Versos de Amor Autor Desconhecido
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Há duas coisas que não se perdoam entre os partidos políticos: a neutralidade e a apostasia.
A vida, quando é miserável, custa a suportar; se é feliz, é horrível perdê-la. Uma coisa equivale à outra.
O luxo, assim como o fogo, tanto brilha quanto consome.
As dívidas são bonitas nos moços de vinte e cinco anos; mais tarde, ninguém lhas perdoa.
O melhor modo de venerar os santos é imitá-los.
Erasmo de Roterdã
"The "Adages" of Erasmus". London: Cambridge University Press, 1964.
Nunca comeces o casamento por uma violação.
No mundo, apenas há duas maneiras de subirmos, ou graças à nossa habilidade, ou mediante a imbecilidade dos outros.
Podemos estrangular os clamores, mas como vingarmo-nos do silêncio?.
A memória dos velhos é menos pronta, porque o seu arquivo é muito extenso.
A dissimulação algumas vezes denota prudência, mas ordinariamente fraqueza.
Se a pobreza é a mãe dos crimes, a falta de espírito é o seu pai.
De todos os sentimentos, o mais difícil de simular é o orgulho.
Não há pai nem mãe a quem os seus filhos pareçam feios; nos que o são do entendimento ocorre mais vezes esse engano.
Os defeitos de quem amamos, devemos vê-los com os mesmos olhos com que vemos os nossos.
O homem que diz não ter nascido feliz, podia ao menos vir a sê-lo mediante a felicidade dos amigos e parentes. A inveja priva-o deste ultimo recurso.
Os homens fingem desinteresse para melhor promoverem os seus interesses.
A familiaridade tira o disfarce e descobre os defeitos.
A vitória de uma facção política é ordinariamente o princípio da sua decadência pelos abusos que a acompanham.
Há algo de tão magnífico com um grande homem: um homem de honra.
Os ricos pretendem não se admirar com nada, e reconhecem, à primeira vista, numa obra bela o defeito que os dispensará da admiração, um sentimento vulgar.
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