beijar-te loucamente
Quero imaginar que me queres
O quanto que me desejas
Beijar-te até onde a minha boca chegue
E no teu corpo morrerei sem que lastime
Mergulhando no teu belo corpo nu
Afundar-me num forte abraço teu.
AMO-TE 💝
Amo-te no meu mais profundo
Sentimento que a minha alma alcança
Amo-te nas palavras que por ti escrevo
Escritas com amor de tanto desejo meu
Amo-te a cada dia, cada hora e segundo
Sem pudor dos que não pedem nada
Amo-te com dor, com sorrisos e lágrimas
Amo-te nas coisas mais pequenas
Que a vida nos dá em tantas ocasiões
Tu meu amor conheces todos os labirintos
Do meu corpo e percorres todos eles
De olhos fechados como eu tanto gosto
No meu ventre
Onde te adentras
Subsistes em fogo
🦋 💝
Só a tua língua
Pode aliviar a febre
Do meu corpo
Na saudade
Que declara do teu
🦋 💝
No fogo da tua boca
Me reinvento
De carne nas tuas mãos
Oque sinto por você
A Distancia Nao Pode Acabar
Pois eu Te Amo Hoje, Amanhã
E pra Sempre vou te Amar!
SELVA-ME
Estrelas no chão
deitadas de ventre
Rio incestuoso
onde a noite tem caroço
Incêndios
Não me salves,
selva-me!
Tânia Tomé © Livro - " Agarra-me o sol por trás"
Pinto os meus dias ❤
As minhas noites lentamente
Com o meu pincel de lua
Desenho as palavras de tantas letras
Nos sonhos que a lua manda.
Eu morria todas às vezes
Que você me recusava
Eu falecia sempre
Quando não me notava
Senti que nunca me perdoou
Imagina, quantas vezes você me matou!
MINHA BUSCA
Corro os olhos por almas, na cata dum olhar,
ou talvez apenas aquele sorriso roubado.
Então vou num serelepe agreste caminhar,
pelos abraços, laços, dum algo desejado.
E no afã dum afago, um riso, outro chorar,
aqui, ali, lá, vou tentando ter um agrado.
O vazio que me devora, implora, põe a orar,
vem do coração, que quer amor denodado.
Corro os olhos no fado, vejo o tempo passar,
o peito sofredor, e já com o fim tão cansado.
Sem sequer ter uma estória pra poder poetar,
se acostumou com uma solidão, está calado.
Quer versejar a rima perfeita com o tal amar,
ainda busca, não consegui estar parado...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2018, 11 de agosto
Cerrado goiano
Pensando bem, eu gosto mesmo dela.
E Deus, como é bela!
Em seus olhos perdi a lucidez,
e cá estou desta vez:
escrevendo e sonhando apaixonado
pela menina ali do lado.
Filho
Queria ter te conhecido.
Para me despedir sonolento,
te ver dormir,
te acordar com um beijo;
Queria ter te conhecido.
Pra ver um pé na frente do outro,
te ver levantar
te fazer feliz;
Queria ter te conhecido.
Pra te regar todos os dias
segurar sua mão assustada
te achar só meu;
Queria ter te amado.
Ser imagem, som e gosto
Ser seu porto e seu herói
Ser um só.
Quando todas as circunstancias lhe mostrar que você tem direito a murmurar/reclamar, avalie novamente e verá que mesmo nas pequenas coisas você tem muito mais motivos para agradecer!
18/03/18
Um abraço só meu
Um sorriso pra iluminar um dia inteiro
Alguma coisa sussurrada de madrugada
Uma mordida na bochecha
A sorte de te ter
Um olhar pra viajar
Um cafuné pra adormecer
A semana toda pra querer voltar
Agradecer a Deus, ao destino, ao mundo
De ter muito orgulho de ser seu
De poder falar e vir lá do fundo
Que você rapaz, em muito tempo, é a melhor coisa que me aconteceu.
AI SENTIMENTOS ❤
Ai estes sentimentos eternos
Dores de tantos gorados saltos
Na minha alma obscura
Ai consciência esta a minha
De um louco entre loucos
Aparente falhado sentimento
Nos saltos perdidos, apraz-me
Este pensamento de espelho partido
Pela ganância desabrida na escrita
Ai morte que me espreita num sonho
Entre um desfiladeiro de fragas
Sem piedade de tão áspero sentimento
Após uma noite mal dormida, perdida
Ai dores que me fazem escrever
Como um frágil, limados ossos estes
Que trago emprestados agarrados em mim
Porém se te alcanço te beijo com o gosto
De outrora sim meu amor, com a certeza
Que te amei tanto como te amo agora
Ai dores que as deixarei à chuva, ao sol
Nas silvas por entre os calhaus que já foram fragas.
