Versos de Amor Autor Desconhecido
"Assim que eu te vi, tive a certeza de que já nos conhecíamos, como se fôssemos velhos amantes.
Não sei se foi recíproco, mas a minha parte se entregou de uma forma tremenda, fazendo com que eu mesmo não me reconhecesse, de tão mudado que eu fiquei após te conhecer."
Glória
Vive dentro de mim um mundo raro
Tão vário, tão vibrante, tão profundo
Que o meu amor indómito e avaro
O oculto raivoso ao outro mundo
E nele vivo audaz, ardentemente,
Sentindo consumir-se a sua chama
Que oscila e desce e sobe inquietamente;
Ouvindo a minha voz que por mim chama
Em situações grotescas que me ferem,
Ou conquistando o que meus olhos querem:
Príncipe ou Rei sonhando com domínios.
Sinto bem que são vãs pra me prenderem
As mãos da Vida, muito embora imperem
Sobre a noção real dos meus declínios.
(in "Dispersos e Inéditos")
Quero amor, diário. Quero sentir meu coração se derreter e quero ver as
estalactites do meu gelo se quebrando e afundando no rio da paixão, da beleza.
Respeitar as opiniões do outro,em qualquer aspecto e situação,é uma das maiores virtudes que um ser humano poder ter.
As pessoas são diferentes,agem diferente pensam diferente.
Nunca julgue apenas compreenda!!!
Amor é Dor
Autor: Lucas Alves
Parei com a cabeça e vou ouvi meu coração.
Se ele acelerar eu sigo e prossigo.
Se ele diminuir eu paro e volto.
Até porque, o que é a vida sem emoção.
Loucura é seguir a realidade.
Porque tudo vale a pena, se é verdade.
Verdade essa mentira, que me tira do sério.
Pra ser sincero já preferi o cemitério.
Triste realidade o amor dói.
Dor essa boa de sentir, por um momento.
O único problema é que o amor marca como chamas.
E é verdade que esse amor me corrói,
Que me deixa sem alento, mas é um tormento
Agora sinto um vazio o mesmo de quem amas
À CAMINHO DO MEU AMOR
Autor: Edson Cerqueira Felix
Localização: Paraíba do Sul
Homenagem: Cantor Fabinho Mello e Amigo Rodrigo Motta
Você a me demonstrar
Sinais de um longo adeus
E eu ainda diante de você nem consigo ficar triste
Pois se 0lh0 para baixo
Vejo os teus lindos pés
Eu fui pescado por eles
E não foi nem um pecado
Mas eu vejo estes pés, hora de bailarina
Hora de capoeirista
(Hora de fé)
Hora foge de mim
Hora dá meia-volta pra mim
E eu agradeço por dar pra mim o caminho lindo
Desses pés quando à caminho
Do meu amor
Esses pés têm asas e voam
Só quero que me leve e me ensine tudo
Com esses ligeiros pés de corça
Eu perdi a corrida para essa corça
Mas eu preferia tomar minha corça
Que viaja tão rápido
Pra perto e longe de mim
Me deixe
Tocá-los (seus pés) e tratá-los
Com fragrâncias selecionadas
Como perfumes
Óleos e chás
E me deixe orar por eles quando passo minhas mãos
Data: 19-01-2018
Deus é o Autor da vida:
Que neste Ano Novo, com Seu Amor, Ele escreva capítulos de esperança, paz, prosperidade e vitória em nossa história.
AMOR SEM FIM
Autor: Góis Del Valle
Eu sei que dentro de você
Existe o meu ser, um pouco de
Um tudo que eu deixei
Tanta ternura, amor sem fim.
Ninguém vai esquecer assim
Pra mim, nunca tem fim o
Amor nascido pra sempre existir
Tanta ternura, amor sem fim.
Tudo que eu quis foi fazer você feliz
Mesmo sobre os riscos que eu corri
Te dei meu coração, sangrei na emoção
Perdi tudo que eu fiz, os sonhos que sonhei.
Lembranças que vão florescer
Como num jardim, e nunca vai morrer ou desistir,
Amor é fogo que arde sem fim
Tudo que eu quis foi fazer você feliz
Mesmo sobre os riscos que eu corri
Te dei meu coração, sangrei na emoção
Perdi tudo que eu fiz, os sonhos que sonhei.
Tudo que eu quis foi fazer você feliz
Mesmo sobre os riscos que eu corri
Te dei meu coração, sangrei na emoção
Perdi tudo que eu fiz, os sonhos que sonhei.
Autor: Jalison Santos | Data: 30/03/2024
Pensador e teólogo Jalison santos disse:
Amor não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção.
Faz bem começar se amar! E continue sempre.
Sem você, minha vida estaria incompleta. Agradeço a Deus e a Jesus por este momento mais feliz da minha vida.
Quando o Amor Carrega o Crepúsculo da Culpa.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
“Não há culpa em amar-te, mesmo quando esse amor me devora em mortes sucessivas. E, quando de ti necessito, aceito que venha envolto no presságio funesto que já habitava a primícia do próprio sentir.”
Nesta formulação, o amor surge como sacramento e sentença, um movimento que exime de culpa porque nasce inevitável, anterior à vontade. A “primícia funesta” torna-se o anúncio silencioso de que todo afeto profundo carrega sua sombra desde o primeiro gesto, e que ainda assim escolhemos permanecer.
Que o peso e a luz dessas palavras se tornem um caminho onde a dor e o desejo se reconciliam na busca pela imortalidade.
