Versos de Amor Autor Desconhecido
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Os conselhos dos moços derivam das suas ilusões, os dos velhos, dos seus desenganos.
Ninguém se pode gabar de nunca haver sido desprezado.
Os homens geralmente preferem ser enganados com prazer a ser desenganados com dor e desgosto.
Se não estás disposto a matar aquele a quem pretendes odiar, não digas que o odeias; estás a prostituir tal palavra.
Morte, que mistérios encerras?... Ninguém o sabe... Todos o podem saber... Basta ir ao teu encontro, corajosa, resolutamente, que nenhum mistério existirá já!
As pessoas importantes fazem sempre mal em se divertir à custa dos inferiores. A troça é um jogo, e o jogo pressupõe a igualdade.
As pessoas vaidosas não podem ser astutas; elas são incapazes de se calar.
Quando a consciência nos acusa, o interesse ordinariamente nos defende.
Os abusos, como os dentes, nunca se arrancam sem dores.
A vitória de uma facção política é ordinariamente o princípio da sua decadência pelos abusos que a acompanham.
Ninguém é tão prudente em despender o seu dinheiro, como aquele que melhor conhece as dificuldades de o ganhar honradamente.
Nas desventuras comuns, reconciliam-se os ânimos e travam-se amizades.
Todos se queixam, uns dos males que padecem, outros da insuficiência, incerteza, ou limitação dos bens de que gozam.
Os moços de juízo honram-se em parecer velhos, mas os velhos sem juízo procuram figurar como moços.
Os que não sabem aproveitar o tempo dissipam o seu, e fazem perder o alheio.
Na admissão de uma opinião ou doutrina, os homens consultam primeiramente o seu interesse, e depois a razão ou a justiça, se lhes sobeja tempo.
A dialética do interesse é quase sempre mais poderosa que a da razão e consciência.
A poesia é uma doença cerebral.
Existem a beleza que excita, a que comove e a que satisfaz: a melhor é a última.
Os grandes, os ricos e os sábios sorriem-se: os pequenos, os pobres e os néscios dão gargalhadas.
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