Versos de Amor Perdido
Poesia
Esse teu amor sem jeito
qual penitência arrasto pela vida
amor perdido, inútil, pecado fútil
sem razão de ser.
Nos momentos de sobriedade, sem sem o efeito do ópio desse
teu amor que me alucina,vejo-me
diante da verdade que nas horas
tristes me acode para poder entender que sem você o encanto
e o feitiço desse imenso amor
explodiria e os fragmentos de cristais sem brilho seriam arremessados no infinito do desamor, arrastando junto minha
alma cansada de tanto sofrer e na
busca tristonha de encontrar um
novo amor despedaçaria de vez
meu coração e os sinos da ilusão
deixaria de dobrar no campanário
das emoções, restando apenas a
capela que ao rigor do tempo,
tijolo por tijolo desabaria, se transformando em pó.
Um luar após o outro e mais um amor perdido
Procuro algo que faça sentido nesta vida
Agora vejo, que nada tem.
Uma hora sou eu
Outra alguém que não conheço,
Como poderei viver assim:?
Com algum desconhecido dentro de mim..
Se ficar assustado, por favor! Não se afaste..
Mesmo eu sendo duas pessoas diferentes, não te farei mal.
Não preciso de mais uma desistência!
Apenas de alguém que lute ao meu lado.. Para me controlar.
Amor Perdido
No trem de volta para a casa, após mais um dia cansativo estava a mesma garota.
Sua cabeça estava cheia de idéias, seu coração aquecido pois sabia que nele haviam sido guardados lembranças de muitos amigos.
Se sentia solitária, por mais que estivesse rodeada de pessoas, o erro crescia em sua mente e o arrependimento parecia ecoar quase sempre.
Podia ter vivido uma vida de sonhos, tudo que tinha que fazer era acreditar, será que era tão difícil assim, somente dessa vez não errar?
Pessoas se cegam e sempre saem magoadas.. Mal sabia ela que pessoas que enxergam demais também correm o risco de se machucar.
Perdeu seu amor, a melhor coisa que poderia ter lhe acontecido que não aconteceu. Grande erro.
Devia ter confiado, devia ter acreditado enquanto havia tempo, mas o fez tão tarde que nem mesmo os céus poderiam este sonho realizar.
Por mais que machuque você deve continuar... Evite pensar.
Pobre garota, agora ele nem sequer lembra seu nome.
AMOR PERDIDO
Só de pensar que acreditei em ti
dá-me raiva e dor
disse tudo o que senti
era só um falso amor
Não vou sofrer
por quem fingiu amar
e vou viver
sem uma lágrima deitar
Sinto que fui falsa
com o meu sentimento
mas isso não causa
qualquer arrependimento
Primeira vez que estou livre
começo a pensar em mim
e não na tua crise
que já nem tem fim
Falas nas minhas costas
como se eu não soubesse
tenho as minhas tropas
e que a guerra comece!
Amor, amor perdido amor,
Amor que nem se reconhece mais,
Um simples olhar que já não se olha mais.
Os braços e beijos se perderam em diversas desilusões
Muitos corações que despedaçaram,
Homens e mulheres se misturam e não se encontram mais
Amor Doce amor, que se foi e ficou só o ardor.
Sentimento que não tem mais tanta importância, essa dor q não sai mais
Estou indo embora, por favor fique parado bem aí na porta
Não se mexe e nem fala nada, só preciso não olhar mais para trás
Amor, onde você está fui embora e não sei se quero te procurar.
A UM AMOR PERDIDO (soneto)
Quando a primeira vez se perde o amor
Que do leito acordou, ali gemendo e só
Dentro do peito a tristeza se faz em nó
E desabrocha a flor de lágrima e suor
A vida sente os olhos mareados, forrobodó
Sobe-lhe um amargo, e o primeiro ardor
Do queixume, do pesar, de um pecador
Tal a rosa, de perfume e espinhos, dá dó
Então a alma se traveste de desventura
Numa torpeza de paixão e de mágoa
Onde o sonhador é bravo sem bravura
Assim neste pranto em verso de bágua
Teu cheiro é açoite sem doce candura
E tua lembrança nos arde em frágua...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
25/10/2019, 23’47”
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
NÃO CHORE O AMOR
Não chore nunca o amor perdido
No silêncio sombrio da sofreguidão
Deixai ir, à solta, o luto da emoção
Na dor de o afeto vão adormecido
E quando, à noite, o vazio, for valido
Abrolhai, no peito, a doce recordação
Pura, e feliz, das horas em comunhão
De outrora, e na história de ter vivido
Lembrai-vos dos enganosos, dos idos
Das sensações com haveres divididos
E das maquinas que te fez quiçá doer
E, ao considerar, então, a tua perca
Vereis, talvez, como é frágil a cerca
Da divisão. E que é possível esquecer!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
24/03/2020, 10’41” - Cerrado goiano
Carta ao amor perdido.
Ainda ontem me peguei pensando em você,
lembrei do dia que você foi embora...
Busquei teu olhar na minha memória,
Sem esforço algum te encontrei bem ali em mim.
Ainda que o tempo passe e sei que vai passar
Aonde eu for, por onde a vida me levar
Eu sei, vou te levar comigo.
Queria poder te fala tudo que o meu coração
Tem para te dizer, do quanto ele ainda ama você.
Embora eu tenha muito a viver, a sorrir.
Sei que os meus melhores sorrisos já te entreguei.
Quanto ao tanto de amor que tenho em mim
Vou levar ele comigo, pois ele me pertence
Embora você, você não mais seja meu,
ele, o meu coração ainda não te esqueceu.
Não lamento ter me amado, só tome cuidado
Para não lamentar o dia que esse amor tiver me deixado.
Para que sofrer por um amor perdido ,sorria e vá em frente pois você tem muito pela frente ,tem o que viver ,o que amar ,o que sentir ,e
Mais o que fazer ,fique ficar atrás de um romance passado
SONNET
Minha poesia tem seu segredo, o seu mistério
Um amor perdido, eterno, na alma concebido
Que o mantem quieto, e na sensação dividido
Um querer impossível, tão cheio de critério
Ai de mim! Nas trovas passei despercebido
Solitário ao seu lado, de uma sorte estéril
Indigerível e uma versificação no cautério
Sem pedir nada, sem nada, e tão bandido
Sentimento... aqui no peito doce e terno
Que segue o seu caminho, sem me ouvir
Num murmúrio árido e frio tal o inverno
E, o poema piedosamente fiel, no sentir
Tal rama em flores e espinho no verno
Verseja o amor e a tristura sem desistir
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
05/11/2020, 19’30” – Araguari, MG
BALADA DE UM AMOR PERDIDO
EU TE IMAGINO EM MEUS SONHOS
NO MEU DIÁRIO ESCONDIDO
MEU SAMBA DE COCA-COLA
MEU TANGO AO SOM DE CAZUZA
MEU CÉU DE UMA ESTRELA
MEU BEIJA-LOR ESCONDIDO
DO NOSSO AMOR FANTASIA
DE UMA PAGINA FECHADA
SUPER-HOMEM PERDIDO
DOS BEIJOS ATRAZ DA JANELA
DOS MEUS POEMAS NÃO LIDOS
RASCUNHO DE NOSSA HISTÓRIA
EU FIZ UMA TRILHA SONORA
QUE LEMBRARIA NOS DOIS
QUE LEMBRE UM POUCO
UM POUCO DÁS NOITES
ONDE TE OLHO CALADA
SÓ TE OLHANDO ME BASTA
MESMO QUE TU ME MINTAS
EU FINGO QUE ACREDITO
PARA TE VER OUTRA VEZ
MEU BEM APENAS ME DIGA
DIGA ONDE EU TE ENCONTRO
PARA EU MATAR A SAUDADE
DANÇANDO AO SOM DE CAZUZA
UM TANGO COM COCA-COLA
AMOR PERDIDO
Estava no meu quarto quando ela apareceu,
olhou nos meus olhos e me disse adeus,
e sem saber o que se passava ali,
olhei nos olhos dela e lhe disse assim,
se você acha que o nnosso amor acaba aqui,
é porque no fundo no fundo você não gostava de mim,
depois de ouvir tudo que tinha para falar,
olhou nos meus olhos e começou a chorar,
porque o nosso amor estava para acabar,
e nosso romance em fim terminar.
Amor Perdido
Perco-me na tua ausência
Buscando através do meu olhar, no espelho,
Encontrar em vão o brilho dos teus olhos
Que são, sem ser, os meus olhos.
Mas o brilho que vejo refletido
Não é o brilho de paixão vindo do teu ser
É um brilho ofuscado do amor perdido
Solto, vago, triste e trêmulo ao ver
25 de janeiro,
tu me lembras alguma coisa?
talvez um rosto, um gosto, um costume,
um amor perdido
tu me lembras alguma coisa?
um sol de um dia qualquer, como domingo
tu me lembras alguma coisa?
o mar, as ondas desencontradas, um perfume suave, uma distância, uma dor
tu me lembras
saudade.
Felicidade.
Tu me lembra,
amor
Renasceu em mim o amor perdido, no
Instante em que meus olhos Cruzaram os seus... não lembrava mais que havia me
Amado um dia... novamente me Recordei de quem eu era, Das coisas que gostava, e também de todo O amor que ainda havia em meu ser.
Sou eternamente grata :)
Amor Perdido
Vivendo a esmo, dormindo sem cama,
Na busca do amor que prometeram,
Se existe, onde será que esconderam?
Pergunta de alguém que ainda te ama.
Um amor que te faz prisioneiro,
De alguém que tanto o amava,
Eu te amo, foi a minha palavra,
Que lhe disse naquele janeiro.
O tempo que rapidamente passava,
E a cada dia ficava mais distante,
A mudança repentina e constante,
Que através de fotos ainda sonhava.
Senti-me traído pela insegurança,
Que maltratava a minha paciência,
Torturada pela própria consciência,
De alguém que perdi a confiança.
Um amor paciente, que espero até então,
Que possa suportar tudo que suportei,
Um amor que todo esse tempo eu busquei,
Mas se tornou fugitivo do meu coração.
Um amor em que depositei minha crença,
Alguém que transformou um sentimento,
Sorrisos em lagrimas, alegria em tormento,
Deixando-me a mercê de sua ultima sentença.
Du’Art 09 / 07 / 2016
