Versos de Amor Autor Desconhecido

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A familiaridade tira o disfarce e descobre os defeitos.

Se a pobreza é a mãe dos crimes, a falta de espírito é o seu pai.

No mundo, apenas há duas maneiras de subirmos, ou graças à nossa habilidade, ou mediante a imbecilidade dos outros.

A prudência é uma arma defensiva que supre ou desarma todas as outras.

A dissimulação algumas vezes denota prudência, mas ordinariamente fraqueza.

A memória dos velhos é menos pronta, porque o seu arquivo é muito extenso.

De todos os sentimentos, o mais difícil de simular é o orgulho.

Ser-se livre não é nada fazer, é ser-se o único árbitro daquilo que se faz ou daquilo que se não faz.

Desprezos há, e de pessoas tais, que honram muito os desprezados.

Quem está ausente, teme e tem todos os males.

Uma casa sem mulher não tem tormentos nem glória.

As crenças religiosas fixam as opiniões dos homens, as teorias filosóficas perturbam-nas e confundem.

Podemos estrangular os clamores, mas como vingarmo-nos do silêncio?.

A maledicência pode muitas vezes corrigir-nos, a lisonja quase sempre nos corrompe.

O desejo de igualdade levado ao extremo acaba no despotismo de uma única pessoa.

Só o silêncio é grande, tudo o mais é fraqueza.

Beleza, presente de um dia que o Céu nos oferece.

As dívidas são bonitas nos moços de vinte e cinco anos; mais tarde, ninguém lhas perdoa.

Não há pai nem mãe a quem os seus filhos pareçam feios; nos que o são do entendimento ocorre mais vezes esse engano.

Um empreendimento imagina-se e começa-se com facilidade; mas na maior parte das vezes sai-se dele com dificuldade.